"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 54
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-Eu não vou voltar para a Red Angel. O dinheiro do contrato já me permitia sair de lá e sustentar a minha o Gabriel por uns seis meses.
Ele sorriu, parecendo aliviado, e me olhou de soslaio.
-Eu vou te dar tudo o que você precisar.
-Dante, eu quero te pagar tudo de volta. Até mesmo o dinheiro do contrato. Eu farei isto, mesmo que eu leve uma vida inteira para conseguir.
-Eu já te disse que o que eu fiz e farei por você, não considero que seja uma troca.
-Você é impossível!
- Falei me dando por vencida.
-Na verdade, querida, diante de você, eu sou totalmente possível, acessível, volúvel...
-Exagerado!
Sorrimos um para o outro.
-Eu serei sempre exagerado quando o assunto for você.
Eu alisei o seu rosto e ele beijou minha mão. Minutos depois ele estacionou na frente da sua casa.
-Bom, eu te disse, eu queria muito terminar a noite comemorando a altura do que nós merecemos. Mas infelizmente, hoje não será possível. Mas eu organizei algo aqui em casa... -No seu quarto? - Eu ostentei um sorriso provocativo.
Ele piscou para mim enquanto tirava o cinto de segurança e saiu do carro. Eu tirei o meu cinto e quando fui abrir a minha porta, ele se antecipou e estendeu a sua mão para mim. -Nada de venda nos olhos? - Eu o provoquei e os seus olhos brilharam.
Ele se aproximou e sussurrou.
-Por agora, será o bastante que você feche os seus olhos. Mas prometo que pensarei em um bom uso para aquela fita de seda...
Ele me puxou para os seus braços, se abaixou e lambe lentamente o meu pescoço. Os seus lábios encontraram os meus e a sua língua se envolveu com a minha em um beijo intenso. Depois ele se afastou e com sorriso travesso, me disse:
-Feche os olhos, querida.
Eu obedeci e ele segurou a minha mão, me levando com ele. Estávamos rindo quando ele parou abruptamente. Senti seu sussurro quente em minha pele.
-Abra os olhos.
Eu obedeci, a imagem que surgiu diante de mim era outra cena romântica que eu jamais imaginaria vindo dele. Existia um caminho de pétalas de rosas em meio ao grande jardim que estava iluminado por algumas tochas bem-posicionadas, que proporcionavam uma iluminação doce e quente assim como o homem que estava ao meu lado. No fim do caminho estava uma mesa elegante, decorada com velas, flores e com alguns petiscos sobre ela. Eu me virei para ele que estava todo sem graça, mas o seu olhar era quente e me consumia. Eu me joguei em seus braços, beijando-o apaixonadamente com todo o meu amor, toda a minha libido. Ele me apertou em seu corpo e senti que ele estava tão excitado quanto eu. Quando eu me afastei, ele sorriu.
-Você é tão malditamente perfeita, eu não resisto e nem quero resistir.
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-Você é perfeito!
Ele sorriu, beijou a minha mão. Em seguida, ele me levou até a mesa puxando a cadeira para mim. Ele se sentou e tirou a garrafa de prosecco do balde de gelo. E sorrindo, me disse.
-Sem álcool!
-Você não precisava se sacrificar por mim....
-Por você, sempre!
O meu rosto esquentou. Aquele homem sabia como me deixar sem graça, sem palavras e com uma imensa vontade de ficar sem roupas. Ele serviu as nossas taças, brindamos e ele continuou me olhando e sorrindo.
-Você ficou tão silenciosa, acho que precisa de um pouco de música...
Ele tirou o seu celular do bolso. Ele conectou em algum sistema externo de áudio. A melodia que se iniciou eu conhecia bem, era uma música que eu já tinha escutado. Era I found my love in Portofino de Andrea Bocelli.
Ele se levantou e estendeu a sua mão para mim. Eu sem hesitar, aceitei. Ele colou seu corpo no meu, sua outra mão apoiou em minhas costas. Me conduzindo em uma dança suave, como a melodia e a letra da música.
-Esta música me faz pensar em nós dois. — Ele falou tão baixo que eu duvidei sobre ele esperar uma resposta.
Seu toque firme, minha pele, sua respiração, seu olhar no meu, tudo se tornou intenso
comecei a prestar atenção na letra da música e o meu coração disparou ainda mais. Eu tentei não desmanchar em seus braços a cada estrofe.
"Eu encontrei o meu amor em Portofino.
Porque eu ainda acredito em sonhos.
No doce encanto da manhã, o mar trouxe você para mim.
Feche os seus olhos. E eu me aproximo.
e[
Em Portofino, eu vejo você.
Lembro-me de um céu onde eu estive à espera.
Lembro-me do seu rosto tão amado e a sua boca para beijar.
Eu encontrei o meu amor em Portofino. Eu jamais vou esquecer aqueles beijos.
Não, não é triste o meu caminho. Eu encontrei o meu amor em Portofino."
Quando a música acabou, estávamos envolvidos em um beijo apaixonado. Estávamos nos consumindo em cada movimento movimento de nossas línguas: Os nossos possas corpos estavam colados. Mas parecia não ser o bastante. Nada naquele instante parecia ser o bastante. Estávamos buscando por mais e mais. As suas mãos alisaram os meus braços e foram subindo para o meu pescoço. Parando em meu rosto enquanto ele se afastava.
-Sim. Definitivamente, esta é a nossa música.
-Você não para de me surpreender, Dante Montallegro.
Eu mal conseguia conter o sorriso em meus lábios.
-Se isto significa te fazer sorrir tão lindamente, eu vou te surpreender todos os dias. - Ele me deu um beijo rápido nos lábios e se afastou. -Venha, vamos jantar.
O nosso jantar foi tão perfeito que eu me sentia em um filme romântico. Tínhamos sido servidos de boa comida, enquanto conversávamos de tudo um pouco e segundo. Tudo entre nós estava em sintonia coisas bobas, como gostar de uma banda em comum ou amar dias chuvosos. De termos vividos situações parecidas em algum momento da vida, de amar as estrelas. E a vontade de conhecer alguns lugares. Obviamente, ele já tinha visitado alguns dos quais eu sonhava, mas ele prometeu mesmo assim visitar comigo algum dia.
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