"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 50
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-Alguma sugestão de como eu devo me vestir?
-Bom, você sabe que eu prefiro você nua. Mas eu sou um homem possessivo e prefiro esta visão somente para mim. Então para o passeio, eu sugiro que você vista algo leve e sem saltos. -Vamos caminhar?
-Um pouco.
-Entendi. Vai fazer o misterioso?
-Sim!
-Você vai demorar?
-Talvez.
Eu sentia o seu sorriso abafado.
-Você ligou para me provocar?
-Se eu quisesse te provocar, isto envolveria você totalmente nua e toda a minha fome de você.
Eu respirei forte, e ele continuou.
-Você está me desejando?
-Dante, eu estou na cozinha...
Eu falei em um sussurro, e ele sorriu.
-Eu sei disto. Você deve estar com as suas bochechas vermelhas, e isto te deixa ainda mais encantadora. Você sempre fica assim quando eu estou dentro de você até o talo...
-Dante...
Ele deu outra risada e soltou um suspiro profundo.
-Ah! Bella mia, quando você estiver melhor, eu vou te levar a extremos. Você quer?
-Não! Respondo apressada, sentindo o calor entre as minhas coxas.
-Não? Sinto tom de divertimento em sua voz.
-Quer dizer, sim. Você me confunde...
-Talvez responder olhando em meus olhos, te ajude a se decidir melhor. Se arrume, estarei aí em breve.
-Quanto tempo eu tenho?
-Beijo nessa sua boca gostosa. — Ele respondeu ignorando a minha pergunta.
Ele simplesmente desligou a chamada e eu fiquei sem chão. Apenas uma conversa provocadora no telefone, e ele era capaz de me deixar com as pernas bambas. Ainda bem que a Lourdes tinha ficado o tempo todo cozinhando e não estava perto o bastante para ouvir alguma coisa. Mesmo assim, eu estava sem graça quando coloquei o telefone no lugar.
-Eu tenho que ir me arrumar. Obrigada pelo café da manhã.
-Dante namorando de verdade, e isto é tão mágico, menina! E dá para ver no seu rosto o quanto está apaixonada por ele. - Ela sorria.
-É, acho que fica difícil eu esconder o que estou sentindo por ele. - Eu falo enquanto caminho para a pia, levando o meu prato e a xícara.
Lourdes caminha apressada em minha direção e segura as minhas mãos.
-A senhorita não ouse lavar nada. Vá se arrumar para o seu amor!
-Mas...
-Vá, se arrume e se puder antes de sair, venha me ver. Quero ver vocês dois antes do passeio.
-Tudo bem. Mais uma vez, obrigada por tudo.
Eu apertei as suas mãos e sai da cozinha. Subi apressada as escadas e voltei para o quarto. Em todo o tempo em que eu estava me arrumando, eu estava pensando em Dante. Quando eu peguei a minha bolsa para sair, escutei uma doce música vinda do escritório de Dante. E o meu coração acelerou.
Ele estava preparando uma surpresa para mim bem aqui? - Pensei toda empolgada enquanto caminhava em direção ao escritório.
Diante da porta semiaberta, eu
entrei sem bater. A cadeira dele
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estava virada de costas para a porta. Mas o que estava passando na grande teve da parede me fez parar no caminho. No vídeo, Dante estava dançando com a Vivian em um salão luxuoso, cercados por uma multidão. Instintivamente, eu dei um passo para trás, mas a cadeira se girou lentamente, revelando uma Senhora elegante sentada nela.
primeiro
-Eles formam um lindo casal, não acha? - Ela sorriu ironicamente para mim.
Obviamente, eu não precisava de apresentações, ela deveria ser a mãe de Dante. Diante do meu silêncio, ela continuou falando.
-Bom, realmente, eu não posso negar. Você é lindíssima e eu entendo o meu filho estar com desejos carnais em você. Mas eu e você sabemos que isto é algo que passa.
-Senhora Fiorella, suponho. Tentando controlar a voz, eu falo, ela concorda com o sorriso e eu continuo. - Com todo o respeito, eu sei que a senhora já sabe como tudo começou entre mim e Dante. Admito que não é algo convencional, mas existe sentimento...
-Querida, vocês são jovens, normal que tenham todo este fogo. Mas isto não dura para sempre. Eu fiquei sabendo que ele pediu para você até ele
ficar por um mes a mais você
reorganizar a vida dele e abafar o escândalo. Mas sabemos que no final, ele vai escolher a mulher certa
para casar-se, para ter filhos. E quando este momento chegar, como você vai ficar? Escute, eu não
estou aqui para brigar com você, mas sim para te dar isto...
Ela me entregou um envelope, e eu não estendi a mão.
-Por favor, Karen, isto vai ser bom para todos nós. - Se aproximando de mim, ela segura minha mão e coloca o envelope fazendo sinal para que eu abra.
Com as mãos trêmulas, eu abro o envelope enquanto ela continua falando.
-Faça o seguinte. Fique este mês com ele, vivam todo o... Sexo. E cuide-se, para não engravidar. Nem pense em dar o golpe da barriga no meu filho. No último dia deste mês, vá embora, gaste este cheque e deixe o meu filho em paz.
A folha de cheque nas minhas mãos
tinha mais zeros no final do que eu poderia contar. Ela estava me oferecendo uma cifra obscena para deixer o Dante. Imediatamente, o amargo subiu em minha boca. Me
fazendo lembrar que eu já deveria
esperar por este tipo de reação. As lágrimas estavam no meu rosto, o meu coração estava cheio de tristeza, de dor, de raiva. Eu rasguei o cheque, joguei sobre ela.
-Eu amo o seu filho. Eu não vou deixá-lo por dinheiro algum!
Neste momento, senti braços fortes me envolverem e o cheiro familiar de Dante em mim.
—Bella mia, você está bem? Me desculpe por isto.
Antes que eu pudesse falar algo, a sua mãe começou a mentir descaradamente.
-Dante, meu filho. Essa garota me pediu o dinheiro, e eu apenas dei. E pedi para ela ficar longe...
-Basta! Mãe, já chega! Eu não quero mais te ver nesta casa! Eu não quero falar com você neste momento! Então, vá! —A sua voz estava alterada, e eu podia sentir ele tremendo.
Ele me segurou ainda mais em seus braços me passando confiança e apoio.
-Filho, esta casa era do meu pai...
-Sim, era! E o Vovó a deixou de herança para mim. Portanto, é minha casa, então saia. Você já fez estragos demais.
Ela me olhou toda sem graça. Ela pegou a sua bolsa grifada e passou por nós. Ela tentou tocar em Dante e ele automaticamente nos afastou. Quando o barulho dos saltos dela, desapareceram no corredor, ele se sentou na cadeira, me levando com ele, me sentando em seu colo.
-Perdão! Perdão....
Ele envolveu ainda mais o meu corpo. Apesar de ser um gesto para me dar força, ele fez eu me sentir ainda mais frágil e eu não conseguia parar de chorar.
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