"Vingança em Pétalas de Rosa: O Fim de um Legado" Capítulo 7
PUBLICIDADE
Mas era só isso.
Outras coisas, como o seu amor, não eram algo que ela pudesse almejar.
12
Julian voltou à empresa e ficou lá por mais três dias.
Estranhamente, desta vez, Giulia não veio se curvar diante dele por um longo tempo.
Mas Julian era um homem muito paciente; ele tinha certeza de que Giulia não aguentaria por muito tempo.
Seu assistente bateu à porta e colocou uma pasta à sua frente:
"Sr. Julian, consegui o que o senhor pediu para investigar."
"Aquela série de fotos, o organizador também não conseguiu contato com o doador, mas rastreamos as impressões digitais daquelas pessoas que levaram a Sra. embora, e uma delas coincide com uma das digitais deixadas nas fotos reveladas. Aquele homem foi encontrado."
Julian perguntou: "Quem é?"
O assistente levantou os olhos com cautela: "É... o guarda-costas que o senhor designou para a Srta. Mariana, Zhao Sanfeng."
A expressão de Julian tornou-se instantaneamente fria.
O assistente contou tudo tim-tim por tim-tim:
"Zhao Sanfeng confessou tudo. Naquele dia, sob as ordens da Srta. Mariana, ele dopou a Sra. e a levou para os arredores da cidade. Além de tirar as fotos, ele não tinha permissão para fazer nada."
"Talvez tenha sido por esse motivo que a Sra. não suspeitou muito e não ficou alerta depois."
"Zhao Sanfeng ainda disse..."
"Disse o quê?" Julian perguntou com rispidez.
O assistente abaixou ainda mais a cabeça: "Ele disse que a Srta. Mariana falou literalmente que queria que a Sra. provasse o gosto de ter algo a dizer e não poder falar, de ser considerada por todo o mundo como... mesmo sendo inocente."
A mente de Julian ficou em branco.
Por uma acusação infundada, ele matou seu próprio filho, injustiçou Giulia, permitindo que ela fosse punida, trancada na câmara frigorífica e sofresse a dor de um aborto.
E naquela noite, quando ele "voltou para mimá-la", ele ainda disse aquelas palavras que perfuraram o coração dela, pregando-a na coluna da infâmia por "falta de castidade".
Não era de admirar que ela não o tivesse ignorado naquela noite.
Não era de admirar que, nesses três dias, ela nunca viesse vê-lo.
Giulia nunca esteve em um caso com outro homem; do início ao fim, ela era completamente inocente!
Os olhos de Julian ficaram vermelhos.
Ele se levantou bruscamente e caminhou a passos largos para fora.
O assistente correu atrás dele:
"Sr. Julian, devagar..."
Julian entrou no carro, deu a partida e disparou em direção à mansão.
A porta se abriu, ele correu para o quarto, mas estava vazio.
O vestido e o bolo daquele dia estavam jogados na cama exatamente como ele os deixara; o bolo estava uma bagunça, exalando um odor desagradável.
"Giulia..." ele chamou, sua voz trêmula.
Julian estendeu a mão e tocou o edredom amassado, que estava com uma temperatura terrivelmente fria.
Ele parou, atordoado, e puxou-o bruscamente.
Não havia ninguém sob o edredom?
PUBLICIDADE
O ar solidificou-se.
Muito tempo depois, Julian ouviu sua própria voz, calma de forma aterrorizante:
"Onde está a Sra.?"
A babá e o assistente não ousavam respirar.
O mordomo estava quase chorando: "Sr., nós... realmente não sabemos."
"A Sra. não está aqui há dias!"
Julian soltou um riso frio.
No segundo seguinte, ele chutou o armário.
As coisas caíram por toda parte, produzindo um som estridente.
"Bando de inúteis, não conseguem nem vigiar uma pessoa!"
"Saiam todos! Saiam! Vão procurar por ela!"
O mordomo e os empregados saíram aos tropeços, apavorados.
Cada um deles estava em pânico absoluto.
O Sr. Julian sempre foi uma pessoa de temperamento contido e excelente educação; era raro vê-lo tão furioso.
Era realmente assustador.
E tudo isso por causa daquela Sra. que nunca foi muito valorizada...
Julian respirava com dificuldade, andando de um lado para o outro no quarto pequeno, revirando tudo como uma fera encurralada.
RG, passaporte, todos os documentos importantes haviam desaparecido.
Giulia fugiu!
Ela planejou tudo; antes mesmo de enviar a gravação para ele, ela já tinha fugido!
"Chame a polícia, registrem o desaparecimento, verifiquem as rotas aéreas! De qualquer forma, encontrem-na para mim! Não acredito que ela possa ter voado para o céu!"
O assistente, enxugando o suor frio, respondeu repetidamente e saiu correndo para entrar em contato com as companhias aéreas e outros departamentos.
Julian, após o acesso de raiva, sentou-se na cama, perdido e sem conseguir agarrar nada.
Parecia que algo muito importante em sua vida estava escapando; ele sentia pânico, mas não podia fazer nada.
Muito tempo depois, ele riu friamente:
"Ficou esperta, desta vez quer levar o 'se fazer de difícil' ao extremo."
Sim, devia ser isso.
Ele pegou aquele vestido vermelho na cama, olhou fixamente para ele com sombria intenção por alguns segundos e jogou-o diretamente na lixeira.
Mas ao chegar à porta, ele parou e voltou.
Julian olhou para o vestido vermelho na lixeira com uma expressão sombria e instável.
Depois de muito tempo, ele se abaixou, pegou o vestido e o dobrou com o rosto tenso.
No momento em que abriu o guarda-roupa para colocá-lo, ele parou atônito.
Dentro do guarda-roupa, havia apenas fileiras solenes de roupas pretas, brancas e cinzas.
O vestido vermelho parecia tão chamativo, tão abrupto.
Julian percebeu subitamente que Giulia não vestia o vermelho que tanto amava há muito tempo.
E esse hábito parecia ter mudado por causa dele.
A irritação vaga em seu coração voltou; não sabia se era culpa ou outra coisa.
Ele apertou os lábios, jogou o vestido dentro e se virou para sair.
13
No dia seguinte, o assistente colocou uma pasta na mesa de Julian.
Ele baixou a cabeça, não ousando encarar o rosto de Julian:
"Sr. Julian, registramos o desaparecimento em seu nome como familiar, mas fomos informados pela delegacia que o senhor e a Sra. já... dissolveram o vínculo matrimonial."
Julian olhou por um longo tempo para a capa de cor vermelho-escura do documento dentro da pasta transparente, onde as palavras "Certidão de Divórcio" estavam impressas em letras douradas.
PUBLICIDADE
Quando o silêncio se tornou tão denso que o ar parecia ter parado, ele soltou uma risada fria:
"Divórcio? Quem permitiu?"
O assistente não se atreveu a responder.
Julian pegou a pasta e a abriu.
Ao folhear a certidão de divórcio, viu a data recente e o selo oficial; não parecia ser falsa.
Ele se divorciara dela e nem sequer sabia.
Ele lembrou-se do acordo de divórcio que assinara despreocupadamente naquele dia; ele tinha certeza de que ela não ousaria, mas ela ousou justamente desta vez.
Com os olhos injetados de sangue, Julian encarava a certidão, quase querendo queimá-la com o olhar.
Não deveria haver nenhum sentimento, afinal, ele nunca amou Giulia.
Mas, naquele momento, ele sentiu uma raiva indescritível; não sabia se era por ter sido enganado ou pela frustração de um fato consumado.
Ele se levantou subitamente e varreu tudo o que estava sobre a mesa com um movimento brusco.
O notebook, o copo de água e os documentos caíram no chão, fazendo um estrondo.
Julian riu com desprezo:
"Como ela ousa? Como ela ousa fazer isso!"
O assistente sentiu um calafrio; nos últimos tempos, esta já era a segunda vez que Julian perdia o controle e explodia em fúria.
O Sr. Julian nunca fora de perder a calma; sempre mantinha uma imagem fria e contida, fosse com quem fosse.
Depois de desabafar, Julian finalmente sentou-se exausto, com as mãos na cabeça.
"Procurem... saiam todos daqui e procurem por ela..."
Sua voz soou arrastada, fraca e cansada.
O assistente ergueu os olhos com cautela, vendo o homem, sempre tão frio e distante, agora abatido e exausto, com os olhos injetados de sangue e um brilho que parecia ser de lágrimas.
Ele não suportou olhar por mais tempo e retirou-se em silêncio.
Julian fechou os olhos, e uma dor violenta e incontrolável surgiu em seu coração.
Era como se uma parte viva e vital de seu peito tivesse sido arrancada à força, sem que ele pudesse segurá-la de jeito nenhum.
Do outro lado, Giulia já havia chegado à capital e se instalado.
Ela viera para ficar com sua melhor amiga, Thaís.
As duas eram inseparáveis quando crianças, crescendo juntas na cidade portuária até os quinze anos; depois, a família de Thaís se mudou para a capital, e embora se vissem pouco, nunca perderam o contato.
Neste momento, ela estava na casa de Thaís.
O apartamento ficava no terreno mais caro da capital, e através das amplas janelas de vidro podia-se ver a vista sinuosa do rio e as luzes deslumbrantes da cidade.
Thaís virou um gole de vinho branco gelado, suspirando de satisfação:
"Você deveria ter se afastado daquele homem há muito tempo. Eu te disse, esse tipo de homem impotente tem problemas psicológicos, ele é um pervertido, entende?"
"Você ignora tantos homens bonitos e modelos que se jogam aos seus pés para ficar bajulando um iceberg?"
Giulia segurava um lenço, com os olhos ainda inchados e avermelhados:
"Ele não é impotente, é frio sexualmente."
"Tá, tá bom, frio." Thaís gesticulou com a mão, "Frio e ainda consegue trair, que incrível, parece que ele só é frio com você mesmo."
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4105 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127