"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 52
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Eu abri o envelope e dentro encontrei a foto que ele tirou de nós dois no passeio da trilha dos beijos. E junto do nosso momento de paz eternizado naquela foto, existia um cartão dizendo. "L'amore non segue le logiche. Ti toglie il respiro e la sete. Mentre il mondo cade a pezzi io compongo nuovi spazi e desideri che appartengono anche a te."
"O amor não segue a lógica. Ele tira o seu fôlego e a sua sede. Enquanto o mundo desmorona, eu componho novos espaços e desejos que também pertencem a você."
As lágrimas se misturam com o meu sorriso. Ele desacelerou o carro e parou em um acostamento.
-Não chore, Bella mia. O trecho vem de uma música que eu amo muito e que se encaixa bem no que eu estou sentindo por você. A música é de Marco Mengoni - L'essenziale.
É lindo, Dante. - Ele seca as minhas lágrimas com seus dedos.
-Agora, eu preciso que você abra o segundo envelope. —Ele faz um sinal para o porta luvas do carro.
Emocionada alcancei o segundo envelope um pouco maior que o primeiro. Eu abri e dentro dele encontrei uma macia e larga fita de seda. Tremendo pela ansiedade eu olhei para ele e tentei fazer uma piadinha para me acalmar.
-Alguns joguinhos safados em mente?
Ele soltou o cinto de segurança e virou o meu rosto. Envolvendo os meus lábios em um beijo intenso, e eu correspondi. Ele soltou o meu cinto e eu abracei. Ele sorriu em meus lábios.
-Não vamos apressar as coisas, eu tenho um cronograma para respeitar, Bella mia. A surpresa se estenderá pelo dia e terminará a noite. Vai valer a pena, espera, confia em mim.
-Eu confio. Sussurrei em seus lábios.
Ótimo, vamos colocar esta venda em seus olhos.
Ele disse isto e deslizou a seda em meus olhos, impedindo a minha visão. Ele colocou novamente o meu cinto de segurança e suas mãos percorrem o meu braço e se demoram na curva do meu seio. Ele acariciou lentamente um de meus mamilos, me fazendo soltar um pequeno gemido. Ele mordeu o meu lábio inferior.
-Céus! Eu estou perdido. Vamos.
Eu senti o carro entrar em movimento novamente, apenas a música no rádio, nenhuma palavra. Ele se manteve calado. E a minha cabeça começou a entrar em um turbilhão de sensações. Existia uma felicidade incontrolável em meu peito, e eu estava sorrindo feito uma boba, vendada e sem a mínima ideia de para onde ele estava me levando.
E ele ficou em silêncio até o carro parar novamente.
-Chegamos, Bella mia. Mas peço-te que não retire a venda.
-Eu estou em ânsia, mas prometo que não vou tirar.
Eu escutei o barulho da sua porta se abrir. Passou um pouco mais de tempo e a porta do meu lado se abriu. Ele pegou meu braço e me ajudou a descer. E logo em seguida, começamos a dar passos para algum lugar. Ele parou e sinti o seu corpo musculoso atrás de mim, colado ao meu. A suas mãos passearam pelos meus braços. Ele alisou o meu decote e sinti ele e ficar excitado. Eu me arrepiei por completo. Enquanto ele mordiscou a minha orelha.
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-Você me deixa louco.
-Você me deixa louca. Sussurro.
Ele se afastou. Senti os seus lábios beijando meu pescoço soltei um gemido e ele tomou posse da minha boca. Sua língua, abrindo-me ao máximo para o seu beijo. As suas mãos estavam em meu rosto. Ele se afastou e sussurrou.
-Eu vou tirar a venda dos seus olhos. Mas mantenha-os fechados, por favor.
Eu obedeci quando senti os seus dedos abrirem o nó do tecido sedoso em minha cabeça.
-Deus! Como você é linda! - O seu sussurro me faz sorrir.
-Você é lindo, Dante, mas você já sabe disto.
-Você está me dizendo que eu sou convencido? - Sinto seu respiro quente no meu pescoço.
Sim, estou. — Respondo, sorrindo, ainda com os olhos fechados.
-Tudo bem, eu mereci isto. Agora abra os olhos, Bella mia.
Eu abri e estávamos em um grande Jardim de uma construção antiga. O Jardim era magnífico e o chão era decorado com pequenas pedras em cores preto e branco que formavam vários desenhos. Dante estendeu a sua mão para mim. Os seus lábios estavam vermelhos pelo nosso beijo, e isto me fez sorrir.
-Dante é lindo. Onde estamos?
-Estamos na Villa Durazzo.
-Realmente é muito lindo. É um Museu?
-Não exatamente. É uma construção do Século XVI. Agora é alugada para eventos, e o Jardim é aberto para o público visitar...
-Mas você queria restar longe de todos, de sermos notados...
-Exatamente. O responsável pela Vila é um grande amigo do meu pai. Digamos que por causa das doações dos Montallegro eles concordaram em deixar o Jardim e a casa fechados hoje. Somos somente nós dois por aqui.
Que loucura...
-Sim. E eu sou louco por você.
-Você está me deixando sem graça.
-Fofa. Ele me dá um beijo e me faz caminhar com ele.
Após alguns passos, eu pude ver que um pouco mais a frente, em um lindo gramado cercado de arbustos, se encontrava uma fonte de agua. A contrava
paisagem era de tirar o fôlego, como todo o resto. Mas o que me deixou ainda mais emocionada foi a toalha branca estendida no chão e várias almofadas em tons pastéis. Sobre ela uma cesta de frutas e vinho.
Um piquenique?
Eu sabia que a resposta era óbvia, mas a emoção me fez interrogar mesmo assim.
-Sim. Começamos a surpresa daqui. Sente-se.
-Dante, é tudo tão lindo, tão...
-Romântico?
Ele disse, enquanto sorria, sem graça, mas demonstrando um certo orgulho. Eu confirmei e beijei o seu rosto enquanto ele continuou a falar.
-Eu pensei em tudo, mas confesso que tive uma certa cúmplice.
Liah!
-Ela te adora. - ele me entregou uma taça e abriu o vinho.
-Eu a adoro. Ele terminou de derramar o líquido em meu copo e sorriu.
-Este vinho não tem álcool. Eu escolhi este por causa dos seus remédios. Assim poderemos comemorar bebendo a mesma bebida.
O que vamos comemorar? - Perguntei enquanto brindávamos.
-Ao que está por vir, para nós dois, começando por hoje.
Sorrimos, nos beijamos muito e o clima estava cada vez mais quente.
-Não estamos totalmente sozinhos, não é?
-Os meus seguranças estão em volta da Vila e alguns estão posicionados estrategicamente nos jardins. Em tom provocativo, ele continuou. Você está com alguma necessidade de que eu tenha que satisfazer imediatamente?
-E se eu estiver? - Apesar das minhas bochechas estarem quentes, eu provoquei.
-Eu vou fazer tudo para te satisfazer. Mando todos saírem, ou te levo para dentro em algum lugar, longe de olhos curiosos. O que você precisa?
-De você!
Ele se deitou sobre mim, apoiando o
seu peso em seus antebraços. E colocando as suas coxas entre as minhas pernas. Ele me provocou pernas. Ele me com algumas mordidinhas e beijos rápidos em meu rosto, em meu pescoço. Por toda a parte, me fazendo rir.
-Dante, pare! - Eu consegui dizer, entre uma crise de risada.
-Desistiu? - ele sussurrou contra a pele do meu pescoço.
-Acabei de entender que eu posso esperar. - Falei ofegante.
Que bom. Porque eu tenho que te dar isto!
Ele se afastou um pouco e se ajoelhou diante de mim, me fazendo ficar sentada à sua frente.
-O que?
Ele tirou uma caixinha do bolso de sua calça e abriu. Dentro tinha um anel solitário ainda maior do que aquele que se encontrava em meu dedo. -Mas já temos o anel do noivado...
-Sim. Um noivado falso. Eu estou te pedindo, na verdade implorando de joelhos, para que aceite namorar comigo. Que me aceite de verdade.
Apesar do sorriso sensual em seus lábios, ele estava visivelmente nervoso ao fazer aquela pergunta. E eu estava agradecida por estar sentada, pois as minhas pernas tremiam.
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