"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 65
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Quando chegamos em Paris, a chuva era intensa e fomos diretos para o hotel Plaza Athénée. O lugar era lindo, e o que era ainda mais lindo era ter Dante comigo, sorrindo, me enchendo de beijos. Leve e feliz. Depois de fazermos o check in, fomos acompanhados para o nosso quarto. Dante tinha escolhido o quarto Eiffel. Eu jamais poderia ter imaginado um quarto tão lindo com uma vista magnífica da torre Eiffel, que ainda era bem visível, apesar da chuva.
Dentro do quarto estava uma cama King size com Lençóis de tons neutros que faziam contraste com as cortinas na cor bordô. Rosas frescas estavam por toda a parte, o banheiro era todo em mármore, com uma grande banheira bem convidativa. Eu olhava tudo aquilo e não conseguia esconder o quanto estava maravilhada com a visão. Em uma mesa ao ângulo, estava um balde de gelo com uma garrafa de champanhe e junto alguns pequenos bolos decorados, cortesia do hotel. Dante me abraçou por trás enquanto eu estava olhando o quarto.
-Espero que tenha gostado. Caso contrário, podemos escolher outro quarto.
-Você está brincando comigo? Isto é lindo demais...
-Não tão lindo quanto você.
-Você me deixa sem graça.
E eu amo quando você fica sem graça. Mas eu estou falando a verdade, você é linda e eu não estou me referindo somente ao seu corpo. Você não tem a mínima ideia da luz e vontade de viver que você trouxe para a minha vida. Você me fez pensar em coisas, desejar coisas que eu nunca tinha pensado antes.
-Quer compartilhar comigo?
-Eu quero compartilhar tudo contigo, Bella mia.
Ele se sentou me levando com ele, eu fui para o seu colo. A sua mão segurou o meu rosto me virando para o seu, enquanto ele continuou a falar:
-Antes eu pensava apenas em fazer fortuna. Em ser o melhor, em ser o mais potente, o mais rico. Mas eu nunca desejei o amor, nunca pensei em ter uma vida com alguém. Tudo era negócios. Mas com você, tudo o que eu quero é te fazer sorrir. É ser feliz ao seu lado. Quero tempo com você, quero desfrutar tudo o que possuo com você. Quero você na minha vida para sempre. Eu não estou brincando quando eu falo isso. Eu quero uma vida com você, completa com tudo o que temos direito.
-Eu te amo, Dante. Eu ainda continuo achando tudo isso uma loucura. Eu estou tremendo de medo, mas eu estou segurando em sua mão, e isto me basta para seguir em frente. E acreditar... -Vamos ficar juntos, vai ser complicado, mas eu não me importo com nada à nossa volta, somente com você. Com a sua felicidade, que também é minha e com o nosso amor. Ele me beijou e meu coração, apesar de estar acelerado, estava em paz com todo o sentimento que estava nos consumindo. Ele se afastou um pouco do meu rosto e sorriu:
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-Agora podemos brindar?
-Sim, nada nos impede.
Ele se levantou e abriu a champanhe, fazendo saltar a rolha, o que nos fez sorrir. Ele serviu as nossas taças com o líquido borbulhante. Brindamos, e nossos lábios se uniram em beijos que pareciam intermináveis. Em um momento, ele se afastou e pegou um pequeno bolo, me fazendo mordê-lo. Enquanto eu me deliciava com a massa doce, ele sorriu e mordeu o restante do bolo que estava em sua mão. Os nossos beijos e a degustação de champanhe e bolo esquentaram em pouco tempo. E tudo começou a ser cada vez mais tórrido. Eu estava em seu colo, estávamos em uma poltrona confortável perto da janela. Ele tinha tirado o meu vestido, me deixando apenas com a calcinha. A este ponto, estávamos bebendo diretamente do gargalo da nossa segunda garrafa de champanhe.
Mais uma vez, ele levou a garrafa em seus lábios. Desceu o seu rosto versando o líquido sobre os meus seios. Ele os chupou avidamente me fazendo gemer. Eu peguei a garrafa de sua mão e foi a minha vez de experimentar a champanhe no corpo do meu amante.
Ele já estava sem camisa, então eu despejei o líquido dos meus lábios em seu peitoral bem definido e chupei com vontade, lambendo cada gota. Ele estava duro sob mim, e eu latejava por ele. Eu me levantei do seu colo quando ele mais uma vez, chupava meus seios. Diante do meu ato, ele gemeu indignado. Eu sorri e desabotoei a sua calça.
Os seus protestos terminaram quando ele, mantendo o seu olhar lascivo sobre mim, me ajudou a tirar a peça de roupa do seu corpo que tanto nos incomodava.
Dante era lindo de qualquer jeito.
Mas a visão dele no sentado naquela poltrona, com a sua majestosa ereção pronta para mim, era ainda mais delicioso e lindo de se ver. Eu tirei a minha calcinha de maneira lenta. Ele tentou me puxar para ele, mas eu me afastei. Me ajoelhei entre as suas pernas e peguei a garrafa de suas mãos, despejando lentamente o líquido em sua barriga e sobre a sua ereção, que eu chupava lentamente com beijos gulosos. Ele segurava os meus cabelos e clamava por mais. Eu deslizei a sua ereção em minha boca até senti-lo no fundo da minha garganta. Neste momento, ele ergueu os seus quadris e xingou vários palavrões em italiano. De
repente, ele me fez levantar com ele,
me puxando para a cama. Ele se deitou e me puxou para si.
-Eu também quero te devorar. Sentir a sua doçura, por isto sente-se em minha boca.
Eu estava ardendo, e este era um pedido extremamente tentador e irrecusável. Começamos assim, um 69 intenso. Quanto mais eu o engolia e chupava, mais a sua língua habilidosa percorria a minha carne trêmula, me fazendo rebolar em sua boca. Eu estava perdendo o controle, mas ele segurava firme os meus quadris, me impedindo de me mexer. Eu engasguei quando o levei até o fundo de minha garganta ao mesmo tempo que sentia ele me dar outro orgasmo.
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Eu estava escorrendo por sua boca. Eu estava quente e trêmula, querendo senti-lo dentro de mim. Parecendo escutar os meus pensamentos, ele me puxou para baixo. Eu deslizei sem dificuldades o seu comprimento para dentro de mim, enquanto ele alisava as minhas costas. Eu subia e descia. Me deliciando de cada centímetro dele, me preenchendo. Eu estava perdendo as forças quando ele segurou forte a minha bunda, quase me mantendo imóvel enquanto ele, com os pés, impulsionava o seu quadril para mais alto, me acertando profundamente.
Ele me levantou tirando a sua
ereção de dentro de mim, me
puxando novamente para trás, mas
desta vez ele me girou tão rápido
que quando percebi, ele já estava por cima de mim,
quadril para
o
puxando me
baixo. A sua boca foi novamente para entre as minhas coxas. E quando a sua língua me tocou novamente, eu estava chorando de prazer. Literalmente. Molhando o meu rosto de lágrimas e os Lençóis com o meu gozo. Os seus dedos preenchiam onde antes estava a sua majestosa ereção. Ele me tocava liberando e liderando uma sinfonia de orgasmos descontrolados.
atualizado primeiro em
Quando eu estava perdendo meu
fôlego, ele puxou o meu quadril mais
para baixo e levantou minhas
pernas. Por extinto, eu segurei os meus pés ao ar enquanto ele
posicionava sua erecto COM desão.
pressionando-a para dentro. Ele apoiou suas mãos nas laterais da minha cintura. Os músculos dos seus braços saltavam pelo esforço. E a partir daí, eu só sentia toda a sua força me preenchendo com um ritmo desesperador. O seu quadril batia tão rápido contra o meu que eu mal conseguia ficar no lugar. As estocadas eram intensas, ele apertava a minha bunda e me dava alguns tapas, que me deixaram ainda mais molhada.
Eu estava apertando-o dentro de mim a cada vai e vem. Ele gemia alto e eu gritava o seu nome sem parar, implorando, pedindo por mais daquela intensidade. Eu tentava me segurar em seus braços que estavam tremendo. Ele estava inchando e pulsando dentro de mim. Eu tinha a sensação de sentir até mesmo as suas veias inflarem contra as minhas paredes internas. Ele estocou mais algumas vezes e enquanto soltava um gemido, ele me preencheu com o seu gozo quente.
-Jamais vou me cansar disto, Bella mia.
-Eu não quero que você se canse. — Respondi, ofegante.
Ele alisou o meu seio e colocou a sua outra mão, apoiada sobre mim. O seu dedo pressionou e circulou o meu clítoris. Ele permanecia duro dentro de mim, mas não se movia. Ele me olhou ainda cheio de desejo e eu estava novamente no meu limite. Ele me tocou de uma forma tão perfeita, tão doce, tão certa do que ele fazia que eu gozei novamente. E ele sorriu vitorioso.
Tão maravilhosa. Eu te amo.
Eu apenas sorria ao senti-lo beliscar novamente os meus seios e depois me puxar para os seus braços. Eu estava rendida a este homem, e por mais louco que tudo fosse, eu sentia que ele estava tão entregue quanto eu.
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