"Prazeres Perigosos" Capítulo 1
PUBLICIDADE
Capítulo 1: Vinho Tinto e Desafio Nua
A chuva torrencial de São Paulo fustigava as vidraças blindadas da cobertura na Avenida Paulista como centenas de agulhas de gelo. Dentro do escritório, a penumbra só era cortada pela luz fria dos monitores e pelos relâmpagos que rasgavam o céu cinzento.
Lorenzo Valente girou a taça de cristal entre os dedos longos, os olhos âmbar cravados na mulher à sua frente. Para ele, o mundo corporativo era uma selva onde os fracos serviam de alimento para os predadores mais fortes.
Valentina Silva ergueu o queixo, encarando aquela muralha de arrogância e poder sem pestanejar. Ela não era mais a garota indefesa que assistira à ruína da própria família nas mãos de tiranos engatados em ternos de grife.
"Você acha que pode simplesmente entrar no meu império com um currículo impecável e um rostinho bonito?", a voz de Lorenzo soou grave, carregada de um desprezo gélido.
"No meu escritório, senhorita Silva, os incompetentes duram menos de uma semana", completou ele, cerrando os dentes com força.
A distância entre a mesa de mogno maciço e o lugar onde ela estava parecia um campo minado pronto para explodir a qualquer segundo. Valentina sentiu o sangue ferver sob a pele, mas manteve o controle absoluto dos próprios batimentos cardíacos.
"Com todo o respeito, senhor Valente, o senhor ainda não viu do que sou capaz", retrucou ela com um sorriso irônico e perigoso.
"Sério?", questionou o CEO, erguendo uma sobrancelha escura com evidente ceticismo. "Até agora, você só me deu motivos para assinar sua carta de demissão antes mesmo do fim do expediente."
O CEO estreitou os olhos, sentindo o desafio explícito vibrar naquelas palavras que questionavam sua autoridade incontestável. Ninguém jamais ousara erguer o tom de voz para ele naquele santuário de mármore e silêncio.
"Poupe sua tinta e seu papel, senhor Valente", devolveu a executiva com um tom de voz cortante como uma lâmina. "Porque eu não vim até aqui para pedir demissão, e muito menos para facilitar sua vida."
Sem desviar o olhar do magnata, Valentina deu um passo deliberado em direção à mesa e pegou a taça de vinho tinto que repousava ao alcance de sua mão. Um silêncio mortal caiu sobre o ambiente, rompido apenas pelo som abafado do temporal lá fora.
Com um movimento rápido e calculado, ela virou o líquido rubi diretamente sobre a camisa social branca e impecável de Lorenzo. O vinho espalhou-se rapidamente pelo tecido caro, manchando o peito do homem com uma cor que lembrava sangue fresco.
"O que diabos você pensa que está fazendo?", Lorenzo rugiu, levantando-se de supetão com uma fúria cega que fez a cadeira de couro deslizar para trás.
A perplexidade no rosto do herdeiro durou apenas um segundo antes de ser soterrada por uma onda de fúria irracional e possessiva. Ele nunca havia sido desafiado daquela maneira, muito menos por uma mulher que deveria tremer diante de sua presença.
PUBLICIDADE
"Você ficou louca?", berrou o magnata, batendo as palmas das mãos abertas sobre a madeira da mesa. "Essa camisa custa mais do que o seu salário anual inteiro!"
"Considere isso como um brinde à nossa nova parceria de negócios", respondeu Valentina com uma calma desconcertante, mantendo os olhos fixos nele.
Valentina não recuou nem um centímetro sequer diante daquela explosão de pura testosterona e poder bruto. Em vez disso, ela avançou ainda mais, invadindo o espaço vital do homem mais temido de todo o estado.
"Apenas limpando o excesso de arrogância, senhor Valente", sussurrou ela, com a voz carregada de um veneno doce.
"Você vai pagar por essa ousadia de um jeito ou de outro", ameaçou ele, com os punhos fechados ao lado do corpo.
"Estou ansiosa para ver o preço", retrucou ela sem perder a compostura.
Com a ponta dos dedos delicados, ela tocou o peito dele, arrastando levemente a pele sobre a mancha de vinho em sua camisa. O toque foi leve como uma pluma, mas gerou uma voltagem elétrica capaz de curto-circuitar a mente de Lorenzo.
O CEO paralisou, sentindo o cheiro do perfume caro dela misturar-se ao aroma da bebida e à própria adrenalina. Seus olhos escureceram perfeitamente, transformando-se em abismos de pura obsessão e desejo reprimido.
"O que você quer de mim, Valentina?", perguntou ele, com a voz de repente reduzida a um murmúrio rouco e áspero.
"Apenas o que é meu por direito", respondeu ela enigmaticamente, sem revelar o fundo de seus planos.
Na bolsa de grife jogada sobre a poltrona, o pequeno pen drive criptografado refletiu o clarão de um raio, guardando os segredos que fundamentariam aquela dinastia. Mas, naquele momento exato, os arquivos confidenciais pareciam infinitamente distantes da realidade sufocante.
Lorenzo não aguentou mais a tortura daquele toque e a audácia daquele sorriso que ameaçava destruir seu autocontrole. Numa fração de segundo, suas mãos grandes dispararam e agarraram os pulsos finos de Valentina com uma força implacável.
"Me solte, senhor Valente", desafiou ela, sem demonstrar o menor vestígio de medo na voz. "A menos que sua reputação de homem intocável dependa de machucar subordinadas."
"Eu posso te destruir com um único telefonema", sibilou ele contra o rosto dela.
"Tente e descubra o que acontece com o seu império", desafiou ela de volta, sorrindo com desdém.
Ele a arrastou com facilidade, colando o corpo dela contra o vidro gélido da janela que dava para a imensidão caótica da cidade. A tempestade rugia do lado de fora, espelhando a tormenta violenta que acabara de nascer entre os dois.
Com os rostos a milímetros de distância, a respiração de ambos fundiu-se em uma névoa quente sobre a vidraça embaçada. A boca de Lorenzo roçou levemente a bochecha dela, enviando arrepios violentos pela espinha da executiva.
"Você brincou com fogo perigosamente, Valentina", sibilou ele junto aos lábios dela, com um timbre rouco que prometia destruição mútua.
PUBLICIDADE
"Agora aguente as consequências", arrematou, travando os olhos nos dela.
A força com que Lorenzo a prendia contra o vidro era suficiente para deixar marcas, mas Valentina sequer piscou. Ela mantinha o olhar fixo naqueles olhos âmbar que ardiam com uma intensidade quase animalesca.
"Você acha que sabe com quem está lidando, garota?", rosnou ele, aproximando perigosamente os lábios do ouvido dela. "Eu posso destruir sua carreira antes que o sol raia em São Paulo."
Valentina soltou uma risada baixa, um som cortante que ecoou na imensidão da sala escura. Ela inclinou levemente o queixo, permitindo que o perfume de jasmim e âmbar que usava entrasse em conflito direto com o aroma de café forte e vinho do chefe.
"Faça isso e perderá a única pessoa neste prédio que não tem medo da sua cara feia", retrucou ela com insolência pura.
O silêncio que se seguiu foi cortado apenas pelo estampido distante de um trovão que sacudiu as estruturas da Avenida Paulista. Lorenzo sentiu o peito arfar pesadamente contra o tecido encharcado de vinho, a respiração de Valentina batendo quente em seu pescoço.
Lentamente, como se estivesse lutando contra um feitiço invisível, ele afrouxou um pouco o aperto nos pulsos dela. Em vez de soltá-la, porém, os dedos longos do CEO deslizaram para cima, envolvendo o pescoço macio de Valentina com uma lentidão carregada de ameaça.
"Você é extremamente petulante para alguém que veio pedir emprego na boca do lobo", murmurou ele, fitando a boca dela com uma fome evidente.
"Quem disse que eu vim pedir favor?", sussurrou Valentina de volta, os olhos verdes brilhando como esmeraldas na penumbra. "Talvez eu estivesse apenas procurando uma boa vista."
"A vista daqui de cima é solitária", admitiu ele num sussurro quase involuntário.
"Então prepare-se para ter companhia", disparou ela sem pestanejar.
A audácia daquela resposta atingiu Lorenzo como um soco no estômago, arrancando dele um sorriso torto e sombrio. Ele nunca encontrara uma mulher capaz de olhar para o abismo e sorrir de volta para a escuridão.
Sem aviso prévio, a mão dele que estava em seu pescoço subiu para segurar firmemente os cabelos castanhos presos no coque impecável. Com um puxão seco e deliberado, os grampos de metal voaram, fazendo os longos cachos caírem em cascata sobre os ombros dela.
"Agora sim", aprovou ele com voz áspera, admirando o estrago que acabara de fazer na pose executiva dela. "Você parece muito mais interessante pronta para a guerra."
"Guerra é o meu sobrenome, senhor Valente", rebateu ela, jogando o cabelo para trás com altivez.
"Espero que saiba lutar corpo a corpo", provocou ele, aproximando ainda mais o quadril.
Valentina sentiu o couro cabeludo arder, mas o choque daquele gesto abrupto apenas alimentou a chama da rebeldia em suas veias. Ela ergueu a mão livre e, com unhas perfeitamente aparadas, cravou levemente os dedos na gola da camisa manchada de vinho de Lorenzo.
PUBLICIDADE
"Cuidado, senhor Valente", avisou ela, com a voz tingida por uma promessa subversiva. "Os cachorros que mordem a mão do dono costumam ser os mais difíceis de domesticar."
"Eu adoro animais selvagens", respondeu ele, num sussurro rouco que fez o estômago dela dar uma cambalhota inesperada. "Especialmente aqueles que imploram por piedade antes de morder até o osso."
O ar entre eles parecia rarefeito, transformando-se em uma mistura volátil de testosterona, ódio recíproco e uma atração carnal avassaladora. Nenhuma palavra a mais foi dita enquanto os rostos continuavam perigosamente próximos, medindo a distância com a precisão de franco-atiradores.
Fora daquela bolha de tensão, o relógio na parede digital marcava exatamente meia-noite e meia. O primeiro dia oficial de trabalho de Valentina mal havia começado, mas as regras tradicionais da empresa já haviam sido estilhaçadas para sempre.
Lorenzo lentamente afastou o rosto, embora seus dedos ainda mantivessem uma posse implacável sobre os fios de cabelo dela. Os olhos dele percorreram cada centímetro daquele rosto altivo, buscando qualquer sinal de fraqueza que confirmasse sua vitória iminente.
"Sua mesa fica na antevisão desta sala", ordenou ele, recuperando o tom formal, embora a respiração ainda estivesse irregular. "E amanhã, quero o relatório de fusão na minha mesa antes das oito."
"Será entregue às sete e meia, para o senhor não ter do que reclamar", alfinetou ela com um sorriso mordaz.
"Faça questão de cumprir esse horário, ou sentirá o peso da minha cobrança", avisou ele, soltando-a finalmente.
Valentina ajustou o paletó com um movimento elegante, ajeitando a postura com uma frieza calculada que rivalizava com a dele. Ela sabia que acabara de cruzar uma linha sem retorno, mas não sentia o menor pingo de arrependimento.
"Às sete e meia em ponto, senhor Valente", respondeu ela com um sorriso irônico e polido que beirava o cinismo. "Espero que sua equipe saiba lidar com números exatos e com surpresas inesperadas."
"Minha equipe lida com fatos, senhorita Silva", retrucou ele, voltando a vestir a máscara de gelo. "Espero que você não seja apenas uma tagarela bonita."
"O tempo dirá quem tem mais a perder", concluiu ela antes de dar as costas.
Sem esperar por uma resposta, ela girou nos calcanhares e caminhou com passo firme em direção à porta de vidro fosco. As solas dos seus sapatos de salto alto ecoaram pelo escritório silencioso como tiros secos disparados em um campo de execução.
Assim que a porta se fechou com um clique suave, Lorenzo permaneceu estático por longos segundos diante da imensidão da janela encharcada pela chuva. Ele olhou para a própria mão, sentindo ainda o perfume marcante dela impregnado na pele áspera.
Com um gesto impaciente, ele arrancou a camisa suja de vinho do próprio corpo, jogando-a no chão sem a menor cerimônia. A imagem daquela mulher desafiadora não saía de sua cabeça, queimando como brasa viva sob a sua pele blindada.
"Droga", praguejou ele em voz alta para a sala vazia, sentindo o pulso acelerado.
Do outro lado da parede, sentada em sua nova cadeira de couro sintético, Valentina abriu a bolsa com as mãos levemente trêmulas pela adrenalina acumulada. Seus dedos tocaram a superfície fria do pequeno pen drive criptografado que guardava a ruína daquela família.
Ela respirou fundo, fechou os olhos por um instante e repetiu mentalmente o mantra que a mantivera viva até aquele dia fatídico. O jogo de xadrez mais perigoso de sua vida acabara de dar o primeiro xeque, e ela não pretendia perder por nada neste mundo.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4105 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127