"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 63
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Pensei um pouco e resolvi mandar uma mensagem para a Liah, ela com certeza me ajudaria a acalmar a confusão em meu peito.
Eu caminhei até o lugar em que Dante me levou da última vez. Me sentei na grande pedra em que estivemos juntos, tirei as minhas sandálias e coloquei os meus pés na água, buscando aquela sensação de paz que eu tinha sentido naquele dia, nos braços dele. Digitei a mensagem, contando tudo o que tinha acontecido. Sobre as nossas decisões e sobre o que a Vivian tinha acabado de falar. Quando eu terminei, sequei as lágrimas teimosas que rolavam pelo meu rosto. O meu celular tocou e no visor apareceu o nome da Liah.
-Oi, querida. Lamento por isto. Vocês estão enfrentando um obstáculo atrás do outro. Mas Karen, não desista. Não se arrenda, o que deve te importar é o que vocês estão dispostos a fazerem juntos. Eu te disse e vou repetir, eu nunca o vi da maneira como ele está com você. O Aron está chegando nos próximos dias. Você terá mais um aliado ao seu lado. Ele já sabe o que está acontecendo. Eu falei com ele sobre você, e ele está feliz pelo Dante.
-Eu o amo, Liah. Mas acho que agora, ele talvez pense melhor sobre tudo e decida ficar com ela. Afinal, ela está grávida...
Alguém tirou o telefone da minha mão. Eu me virei assustada e Dante estava atrás de mim. Ele colocou o aparelho no ouvido e calmamente falou:
-Liah, preciso falar com a Karen agora, ela te liga depois.
Ele desligou o celular e enfiou o aparelho no bolso de sua calça.
-Sério?
Ele se aproximou, se abaixou e segurou em meu rosto enquanto dizia:
-Eu disse que precisava ficar um minuto sozinho para pensar, mas eu jamais vou te deixar. Nada muda entre nós...
-Bom, ela está grávida...
-Você também talvez esteja grávida, ou poderá ficar. A diferença é que eu tenho certeza de que o filho em seu ventre será meu. Não terei dúvida alguma da paternidade. Eu nunca transava sem camisinha com a Vivian, ela dizia usar pílula, mas eu nunca acreditei. Mas sim, existe uma chance remota de isto ser verdade, pois em uma noite ela veio em minha casa, eu estava irritado após perder um negócio. Eu estava bebendo, ela se ofereceu de preparar mais um drink para mim. Lembro que esta noite apaguei, não sei o que fiz. No outro dia, ela disse que tínhamos transado. Eu não achei nenhum preservativo jogado no lixo...
Eu o encarei com o meu coração cheio de dor. Eu sabia que não tinha direito de ficar brava. Isto foi antes dele me conhecer. Nem sabíamos da existência um do outro. Ele passou o dedo em minhas bochechas, enxugando as lágrimas, enquanto continuou falando:
-Ela pode muito bem-estar blefando também. Eu disse que não falaria com ela até ela abrir o bico sobre as tais ameaças que ela nos fez. E se ela estiver mesmo grávida, talvez eu nem mesmo seja o pai. Você entende? Eu não vou ceder a chantagens. Eu pago os meus advogados para isto. Eu liguei para Aron e ele já está providenciando tudo. Ela terá que provar que está realmente grávida, eu exijo que ela faça o teste de DNA. Ela não vai atrapalhar os nossos planos. E eu te disse, e repito, estou disposto a me casar com você agora mesmo, te darei o meu sobrenome, tudo de mim para que você não vá embora, porque eu realmente te amo, Bella mia, eu não vou te perder.
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-Dante... Eu nem sei o que te dizer.
-Diga apenas que você vai continuar comigo. Diga que me ama, me beije e venha comigo. Estamos atrasados para o nosso voo para Paris.
Diante das suas palavras parecia que o mundo estava parado. Que existia apenas nós dois. A minha respiração estava acelerada tanto quanto o meu coração. Era tarde demais para fugir de nós. Rendida pela intensidade dos sentimentos, eu disse:
-Eu te amo tanto que dói. Me leve com você para longe de tudo isto. Me faça esquecer...
Eu vi o seu olhar intenso antes de sentir os seus lábios nos meus. A sua mão foi para o meu cabelo, e ele estava me apertando em seu corpo. Como se quisesse me libertar de toda a dor que eu estava sentindo. Eu envolvi os meus braços em volta dele, enquanto a sua língua me fazia querer ainda mais. De repente, ele se afastou e sorriu.
-Eu te amo, jamais esqueça disto. Eu nunca usei essas palavras antes. Eu não as estou dizendo em vão.
Ele beijou a minha mão e me
esperou colocar as sandálias. Ele
me levou de volta para a frente da
tava nosvi
casa onde um carro estava nos esperando. Ele rapidamente abriu a porta para mim e entrou se
acomodando do meu lado. Ele me puxou para o seu colo e me abraçou forte. Senti a sua respiração em minha pele, enquanto eu alisava os seus cabelos.
-As malas foram carregadas, eu organizei as últimas coisas. E agora eu vou fazer algo que eu não faço há alguns anos.
-O que?
-Vou desligar o meu celular, me desconectar do mundo e ficar com você. Eu serei todo seu e quero você toda para mim. Seria possível? Ao menos por estes três dias em Paris...
O meu coração alterou a batida no peito. Eu entendia a necessidade de desconectar de tudo. De ficarmos conectados apenas em nós.
-Sim. Eu farei isto, amore mio. Eu preciso apenas ligar para o Gabriel e explicar que por três dias ele não conseguirá falar comigo, mas que eu ligarei assim que eu puder...
-Eu não me importo que você ligue para ele todos os dias. Eu só não quero os nossos telefones nos atrapalhando. Eu preciso de você para mim.
-Eu preciso de você... Sempre....
Ele sorriu e me beijou. Um beijo lento, mas extremamente sensual. Ele gemeu de frustração em meus lábios quando se afastou.
-Estamos chegando. Mas eu preciso fazer uma última ligação e depois desligarei tudo.
-Tudo bem.
Descemos do carro e seguimos
direto para o avião assim que
M
chegamos no aeroporto. Dante o aeroporto. Dante V
estava
ainda estava falando com o seu
irmão. E continuou até nos
acomodarmos em nossos assentos.
-Obrigado, Aron. Sim, ela é a mulher da minha vida. Eu vou me casar com ela. Se o irmão dela me permitir, obviamente.
Ele sorriu para mim. Ele continuou sorrindo, escutando, enquanto o seu irmão falava do outro lado.
-Não! Ela não tem irmãs, Aron! E nem pense em fazer gracinhas para ela. Eu sei que você preza por sua vida.
Ele soltou uma risada e se despediu do irmão. Em seguida, ele desligou o celular e jogou o aparelho dentro da mala de mão.
Venha comigo.
-Vamos pular de paraquedas? Eu não sou tão corajosa... -Engraçadinha! Mas eu vou fazer você pular, pode ter certeza!
Ele piscou e abriu uma porta para mim. E adivinha só? Uma cama enorme, esperava por nós. Bom, eu estava falando do maior produtor de destilados na Europa. Não poderia esperar menos. Eu sorri e ele faz uma cara de quem se deu por vencido.
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