"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 34
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Eu preciso de você, Karen, agora. Você me quer?
A boca dele dava leves chupões em meu pescoço, enquanto ele falava. Ele foi descendo devagar para a altura do meu decote. A sua ereção era mais que evidente, e eu latejava querendo sentir ele dentro de mim. Então não hesitei em responder:
Sim...Sim...
As mãos dele rapidamente me deixaram completamente nua. E quando ele voltou ao beijando o meu pescoço e meus seios. Ele se livrou do resto das roupas que ele usava. Eu sentia a sua urgência e me deixava levar. Eu já estava pronta, latejando por ele. Com um braço, ele envolveu a minha cintura e me deitou na cama. O seu peso, levemente pesou sobre mim. Ele deixou os meus lábios por um momento e seu olhar foi para o meu enquanto ele me penetrou com um golpe intenso e passional. cada estocada era cheia de raiva, de desejo, de desespero, de ódio? De amor?
Ele gemia ao meu ouvido:
Bella mia, sei mia...mia... minha...
Eu entendia perfeitamente o que ele dizia, e eu sentia um prazer ainda mais enlouquecedor gemendo para ele.
Sim! Eu sou sua! Totalmente sua!
Ao ouvir as minhas palavras, ele ergueu os meus quadris e entrou ainda mais profundo, me fazendo gritar de prazer. Os seus dedos foram para o meu clítoris e em poucos minutos, eu estava em um orgasmo intenso, sentindo o gozo quente dele me inundar completamente, tão abundante que escorria entre as minhas coxas.
Ele não me abraçou como de costume e nem ficou ao meu lado quando terminamos. Ele saiu de dentro de mim, se levantou rapidamente e voltou para o bar. A sensação de vazio em meu corpo era dolorosa, tanto quanto em meu coração. Eu senti uma dor imensa invadir o meu peito, peguei o lençol tentando cobrir o meu corpo, enquanto eu me sentava. Dante estava visivelmente tenso e ele mal conseguia me olhar. O silêncio entre nós estava desconfortável demais, e eu não sabia como tudo tinha mudado em tão poucos minutos.
Dante, está tudo bem?
Eu vou ser bem direto, Karen. E eu preciso que você seja sincera comigo.
Ele se aproximou erguendo o meu rosto e eu caí na profundidade do seu olhar. O meu queixo estava sendo pressionado entre o seu dedo mínimo e o seu polegar. Aquele gesto possessivo por si só, já me deixava totalmente vulnerável.
Quantos antes de mim foram seus...
Ele respirou pesadamente, e continuou:
clientes? - Ele disse com voz alterada e eu pude sentir o nojo em sua voz.
O meu pulso acelerou e eu desviei o meu olhar. Dante novamente ergueu o meu rosto, me fazendo olhar para ele. Insistindo:
- Por favor, olhe para mim. Eu sei que é um assunto delicado. Jamais te julguei e não vou julgar, mas eu preciso saber. - Agora eu senti o sofrimento em sua voz e fiquei ainda mais confusa. Incapaz de fugir do seu corpo ou de sua pergunta, resolvi me despir por completo sobre a minha vida na Red Angel.
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-Eu tive três clientes fixos que....
A minha voz falhou e ele estreitou ainda mais o seu olhar para mim.
Que você fez sexo? Mas como? Você estava na agência fazia meses, como conseguiu evitar?
Simples, eu recusei muitos. E muitos queriam realmente, somente uma companhia. Eu tive mais dois fora da agência no tempo em que a Mary me puniu.
E por que ela te puniu?
Ele me soltou lentamente, mas no seu olhar, continuava no meu. Seu corpo imponente estava diante de mim me fazendo tremer.
-Eu quebrei uma das regras.
Eu continuei tremendo e temendo a reação seguinte do que eu iria contar. Dante apenas alisou o meu rosto e amoleceu o seu olhar. -Por favor, Karen.... Continue....
- A agência não aceita funcionários que se envolvam. E eu tive uma
história com outro acompanhante de luxo. Não deu certo, eu terminei. Ele contou tudo para a Mary. E ainda me culpou por ele estar indo
embora. Ele era o melhor funcionário masculino dela. em
K
Eu respirei fundo e tentei decifrar a expressão em seu rosto. Ele estava me observando atentamente, esperando o resto da história. Então continuei:
Mary me puniu por alguns meses. Desesperada e com contas acumuladas para pagar, coloquei anúncio por conta própria. E no segundo cliente, ela me chamou de volta, para trabalhar, para você.
Ele se afastou de mim e se
aproximou da janela. Ele apenas
d
observava a paisagem lá fora e
restorem
restou em silêncio. Fazendo o meu
estômago dar voltas e voltas. E a
minha cabeça doer com todos os pensamentos.
-Tudo bem. Você já transou com outros sem proteção? Visto que no contrato da agência existe a cláusula que todos devem fazer controles de saúde frequentes. Suponho que isto tenha acontecido.... -Nunca! Quer dizer, só com você...
-Eu fui o primeiro que você ficou sem preservativo. — Não era uma pergunta dele, e sim uma afirmação.
Ele se virou e continuou me observando com atenção. Eu apertei as minhas mãos e fiquei tentando entender o porquê de ele precisar tanto saber daquilo.
Espera, ele estava achando que eu queria dar o golpe da barriga? - Eu pensei indignada.
E sem pensar mais, eu falei:
-Eu uso o DIU! coloquei, pois, a pílula não me fazia bem. Então não se preocupe, eu não posso...
- Apenas tire esta ideia estúpida da sua cabeça. Eu sei exatamente o que você está pensando, e não é isto que eu penso. Você realmente não entendeu nada! Mas antes de qualquer explicação da minha parte, eu tenho uma última pergunta. E eu preciso que você continue sendo sincera.
Eu apenas concordei com a cabeça, e ele continuou:
-No final do nosso contrato, ou seja, amanhã. Você voltará a trabalhar para a Red Angel? Você vai continuar sendo uma acompanhante de luxo?
Eu fiquei calada. As suas palavras começavam a pesar e me incomodar de uma maneira extremamente dolorosa. Diante do meu silêncio, ele disparou:
Eu quero que você se torne minha! Exclusiva para mim! Eu faço e pago o que for preciso! Eu te darei o que você quiser...
Eu fechei os olhos tentando me conter, mas era tarde demais e as lágrimas quentes desceram em meu rosto. E a fúria invadiu o peito.
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