"Seu Último Pedido Foi Ver Seu Cachorro… E O Que Ele Fez Calou A Prisão Inteira" Parte 5
PUBLICIDADE
Gabriel ficou olhando para a mãe sem responder.
A frase de Helena parecia ter aberto uma porta que ele passara mais de uma década tentando manter fechada.
"Ele nunca parou o quê?"
Helena colocou a fotografia sobre a mesa.
"De esperar."
Gabriel desviou o olhar.
Não queria ouvir.
Mas a lembrança já havia voltado.
Na manhã em que Henrique foi levado, Gabriel tinha dezesseis anos.
A casa em Jardim Europa estava cercada por jornalistas, carros de reportagem e vizinhos que fingiam não estar olhando.
Gabriel permaneceu atrás da janela.
Viu o pai sair acompanhado pelos policiais.
Não houve abraço.
Henrique tentou olhar para ele.
Gabriel recuou antes que os olhos dos dois se encontrassem.
Thor, porém, não entendeu nada.
Quando o portão se abriu, o cachorro correu.
Um policial precisou impedir que ele chegasse até Henrique.
Thor começou a latir.
Henrique virou o rosto.
Por um instante, os dois se olharam.
"Thor!"
O cachorro puxou com tanta força que quase escapou.
"Fica!"
Foi a última ordem que Henrique deu antes de entrar no carro.
Thor ficou.
E talvez esse tivesse sido o problema.
O veículo desapareceu na rua.
Thor permaneceu diante do portão.
Gabriel também.
Horas depois, o cachorro ainda estava lá.
Helena colocou a tigela de ração perto dele.
Thor não tocou.
"Ele vai comer quando sentir fome."
Gabriel falou sem emoção.
Mas Thor não comeu.
Naquela noite, choveu.
Helena tentou fazê-lo entrar.
"Thor, vem para dentro."
O cachorro entrou alguns passos.
Deitou perto da porta principal.
E ficou olhando para ela.
Na manhã seguinte, um motor passou pela rua.
Thor levantou de um salto.
Correu até o portão.
Gabriel observou da escada.
Não era Henrique.
Era apenas uma caminhonete de entrega.
Thor voltou para a porta.
Mais tarde, outro carro desacelerou.
Thor correu novamente.
Nada.
No segundo dia, repetiu tudo.
No terceiro também.
Cada motor parecia uma promessa.
Cada carro que desaparecia sem parar diante da casa era outra espera inútil.
Gabriel começou a se irritar.
Não com Thor.
Com aquilo que o cachorro parecia se recusar a entender.
Henrique não voltaria.
A casa não voltaria a ser como antes.
Marcelo Prado não voltaria para a própria família.
E Gabriel nunca mais poderia entrar na escola sem sentir os olhares.
No fim do terceiro dia, Thor ouviu uma caminhonete.
Correu até o portão outra vez.
Gabriel explodiu.
"Chega!"
Thor virou a cabeça.
Gabriel desceu os degraus.
"Ele não vai voltar!"
Helena apareceu no corredor.
"Gabriel..."
"Não vai!"
O adolescente apontou para a rua.
"Para de esperar!"
Thor apenas olhou para ele.
Gabriel sentiu as lágrimas chegarem e ficou ainda mais furioso.
"Você não entende?"
A voz quebrou.
"Ele foi embora!"
Thor baixou as orelhas.
Gabriel chutou a própria mochila para longe.
"Ele destruiu tudo e não vai voltar!"
Helena tentou abraçá-lo.
Gabriel se afastou.
Thor caminhou lentamente até ele.
O adolescente recuou.
"Não."
O cachorro tentou se aproximar.
PUBLICIDADE
"Não chega perto de mim."
Thor parou.
Naquela noite, Gabriel chorou sozinho no quarto.
Do corredor, conseguia ouvir as unhas do cachorro tocando o piso toda vez que algum veículo passava.
Foi ali que alguma coisa mudou.
Thor deixou de ser apenas o cachorro da família.
Virou uma lembrança viva de Henrique.
Quando Gabriel olhava para ele, lembrava do pai brincando no quintal.
Lembrava das viagens.
Dos domingos.
Das risadas.
E depois lembrava do acidente.
Era mais fácil transformar tudo aquilo em raiva.
Dias depois, Rafael apareceu para buscar Thor.
Helena já não conseguia administrar a casa, os advogados, a imprensa e um cachorro que quase não comia.
Rafael colocou a guia.
Thor resistiu.
Gabriel assistiu de longe.
"Cuida dele."
Rafael olhou para o garoto.
"Você não quer se despedir?"
Gabriel respondeu sem hesitar.
"Não."
Thor foi embora.
Gabriel nunca mais perguntou por ele.
Até agora.
Helena observou o filho retornar daquela lembrança.
"Você entende?"
Gabriel apertou a mandíbula.
"Entendo o quê?"
"Você não odiava o Thor."
"Eu não quero falar sobre isso."
"Você odiava olhar para ele e sentir falta do seu pai."
Gabriel se levantou.
"Não faça isso."
"Fazer o quê?"
"Tentar transformar tudo numa história triste porque ele está morrendo."
Helena também se levantou.
"Eu não estou defendendo seu pai."
"Então para."
"Estou falando de você."
Gabriel pegou a carta.
"Eu já resolvi isso."
Helena olhou para os olhos vermelhos do filho.
"Não parece."
Gabriel ficou em silêncio.
Na manhã seguinte, tentou trabalhar.
Não conseguiu.
Às onze horas, abriu o celular e procurou o número de Rafael.
Ficou olhando para a tela.
Apagou.
Às duas da tarde, procurou novamente.
Dessa vez ligou.
Rafael atendeu no terceiro toque.
"Gabriel?"
A voz parecia surpresa.
"Ele está com você?"
Rafael não precisou perguntar quem.
"Está."
Gabriel fechou os olhos.
"Quero vê-lo."
Duas horas depois, Gabriel estacionou diante de uma casa cercada por árvores nos arredores de Atibaia.
Ficou dentro do carro.
Cinco minutos.
Depois dez.
Quase foi embora.
Então Rafael apareceu no portão.
Mais velho do que Gabriel lembrava.
"Você veio."
Gabriel saiu do carro.
"Não significa nada."
Rafael assentiu.
"Eu sei."
"Não estou aqui por causa do meu pai."
"Eu não disse que estava."
Gabriel respirou fundo.
"Onde ele está?"
Rafael abriu o portão.
"No quintal."
Gabriel entrou.
Cada passo parecia mais difícil.
A casa era simples.
Havia plantas, uma varanda e uma caminhonete antiga estacionada ao lado.
Então ele viu.
Thor estava deitado sob a sombra de uma jabuticabeira.
Gabriel parou.
Durante alguns segundos, não conseguiu relacionar aquele cachorro velho ao animal forte de suas lembranças.
O focinho estava quase completamente branco.
O corpo parecia menor.
Uma das patas traseiras permanecia esticada de maneira desconfortável.
"Meu Deus."
Rafael ficou ao lado dele.
"Treze anos."
Thor levantou a cabeça.
Gabriel sentiu o coração disparar.
O cachorro olhou diretamente para ele.
"Ele vai me reconhecer?"
"Não sei."
A resposta incomodou Gabriel.
PUBLICIDADE
Ele esperava uma certeza.
Rafael abriu o portão interno.
Thor tentou se levantar.
Precisou de duas tentativas.
Gabriel sentiu alguma coisa quebrar dentro do peito.
Aquele cachorro que corria pela casa agora caminhava devagar.
Thor avançou alguns passos.
Parou.
Farejou o ar.
Gabriel não se mexeu.
"Oi."
A palavra saiu baixa.
Thor continuou andando.
Gabriel se agachou.
"Você está velho."
Rafael quase sorriu.
"Todo mundo fala isso para ele."
Thor chegou perto.
Cheirou a calça de Gabriel.
Depois as mãos.
Gabriel prendeu a respiração.
"Talvez ele não lembre."
Thor ergueu o focinho.
Os olhos dos dois se encontraram.
Então o cachorro fez algo que Gabriel não esperava.
Encostou a cabeça na palma da mão dele.
Gabriel congelou.
Conhecia aquele gesto.
Thor fazia aquilo quando queria carinho.
Fazia com Henrique no sofá.
Fazia quando Henrique chegava cansado do trabalho.
Fazia depois que Gabriel e o pai discutiam e Thor tentava ficar entre os dois.
Gabriel fechou os olhos.
"Não faz isso."
Thor pressionou mais a cabeça.
"Por favor."
A voz falhou.
Gabriel tentou retirar a mão.
Não conseguiu.
Em vez disso, passou os dedos pelo focinho grisalho.
As lágrimas caíram.
"Você também lembra de mim?"
Thor soltou um pequeno gemido.
Gabriel abaixou a cabeça.
De repente, tinha dezesseis anos outra vez.
Mas agora não conseguiu mandar o cachorro embora.
Abraçou Thor.
O velho animal permaneceu encostado nele.
Rafael virou o rosto e deixou os dois sozinhos.
Gabriel chorou por tudo que havia recusado sentir durante anos.
Pelo pai que amara.
Pelo homem que aprendera a odiar.
Pela família de Marcelo.
Pela mãe.
Por si mesmo.
E por aquele cachorro que não tinha escolhido nenhum lado.
Depois de alguns minutos, Gabriel sentou na grama.
Thor deitou perto dele.
"Ele veio aqui ontem?"
Gabriel perguntou.
"Quem?"
"Meu pai."
Rafael entendeu.
"Não. Levei o Thor até a penitenciária."
Gabriel olhou imediatamente.
"Eles se viram?"
"Sim."
"Como foi?"
Rafael hesitou.
"Você quer mesmo saber?"
Gabriel demorou a responder.
"Quero."
Rafael contou apenas o necessário.
Disse que Thor reconheceu Henrique.
Que os dois ficaram juntos.
Que, quando os agentes se aproximaram, Thor tentou impedir que levassem Henrique.
Gabriel olhou para o cachorro.
"Ele fez isso?"
"Fez."
"Mesmo velho assim?"
Rafael assentiu.
"Principalmente velho assim."
Gabriel passou a mão pelo pescoço de Thor.
"Onze anos."
"Sim."
"E ele ainda estava esperando."
Rafael olhou para a porta da casa.
"Tem uma coisa que você precisa ver."
Gabriel franziu a testa.
"O quê?"
Rafael não respondeu.
Entrou.
Voltou alguns minutos depois carregando uma caixa antiga de madeira.
Colocou-a sobre a mesa da varanda.
Gabriel se levantou.
"Que caixa é essa?"
Rafael passou a mão pela tampa.
"Guardei isso por muito tempo."
Abriu.
Dentro havia dezenas de envelopes.
Alguns estavam amarelados.
Outros tinham marcas do tempo.
Todos fechados.
Gabriel pegou o primeiro.
Seu coração acelerou.
Na frente estava escrito:
"Para Gabriel."
Pegou outro.
A mesma coisa.
"Para Gabriel."
Outro.
"Para Gabriel."
Gabriel olhou para Rafael.
"De onde vieram essas cartas?"
Rafael respirou fundo.
"Seu pai deixou isso comigo."
Gabriel ficou pálido.
"Quando?"
"Algumas foram escritas antes de ele ser preso. Outras chegaram nos primeiros anos."
Gabriel olhou novamente para a caixa.
"Por que eu nunca recebi?"
Rafael não respondeu imediatamente.
Gabriel ergueu a voz.
"Rafael, por que essas cartas nunca chegaram até mim?"
Rafael puxou uma cadeira.
O rosto dele ficou sério.
"Porque Henrique me fez prometer que eu nunca entregaria nenhuma delas."
Gabriel congelou.
Naquele instante, Thor se aproximou e deitou ao lado da caixa.
Gabriel olhou para as dezenas de envelopes que carregavam seu nome.
Onze anos de palavras que nunca haviam chegado até ele.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4104 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127