"O Segredo Dentro Do Ouvido De Mafia Boss" Capítulo 4
PUBLICIDADE
O primeiro tiro ecoou pelo corredor inferior.
O segundo veio menos de dois segundos depois.
Mariana apertou Gabriel contra o peito.
Dante ficou imóvel por um instante.
Não porque estivesse com medo.
Mas porque ainda não havia se acostumado à violência do som.
Durante três anos, tiros eram apenas vibrações distantes, movimentos bruscos, pessoas correndo.
Agora eles rasgavam o ar.
Rafael levou a mão ao rádio.
"Equipe leste, respondam."
Nada.
"Equipe leste, respondam agora."
Um chiado.
Depois uma voz ofegante.
"Encontramos a passagem."
"Victor?"
"Achamos que sim."
Dante avançou em direção à porta.
Rafael segurou seu braço.
"Você não vai sozinho."
Dante olhou para a mão dele.
Rafael soltou imediatamente.
"Eu vou com você."
Mariana deu um passo à frente.
"E nós?"
Dante olhou para Gabriel.
O menino tinha enterrado o rosto no pescoço da mãe.
"Peguem o elevador de segurança."
Mariana franziu a testa.
"Que elevador?"
"Rafael sabe."
Ela não gostou da resposta.
"Eu não vou entrar em nenhum lugar sem saber para onde meu filho está sendo levado."
Dante respirou fundo.
"Para uma sala subterrânea com paredes reforçadas."
"Isso deveria me acalmar?"
"Neste momento, sim."
Outro ruído veio do corredor.
Passos.
Dante virou a cabeça.
Rafael também.
"Ouviu?"
Dante levantou uma mão.
"Silêncio."
Todos pararam.
Mariana prendeu a respiração.
Dante fechou os olhos.
Primeiro ouviu um rádio distante.
Depois chuva contra o telhado.
Então algo diferente.
Passos rápidos.
Não no corredor.
Atrás da parede.
Ele abriu os olhos.
"Ele está aqui."
Rafael imediatamente sacou a arma.
"Onde?"
Dante apontou.
"Atrás dessa parede."
Rafael encarou o revestimento de madeira.
"Tem certeza?"
Dante deu um passo mais perto.
Outro passo abafado veio do outro lado.
"Tenho."
Rafael falou pelo rádio.
"Bloqueiem a escada leste. Agora."
Dante acompanhou o som.
Era estranho.
Pela primeira vez em anos, sua audição não era uma fraqueza.
Era uma vantagem.
Os passos pararam.
Dante também.
Então ouviu um pequeno clique metálico.
Seu corpo reagiu antes que sua mente terminasse de entender.
"Abaixem!"
Ele puxou Mariana pelo braço.
Um disparo atravessou a parede.
Madeira explodiu.
Gabriel gritou.
Rafael respondeu com dois tiros.
O corredor se encheu de fumaça e poeira.
Mariana caiu de joelhos, protegendo o filho.
"Gabriel!"
"Eu estou bem, mamãe!"
Dante já estava em pé.
Do outro lado da parede, passos voltaram a correr.
"Victor!"
Nenhuma resposta.
Dante correu até uma porta lateral.
Rafael foi atrás.
"Não abra!"
Dante girou a maçaneta.
A porta dava para um corredor estreito entre duas paredes antigas da mansão.
Tubulações.
Fiação.
Concreto úmido.
E, no fim, uma sombra desaparecendo.
"Victor!"
A figura virou por meio segundo.
Era ele.
Victor Ferraz.
Com uma arma na mão.
Dante sentiu a raiva subir de uma forma quase física.
"Pare!"
Victor disparou.
A bala bateu no batente.
Rafael puxou Dante para trás.
"Você quer morrer?"
Dante respondeu com um tiro.
Victor recuou e sumiu pela passagem.
Rafael avançou.
"Ele conhece isso melhor do que nós."
PUBLICIDADE
Dante apertou a arma.
"Porque ajudou a construir."
Rafael assentiu.
"Quando a ala leste foi reformada, ele supervisionou toda a parte de segurança."
Dante riu sem humor.
"Claro que supervisionou."
Mariana apareceu na entrada com Gabriel no colo.
"Vocês disseram que eu tinha que sair daqui."
Rafael virou.
"E tem."
"Então me mostre por onde."
Dante olhou para ela.
"Rafael, leve os dois."
"Eu volto."
"Não."
Rafael entendeu o tom.
"Você quer que eu fique com eles?"
"Quero que ninguém chegue perto deles."
Mariana percebeu.
"Você acha que Victor quer Gabriel."
Dante demorou.
"Eu acho que Victor olhou para seu filho de um jeito que eu não gostei."
Mariana ficou pálida.
Gabriel levantou o rosto.
"Eu fiz alguma coisa?"
Ela o abraçou mais forte.
"Não, meu amor."
Dante guardou a arma por um instante.
Abaixou-se até ficar quase na altura do menino.
"Você fez exatamente o contrário."
Gabriel olhou para ele.
"Eu tirei o bichinho."
"Foi."
Dante sustentou o olhar.
"Agora você vai ficar com sua mãe e fazer tudo o que ela mandar."
Gabriel assentiu.
"Tá bom."
Dante se levantou.
Rafael os levou até um corredor escondido atrás da biblioteca.
No final havia um elevador sem identificação.
Mariana entrou desconfiada.
As portas fecharam.
O elevador desceu.
Gabriel segurava a mão dela.
"Mamãe, aquele homem mau está bravo comigo?"
Mariana sentiu o peito apertar.
"Não pensa nisso."
"Ele atirou."
"Eu sei."
"Por quê?"
Ela não respondeu.
Porque também queria saber.
O elevador parou.
As portas se abriram para uma sala subterrânea grande, iluminada por telas e equipamentos.
Havia seis monitores na parede.
Câmeras da mansão.
Mapas.
Sensores.
Dois técnicos digitavam freneticamente.
Rafael apontou para um sofá.
"Fiquem aqui."
Mariana olhou ao redor.
"Essa sala existe desde quando?"
"Desde antes de eu trabalhar para Dante."
"Victor conhecia?"
Rafael hesitou.
"Sim."
A resposta não ajudou.
Gabriel sentou no sofá.
Mariana ficou ao lado dele.
Um dos técnicos levantou a voz.
"Consegui abrir mais arquivos."
Rafael se aproximou.
"Do chip?"
"Sim."
Mariana olhou.
"Vocês continuam mexendo nisso agora?"
Rafael respondeu.
"Se Victor está arriscando a vida para impedir que a gente veja esses dados, é porque tem alguma coisa aqui."
O técnico abriu uma pasta.
A tela ficou cheia de nomes.
Centenas.
Mariana aproximou-se devagar.
"Quem são essas pessoas?"
Rafael leu alguns.
"Delegado Carlos Mendes."
Outro.
"Desembargador Raul Tavares."
Mais abaixo.
"Deputada Lívia Sampaio."
O técnico rolou.
"Executivos."
"Médicos."
"Funcionários do Grupo Montenegro."
Mariana sentiu um arrepio.
"Isso é uma lista de quê?"
Rafael não respondeu imediatamente.
Abriu um dos arquivos.
Havia datas.
Valores.
Localizações.
Anotações.
"Pode ser uma rede de contatos."
O técnico corrigiu.
"Não."
Rafael olhou para ele.
"Por quê?"
"Tem classificação."
"Que classificação?"
O homem apontou.
"Pago."
"Comprometido."
"Monitorado."
Mariana ficou imóvel.
Rafael praguejou baixo.
"Victor tinha gente em todo lugar."
O técnico balançou a cabeça.
"Talvez Victor não fosse o dono da rede."
Rafael estreitou os olhos.
"Como assim?"
PUBLICIDADE
"Alguns registros são anteriores ao cargo dele na segurança."
A sala ficou em silêncio.
Mariana olhou novamente para a tela.
Então viu.
Seu nome.
MARIANA OLIVEIRA.
O ar desapareceu de seus pulmões.
"Pare."
O técnico continuou rolando.
"Pare!"
Todos olharam para ela.
Mariana apontou.
"Ali."
Rafael se aproximou.
Leu.
O rosto mudou.
"MARIANA OLIVEIRA."
Ela sentiu as mãos gelarem.
"Abra."
Rafael hesitou.
"Mariana..."
"Abra."
O técnico clicou.
A primeira coisa que apareceu foi uma foto do prédio dela na Vila Mariana.
Depois o número do apartamento.
Telefone.
CPF.
Histórico de trabalho.
Datas de contratação.
Mariana levou a mão à boca.
"Não."
Outra imagem surgiu.
Ela saindo de casa.
Gabriel ao lado.
Outra.
Ela no supermercado.
Outra.
Gabriel na porta da escolinha.
Mariana deu um passo para trás.
"Não."
Rafael continuou olhando.
Havia horários.
Rotas.
Anotações.
Segunda-feira.
Terça-feira.
Quarta-feira.
O caminho entre o apartamento e a escola.
O horário em que Mariana buscava o filho.
A praça onde Gabriel brincava aos sábados.
Até o pediatra.
Mariana ficou sem ar.
"Eles estavam seguindo meu filho?"
Ninguém respondeu.
Ela virou para Rafael.
"Eles estavam seguindo meu filho?"
Rafael tentou manter a voz firme.
"Parece que sim."
"Por quê?"
"Não sei."
"Ele tem três anos!"
Gabriel olhou assustado para a mãe.
"Mamãe?"
Mariana se virou imediatamente.
"Está tudo bem."
Mas sua voz quebrou.
Gabriel percebeu.
Mariana ajoelhou-se e o abraçou.
"Está tudo bem."
Não estava.
A tela continuava aberta.
Rafael encontrou outra pasta.
"Tem registro da sua contratação."
Mariana levantou o rosto.
"O quê?"
Ele abriu.
Uma agência terceirizada havia enviado vinte e três currículos para a Mansão Montenegro.
O nome dela aparecia marcado.
APROVADA DIRETAMENTE.
Responsável:
VICTOR FERRAZ.
Mariana sentiu o estômago virar.
"Foi ele?"
"Victor aprovou sua contratação."
"Eu nunca falei com ele antes de começar."
Rafael olhou para a data.
"Ele já sabia quem você era."
Mariana tentou lembrar.
A ligação inesperada da agência.
O salário melhor.
A contratação rápida.
Tudo o que ela havia chamado de sorte.
Talvez nunca tivesse sido sorte.
Um dos monitores piscou.
As câmeras desapareceram.
A sala ficou preta.
Rafael sacou a arma.
"O que aconteceu?"
O técnico digitou.
"Alguém entrou no sistema."
Então os alto-falantes da sala estalaram.
Uma voz surgiu.
Victor.
"Vocês estão demorando."
Mariana congelou.
Rafael olhou para o teto.
"Victor."
Ele riu.
"Rafael, sempre tão obediente."
"Mostre onde está."
"Você sabe que eu não vou fazer isso."
Dante apareceu em uma das telas quando o sistema voltou parcialmente.
Estava em outro corredor da mansão.
"Victor."
A voz de Dante saiu pelos alto-falantes.
"Acabou."
Victor riu novamente.
"Você ainda não entendeu nada."
Dante apertou a mandíbula.
"Então explique."
"Eu fiz exatamente o que precisava ser feito."
"Colocou um aparelho dentro da minha orelha?"
"Isso é só uma parte."
Mariana sentiu a mão de Gabriel apertar a sua.
Victor continuou.
"E a melhor parte ainda nem começou."
Dante olhou para uma câmera.
"Deixe Mariana e Gabriel fora disso."
PUBLICIDADE
Silêncio.
Depois Victor falou.
"Mariana."
Ela ficou imóvel.
"Não responda."
Rafael sussurrou.
Victor insistiu.
"Mariana... pergunte quem realmente era o pai do Gabriel."
O coração dela parou.
"Eduardo?"
Victor soltou uma pequena risada.
"Então você ainda chama ele assim."
Mariana sentiu as pernas enfraquecerem.
"Do que você está falando?"
"Eduardo Martins nunca existiu."
Gabriel olhou para a mãe.
Ela quase não conseguiu respirar.
"Você está mentindo."
"Procure."
Victor respondeu com calma.
"Use o banco de dados que vocês acabaram de abrir."
O técnico olhou para Rafael.
Rafael assentiu.
"Faça."
Mariana ficou em pé.
"Não."
Ninguém ouviu.
O técnico digitou EDUARDO MARTINS.
Nenhum registro correspondente.
Victor continuou pelo alto-falante.
"Ele usou esse nome porque precisava se aproximar de você."
Mariana ficou branca.
"Por quê?"
Victor não respondeu.
"Por que eu?"
Silêncio.
"Victor!"
A transmissão falhou.
A voz desapareceu.
Mariana olhou para Rafael.
"Procurem de novo."
"Mariana..."
"Procurem!"
O técnico usou reconhecimento facial em uma foto antiga que Mariana mantinha no celular.
Eduardo sorrindo.
Uma imagem de quatro anos antes.
O sistema começou a buscar.
Segundos.
Depois apareceu um resultado.
Rafael ficou imóvel.
"O que foi?"
Mariana se aproximou.
Na tela estava o mesmo rosto.
Mas outro nome.
EDUARDO FERRAZ.
Mariana sentiu o mundo girar.
"Ferraz?"
O técnico abriu a ficha.
"Ex-integrante de inteligência militar."
"Especialista em vigilância."
"Operações privadas."
Rafael continuou lendo.
"Treinamento em infiltração."
Mariana balançou a cabeça.
"Não."
"Ele trabalhava para quem?"
O técnico abriu os vínculos profissionais.
Uma divisão apareceu.
UNIDADE 17.
Mariana olhou para Rafael.
"O que significa isso?"
Ele não respondeu.
O técnico abriu uma pasta de imagens antigas.
Uma fotografia de segurança surgiu.
Data de três anos antes.
Hospital São Gabriel.
Entrada lateral.
Dante ainda estava internado após o acidente.
Dois homens apareciam entrando juntos no prédio.
Victor Ferraz.
E Eduardo.
O homem que Mariana acreditara amar.
O pai de Gabriel.
Rafael encarou a tela.
Mariana não conseguiu desviar os olhos.
Porque pela primeira vez ela entendeu que o desaparecimento de Eduardo talvez nunca tivesse sido abandono.
Talvez tivesse sido parte de alguma coisa muito maior.
E naquela fotografia, tirada na noite em que Dante perdeu a audição, Eduardo caminhava ao lado do homem que havia destruído três anos da vida dele.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4104 -
TerminadoCapítulo 11
A Vingança Sem Gritar
Ana Beatriz Oliveira entrou em uma das lojas de luxo mais famosas de São Paulo usando apenas um uniforme de empregada e carregando uma bolsa antiga. Em poucos minutos, ela foi julgada, humilhada e expulsa por uma mulher rica que acreditava saber exatamente quem ela era. Mas quando Ana pegou o celular e fez uma única ligação, todos ficaram em silêncio. "Retirem essa mulher daqui e coloquem o nome dela na lista negra de todos os shoppings da empresa." Ninguém acreditou. Todos riram. Afinal, quem era aquela mulher simples para dar uma ordem dessas? O que ninguém sabia era que Ana escondia um segredo capaz de abalar as famílias mais poderosas do Brasil. Por trás daquele uniforme existia uma história de perda, traição e uma herança que muitos tentaram apagar. Agora, aqueles que a desprezaram terão que descobrir uma verdade que nunca imaginaram... Eles não humilharam uma empregada. Eles desafiaram a mulher que poderia mudar o destino de todo um império.Empregada/Babá|Drama|Bilionário|Moderno10.9 mil palavras5 725 -
TerminadoCapítulo 11
A EMPREGADA É PRINCESA
Durante quinze anos, Elena Maria de Bragança viveu como uma simples empregada, sem saber que carregava o sangue da família real do Brasil. Humilhada, ignorada e forçada a sobreviver nas sombras, ela aprendeu a desaparecer para não sofrer mais dor. Mas tudo muda na noite em que um homem da Guarda Real entra em um baile luxuoso e a chama de: “Princesa Elena.” A partir desse momento, segredos enterrados vêm à tona, revelando uma conspiração dentro da própria família real, um trono roubado e uma herdeira perdida que o mundo tentou apagar. Agora, entre traições, atentados, um amor proibido com um bilionário poderoso e uma guerra dentro do palácio, Elena terá que decidir: continuar sendo a garota que sofreu em silêncio… ou assumir o trono que sempre foi seu por direito.Empregada/Babá|Bilionário|Moderno10.6 mil palavras5 2254 -
TerminadoCapítulo 12
A Babá Que Perdeu Tudo e Ganhou um Filho
Ana Oliveira dedicou doze anos da sua vida a cuidar dos filhos da família Montenegro. Ela limpava, cozinhava, consolava e amava como se fossem seus. Até que um dia foi acusada injustamente de roubo, humilhada na frente do país inteiro e afastada do menino que considerava seu filho. Mas Lucas, o pequeno que sempre a chamou de mamãe no coração, correu até o tribunal para provar a verdade.Empregada/Babá|Bilionário|Moderno10.7 mil palavras5 2805 -
TerminadoCapítulo 11
Minha Filha Escolheu a Empregada
Depois da morte da esposa, Daniel Monteiro acreditava que protegia sua filha sozinha. Mas sua pequena Sofia fez uma escolha inesperada: Ana, a silenciosa empregada da mansão, tornou-se seu refúgio, sua guardiã… e agora a porta para um segredo que ninguém na família deveria conhecer.Empregada/Babá|Bilionário|Moderno7.6 mil palavras5 1774 -
TerminadoCapítulo 16
Quando o Filho do Bilionário Escolheu a Empregada
Um bebê que só se acalma nos braços da humilde empregada. Uma família milionária cheia de segredos. Helena Silva precisará enfrentar a arrogância da mãe do bebê e proteger Lucas a todo custo. Entre luxo, traição e emoções à flor da pele, será que a verdade poderá salvar o herdeiro da família Albuquerque?Empregada/Babá|Bilionário|Moderno12.2 mil palavras5 461 -
TerminadoCapítulo 11
O Filho Chamou a Empregada de Mamãe
Todos acreditavam que Clara Oliveira estava morta. Dois anos atrás, seu carro despencou de um penhasco durante uma tempestade. O veículo explodiu. Nenhum corpo foi encontrado. E, aos poucos, o mundo seguiu em frente. Até mesmo seu marido. Agora, Ethan Oliveira, um dos empresários mais poderosos do Brasil, está prestes a se casar novamente com a elegante Vanessa. Mas na noite do noivado, um garotinho de apenas seis anos corre pelo salão de festas lotado e muda tudo. “Mamãe!” Diante de centenas de convidados chocados, Noah se joga nos braços de uma simples governanta. Uma mulher que todos acreditavam ser apenas uma empregada. Uma mulher que Ethan jurava ter enterrado há dois anos.Empregada/Babá|Bilionário|Moderno7.9 mil palavras5 1308