Aceitei cuidar de Nico Alfieri porque precisava salvar meu irmão. Não esperava vê-lo caído no chão da própria festa de noivado, com o rosto marcado por um tapa. Trinta convidados assistiram. Ninguém se aproximou. Quando a noiva levantou a mão outra vez, eu segurei seu pulso. Ela exigiu minha demissão. Nico mandou que eu ficasse. Naquela noite, contei a ele o que havia encontrado nos registros dos seus medicamentos. E descobri até onde sua família estava disposta a ir para me fazer calar. Eu precisava daquele emprego. Mas, quanto mais conhecia o homem por trás do sobrenome Alfieri, mais difícil se tornava ir embora.