"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 55
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Quando entramos no quarto, os nossos beijos estavam mais intensos do que todos os que tínhamos dado durante o dia. Eu realmente não conseguia nem queria deixar os seus lábios por nenhum segundo. Mas precisávamos respirar em algum momento. Nos afastamos e ele sorrindo, me provocou.
-Acho melhor tomarmos banho separados. Você quer ir primeiro?
Algo me dizia que a sua pergunta era uma tentativa de esconder algum outro plano que ele tinha em mente.
-Algo me diz que isso faz parte de um plano. Você tem mais alguma surpresa?
-Talvez. Mas eu ainda quero a resposta para a minha pergunta. Você quer ir tomar banho antes de mim?
Diante do seu olhar provocativo, eu respondi:
-Deixo você decidir isto.
Ele se afastou e continuou me olhando. Ele tirou lentamente os seus sapatos, a sua camisa. Mas quando ele foi tirar a calça, ele piscou para mim e se afastou indo para o banheiro. Eu fiquei ali por um segundo, decidindo o que fazer. Eu precisava de um minuto sozinha no banheiro e agora eu teria que dar um jeito de tirar ele de lá, mas sem ser constrangedor. A porta do banheiro estava aberta, eu entrei e ele estava enchendo a banheira. Agora ele estava usando apenas a sua cueca. E o volume visível não deixava dúvidas de que ele queria o mesmo que eu. Assim que eu entrei, ele me lançou um olhar safado.
-Eu vou buscar algumas toalhas no armário. - Ele passou por mim e piscou.
Eu corri apressada para tirar a minha roupa, eu abri o chuveiro e ensaboei o meu corpo. Dante voltou para o banheiro e ficou me observando. Ele fechou a água da banheira. Tirou a sua cueca e entrou no box comigo. Ele se ensaboou e continuava me olhando de uma maneira safada. Quando de repente, ele puxou a minha mão e me girou de costas para ele. Ele pegou o sabonete que naquele momento estava em minhas mãos e começou a deslizar pelo meu corpo. As suas mãos se demoraram acariciando os meus mamilos. E cada toque seu parecia estar queimando por onde passava. E eu tremia pela expectativa, sentindo-o ficar excitado contra o meu corpo.
-Você está tremendo.
-Você me causa este feito.
-Eu deveria te deixar descansar, mas eu estou te desejando o dia todo. E a verdade é que eu não vejo a hora de fazer amor com a minha namorada.
Ele me girou de frente para ele, mordeu o meu lábio e sussurrou:
-Melhor dizendo, minha noiva!
As suas palavras quentes em minha boca pareciam estar conectadas com o meu íntimo que latejava desejando-o dentro de mim.
-Dante, eu te quero muito. — eu sussurrei de volta e a sua boca se curvou em um sorriso depravado.
Eu segurei em seus ombros e com um movimento ele ergueu as minhas pernas. Eu as envolvi em sua cintura enquanto ele segurava forte me levando para a debaixo do jato de água. O nosso beijo estava me deixando sem fôlego e completamente sedenta por ele. Ele me apoiou na parede, enquanto a água caía em suas costas. A sua ereção estava pulsando entre nós.
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-Dante...-supliquei.
Ele ignorou, descendo pelo meu pescoço, beijando cada centímetro da minha pele até chegar em meus seios. Ele chupou com força aos meus mamilos, me fazendo gemer. Eu arranhava os seus ombros, cravando em sua pele as minhas unhas. Ele, com toda a sua força, me segurou ainda mais firme, me levando para dentro da banheira. A água estava na temperatura perfeita, mas eu ainda tremia. Ele se sentou e rapidamente eu já estava em seu colo. Ele continuou beijando os meus seios, e isso estava me deixando insana. Eu desesperada, apertava os seus cabelos entre os meus dedos, gemia o seu nome como um mantra. A sua boca impiedosa, continuou me beijando, chupando a minha pele até chegar na minha boca novamente. Seus lábios estavam febris, e quando a sua língua encontrou a minha, a sua ereção deslizou para dentro de mim em uma investida profunda o que nos fez gemer em uníssono.
Nós permanecemos parados por um longo momento. As nossas respirações estavam entrecortadas. O meu corpo estava em espasmo em volta de seu comprimento. Os meus olhos estavam perdidos no mundo que existia no seu olhar, nos conectando de forma inexplicável. As suas mãos deixaram os meus quadris e foram para o meu rosto. Eu vi os seus olhos vagarem de forma sensual dos meus lábios para os meus olhos novamente. E vi aquela fração de segundo em que o seu lábio tremeu ligeiramente quando ele disse:
-Eu te amo, Bella mia.
Os batimentos do meu coração estavam tão altos e acelerados que eu mal conseguia ter voz para falar, então sussurrei:
-Eu te amo, Dante.
Sorrimos, cúmplices. As suas mãos desceram vagarosamente para o meu quadril e em sincronia, eu cavalgava nele. Uma de suas mãos deslizou entre nós, pressionando e acariciando meu clitóris. Enquanto eu estava gozando e tremendo sobre ele, os seus lábios estavam na curva do meu ombro. Enquanto saía e entrava de dentro de mim com golpes desesperados, intensos, ele sussurrou. -Você é um sonho. Não quero acordar!
Os meus batimentos aceleravam a cada estocada urgente. Eu lutava para manter os meus olhos nos seus, mas eu estava falhando miseravelmente. Os gemidos de Dante e o seu pulsar dentro de mim me deixaram sem fôlego. As lágrimas estavam descendo em meu rosto. Seus lábios me beijaram docemente, mas a sua língua me invadiu me dando toda a sua devassidão. Eu ofeguei em seus lábios quando ele saiu e voltou dentro de mim, me dando mais um orgasmo, enquanto ele gemia forte em meu ouvido e me preenchia com seu prazer. Neste momento, eu queria gritar, chorar, dizer para o mundo inteiro que eu amava o Dante, e ele me amava. Na verdade, eu queria dizer que os contos de fadas não existem. Mas o amor, sim. E ele era lindo.
Acordei com o Dante, alisando o
meu rosto. E ver o seu olhar logo pela manhã, sentir o seu corpo colado ao meu, ver o seu sorriso,
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fazia parecer que toda a magia da noite anterior ainda estava conosco. em
-Bom dia, Bella mia!
-Bom dia. Faz tempo que você acordou?
14
-Eu perdi a noção do tempo quando comecei a te admirar enquanto dormia.
-Não minta. Eu não tenho um belo aspecto pela manhã.
-Mentirosa. Você é linda em qualquer hora, de qualquer jeito. Mas confesso que tervocê assim. acordando em meus braços cheia de marcas por todo o seu corpo, provas das memórias da nossa noite de amor, isto me faz o homem mais feliz e sortudo.
-Eu estou com marcas? — falei, fingindo indignação.
Ele soltou uma risada linda e beijou o meu pescoço enquanto dizia:
-Algumas marcas dos meus chupões, das minhas mordidas, e eu vou continuar devorando você.... -Ele começa a beijar e beliscar ao longo do meu corpo. -Dante.... Me larga!
-Jamais!
Inutilmente, eu tentei segurar os seus braços, mas ele foi mais rápido que eu e segurou os meus pulsos sobre a minha cabeça, me pressionando contra o colchão. Os seus lábios foram para os meus, e eu me derreti sob os seus carinhos enquanto a sua língua me
provocava.
-Eu queria passar a manhã toda fazendo amor com você. — sussurrou enquanto se mordiscava meu lábio
Eu alisei seu abdômen esculpido e ele ofegou em meus lábios quando eu desci ainda mais a minha mão e acariciei a sua ereção.
-Você me deixa louco, mas não podemos.
-Você disse que queria, não quer mais? - Continuei provocando.
Ele puxou minha lingerie deixando os meus seios nus. Ele os abocanhou com força, enquanto pressionava a sua ereção em mim.
-Eu quero e muito. Mas não podemos...- com tom frustrado ele continuou a falar. — Eu consegui marcar a sua consulta, como você queria. E eu tenho aquele compromisso...
Ele parou de falar e me abraçou.
-Eu sei. Respondi fragilizada.
-Olhe para mim, Bella mia. Eu não quero ir. Mas isto vai fazer com que ganhemos tempo, entenda. E tempo é fundamental para o nosso sucesso, para sairmos de tudo isto ilesos. -Eu sei. Eu... estou com ciúmes.
-Seus ciúmes são infundados, Bella mia. Eu sou louco e apaixonado por você. E Eu te amo muito. Muito...
Ele depositou vários beijos em meu rosto, no meu pescoço. E então, beijou meus lábios, docemente.
-Eu também te amo. - Sussurrei em seus lábios, enquanto ele se afastava.
-Eu tenho pressa de vivermos o nosso amor em paz. Acredite em mim.
Eu o abracei e ficamos em caricias infinitas. Até o despertador do celular dele nos acordar para a vida que nos esperava fora daquele quarto.
-Hora de nos prepararmos, ou chegaremos atrasados.
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