"Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário" Capítulo 17
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Eu tentei sair do colo dele, mas ele apertou ainda mais a minha cintura. E murmurou, em meus cabelos.
Por favor, fique.
Eu fiquei quieta e ele beijou o meu ombro. E continuou falando:
- Não vou mais te deixar sozinha, fique tranquila. Eu já assinei o que precisava...
Ele alcançou uma taça na mesa e se serviu do vinho.
Um brinde?
- Ao que você quer brindar?
-A este momento, Karen.
Eu levantei a minha taça e depois do brinde bebemos e o silêncio voltou. Ele relutante me deixou sair do seu colo, e eu me sentei novamente ao seu lado.
- Vocês estão entediados, digam, querem ficar sozinhos, é normal. Mas aguentem, fizemos algo simples, carbonara e uma sobremesa leve.
- Tudo bem, Liah, estamos bem, apenas cansados.
Ela sorriu e serviu a minha taça novamente.
Dante, me diga para quando será o casamento? Será aqui na Itália ou escolheram outro lugar?
Ele calmamente alisou a minha mão, brincando com o anel de noivado em meu dedo.
O mais breve possível, ainda não darei datas.
Liah o observou com um ar de reprovação.
Tudo bem, vai manter segredo. Agora me diz, Karen, você tem muito jeito com criança. Eu percebi pelo jeito que segurou Nathan e cantou para ele. Onde você aprendeu...
Liah...
Dante a repreendeu, eu apertei a sua mão e sorri para acalmá-lo.
-Eu tenho um irmão de dez anos e ajudei a cuidar dele desde quando era bebê, e na verdade, ainda cuido. Então eu aprendi na prática, eu adoro cuidar de crianças, até pensei em trabalhar com elas. Mas no fim, optei por outro curso. Enfim, a vida é imprevisível.
- Você será uma excelente mãe. Dante será um bom pai, Nathan o adora. Ele tem muito jeito com crianças. E quanto mais eu olho para vocês dois mais me convenço que serão pais incríveis.
Dante me olhou de soslaio, mas não disse nada. Eu abaixei a minha cabeça e bebi um pouco mais. Fomos salvos por Alberto, que chegou com a carbonara.
O jantar foi mais tranquilo, rimos, bebemos mais e mais vinho enquanto a Liah contava histórias engraçadas da infância e adolescência dela e de Dante e de seu irmão. E rimos sem parar.
Em algum momento da noite, Nathan acordou por um momento e eu e Dante brincamos muito com ele enquanto o Alberto e Liah organizavam tudo e preparavam os licores e o café. Nathan dormiu nos braços de Dante e foi a coisa mais meiga que eu já tinha visto. Voltamos para a mesa após colocar o bebê para dormir em seu berço.
Liah me fez provar vários licores da produção dos Montallegro. Quando saímos de lá, eu estava me sentindo bem alta com o álcool, mas mantive a pose o tempo todo.
Na volta para o hotel eu me sentia cansada e sonolenta. Adormeci acordando depois com o Dante me pegando nos braços. Irritada eu esperneei reclamando:
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- Por favor, me desça. Eu posso caminhar, está tudo bem, eu estava cansada.
Ele sorriu, abriu a porta de trás e pegou o urso que ele me deu. O meu coração acelerou. E eu tentava me convencer a ficar calma. Aquilo fazia parte do show, tudo para deixar Vivian com ciúmes. Ele segurou a minha mão enquanto entrávamos no hotel.
Quando ele abriu a porta, ele patos e colocou o urso em uma poltrona no ângulo do quarto. Eu caminhei para o armário do closet, tirei os meus sapatos e me despi ali mesmo. Sem me importar se ele estava olhando ou não, quando eu me virei, vi que ele não estava por perto. Eu escutava Dante falando no telefone, provavelmente falando com Vivian. Um ciúme infundado tomou conta de mim, e eu precisava sair dali. Eu coloquei um roupão transparente e saí do closet.
Dante estava descalço, camisa aberta e celular pressionado contra o ouvido. Mas quando ele viu que eu estava prestes a sair do quarto, ele jogou o telefone de lado e correu até mim, parando na minha frente, segurando a maçaneta.
Você não pode sair, Karen.
-Você não é meu dono!
Ele segurou o meu braço e seu olhar foi para o meu corpo.
-Eu sou o seu noivo!
A raiva já não cabia em mim. Eu empurrei o seu peito e ele mal saiu do lugar.
- Você não tem um coração? Qual o seu jogo, afinal? Por que me sujeitar a mentir para a sua família?
Ele irritado, me respondeu.
-Eu te contratei...
- Claro, eu sou o seu produto. A sua bambola, boneca que você manipula para o seu jogo cruel. Mentir por desespero, medo de perder, eu posso entender. Você tentar de todas as maneiras recuperar a mulher que você ama, tudo bem. Mas me fazer mentir para a sua família? Isto me dói muito.
Eu sentia tudo girar e parecia que eu vomitaria ali mesmo. Eu o empurrei e corri para o banheiro, fechando a porta atrás de mim, trancando-a em seguida. Eu me ajoelhei e abracei o vaso. Esperando o vômito vir, mas ele não veio. Mas a tontura aumentou. Eu me levantei, liguei o chuveiro na água gelada e me enfiei debaixo do jato d'água. Somente neste momento percebi que ele tinha ligado o sistema de música. A voz de Ursine Vulpine wicked games invadiu o ambiente.
"O mundo estava pegando fogo e ninguém poderia me salvar, a não ser você... Eu nunca sonhei que conheceria alguém como você, e eu nunca sonhei que te perderia. Não, eu não quero me apaixonar. Que jogo perverso para se jogar. Me fazer sentir assim? Que coisa perversa de se fazer, me deixar sonhar com você."
Eu fechei os meus olhos e deixei a água escorrer. Ele bateu na porta, mas eu não respondi. Ele tentou abrir forçando a maçaneta.
Eu estou bem, me deixe Dante, falaremos amanhã.
Ele parou de tentar abrir a porta e eu tentei me acalmar. Eu estava me apaixonando, eu não podia negar. Eu mal o conhecia. Como essa conexão podia ser tão poderosa?
A porta adjacente do banheiro se abriu.
Que idiota que eu fui. Esqueci de trancar a porta adjacente para o banheiro. — me amaldiçoei.
-Precisamos falar agora...
Dante parou de falar e ficou me olhando horrorizado. Em poucos segundos, ele estava embaixo do jato de água comigo. Seu corpo parecia muito mais imponente. Seu olhar no meu o tempo todo me fazia ter dificuldades em respirar. Ele fechou a água lentamente, parecia lutar consigo mesmo até ele falar algo.
-Eu sinto muito Bella mia. Eu não queria te ver assim. Eu não sabia que isso te afetaria tanto...a minha família. Escute, vamos sair daqui nos enxugar. Eu vou pedir um quarto para você...
Ele fez uma pausa e me olhou com cuidado. Continuando a falar.
— Não, eu não posso te deixar sozinha em outro quarto neste estado que você está. Vamos...
Eu não resisti a olhar o seu rosto
Cabaixano
bonito, cheio de preocupação. Ele sentia a mesma química que eu. Eu enlacei o seu pescoço, forçando-o a se abaixar o bastante, meus lábios tocaram os seus e ele segurou forte a minha cintura. Ele começou a corresponder o beijo e o nosso desejo aumentou. Ele gemeu em meus lábios e eu me esfreguei descaradamente nele. Eu desci a minha mão para a sua calça e senti o quão duro ele estava.
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