"Destino Adiado: O Amor que Não se Pode Ter" Capítulo 2
PUBLICIDADE
Ele não viu meu espanto.
No momento em que Beatriz apareceu, toda a sua atenção estava nela.
Até o tom de sua voz se tornou gentil: "O que aconteceu?"
Beatriz sorriu levemente: "Dr. Mateus, tem um paciente te procurando, melhor ir lá rápido."
Mateus não hesitou nem um pouco: "Estou indo agora mesmo."
Disse isso e começou a sair.
Ao chegar à porta, lembrou-se de que eu estava ali, parou e olhou para trás: "Descanse bem, chame-me se precisar de algo."
Eu não conseguia pronunciar uma única palavra.
Olhei para as costas dos dois enquanto se afastavam lado a lado, e uma onda de enjoo subiu pelo meu estômago.
Antes mesmo de conseguir chegar ao banheiro, abracei o lixo ao lado da cama e comecei a vomitar violentamente.
Uma enfermeira ouviu o barulho e correu para lá: "Dra. Sofia, você está bem?!"
Não consegui responder. Só depois de vomitar tudo, balancei a cabeça, com os olhos lacrimejando: "Estou bem... por favor, não conte ao Dr. Mateus sobre a minha situação."
A enfermeira não entendeu: "Você e o Dr. Mateus não são grandes amigos? Ele se preocupa muito com você."
Grandes amigos.
Sim, somos grandes amigos.
E, a partir de hoje, só poderemos ser grandes amigos.
Fechei os olhos, relaxando as mãos cerradas, cujas palmas estavam marcadas por feridas profundas feitas pelas minhas próprias unhas.
……
Não pedi ajuda à enfermeira, eu mesma limpei tudo.
Sempre fui orgulhosa; enquanto não estivesse paralisada, nunca daria trabalho a ninguém.
Mesmo que ficasse paralisada, eu preferiria morrer a ser vista em um estado tão patético.
Assim que terminei tudo e me deitei na cama, meu celular tocou.
Ao ver o nome da minha mãe na tela, a emoção que eu tinha acabado de suprimir voltou com força.
Eu não tinha contado à minha família sobre a doença.
E, como acabara de vomitar e meu estado era péssimo, tive medo de que minha mãe se preocupasse, então não atendi.
Pensei em retornar a ligação amanhã de manhã, dizendo que tinha dormido ou que estava em cirurgia.
Depois que o telefone parou de tocar, acabei adormecendo.
No dia seguinte, quando a porta foi aberta, acordei.
Era Mateus, trazendo o café da manhã, ainda vestindo a mesma roupa de ontem.
Ao ver que abri os olhos, ele disse com uma voz fria: "Esse seu problema de acordar com qualquer barulho parece não ter cura. Da próxima vez, virei mais tarde."
Ele se aproximou e, ao olhar para a mesa, viu a marmita do jantar de ontem ainda ali.
Intacta, intocada.
Ele franziu a testa para mim: "Você não comeu nada?"
Eu não tinha apetite depois de vomitar na noite anterior, mas não podia dizer a verdade.
Sentei-me devagar: "Estava cansada ontem, acabei dormindo direto. Na verdade, você não precisa se esforçar tanto comprando comida para mim."
Mateus jogou fora o jantar gelado com uma expressão severa e abriu pessoalmente o mingau quente, colocando-o na minha frente.
PUBLICIDADE
"Você precisa de forças e energia para o tratamento, seu estômago não pode ficar vazio. Vou ficar aqui te olhando comer."
Ele parecia bravo, mas eu não entendia o porquê.
Só pude pegar a colher obedientemente e comer aos poucos.
Na metade da refeição, outro médico chamou Mateus.
Ele deixou o celular na mesa, e o aparelho vibrou de repente.
Não tinha o hábito de invadir a privacidade dos outros, mas meus olhos se voltaram para lá instintivamente.
E aquele olhar me deixou paralisada.
Uma mensagem surgiu na tela. O remetente estava salvo como "Dona Helena"!
E o conteúdo dizia: "Mateus, muito obrigada por emprestar o dinheiro para a sua tia, mas o Lucas ainda precisa de cem mil para comprar a casa, veja se..."
Senti como se tivesse levado um tapa na cara, e meu corpo todo começou a tremer incontrolavelmente.
"Dona Helena" era minha mãe, e "Lucas" era meu irmão.
Capítulo 4
Minha cabeça começou a doer intensamente e minhas mãos passaram a tremer.
Minha mãe estava realmente pedindo dinheiro emprestado ao Mateus para comprar uma casa para o meu irmão?!
Será que aquela ligação da noite passada também foi por causa de dinheiro?
Meu rosto empalideceu, perdendo toda a cor.
Mateus voltou ao quarto exatamente nesse momento e, ao me ver assim, aproximou-se imediatamente: "O que aconteceu? Onde está doendo?"
Segurei suas mãos com força e perguntei com a voz rouca: "Minha mãe te pediu dinheiro emprestado, por que você não me contou?"
Mateus ficou surpreso e pareceu não dar importância: "Não se preocupe com isso, afinal, aquela quantia não é nada demais."
Senti um nó na garganta.
A família de Mateus é abastada; trezentos mil reais realmente não são nada para ele.
E foi justamente por saber disso que eu me esforcei tanto, tentando diminuir a distância entre nós!
Mas o comportamento da minha mãe destruiu tudo.
Fez com que eu visse claramente o abismo intransponível que existe entre mim e Mateus.
Olhei fixamente para Mateus e soltei suas mãos lentamente.
Tomei uma decisão difícil e forcei um tom de voz frio: "Você acha que está me ajudando?"
"Esse dinheiro que você emprestou a eles é como jogar água no mar, nunca voltará. Eles só vão ficar piores, usando todo tipo de desculpa para continuar te pedindo dinheiro no futuro!"
Meus olhos, já vermelhos, encheram-se de lágrimas: "Mateus, não preciso da sua piedade, e não preciso que você se envolva nos assuntos da minha família."
Mateus franziu a testa profundamente: "Não sinto pena de você, eu só queria ajudar..."
"Eu não preciso da sua ajuda!" Interrompi, elevando a voz subitamente. "Passei todos esses anos sozinha e me saí muito bem."
Agora, sinto-me como um ouriço cheio de espinhos.
O olhar de Mateus esfriou: "Sofia, sei que agora você não vai ouvir nada do que eu disser, tente se acalmar."
Dito isso, ele pegou o celular e saiu.
PUBLICIDADE
Observei suas costas se afastando, sentindo meu coração ser dilacerado por uma dor insuportável.
Se pudesse, eu gostaria que Mateus cuidasse de mim a vida toda.
Mas eu não tinha escolha.
Não posso ser tão egoísta a ponto de, sabendo que vou morrer, arrastar Mateus para o pântano que é a minha família!
Eu também tinha meus motivos egoístas; não queria ver o olhar de pena nos olhos dele.
As lágrimas caíram uma a uma, pingando dentro da tigela de mingau que já estava fria.
Mesmo assim, peguei a colher e comi tudo.
Afinal, este pode ter sido o último jantar que Mateus me ofereceu.
Depois de comer, consultei o saldo da minha conta bancária: quatrocentos e vinte mil reais.
Devolvi os trezentos mil para Mateus e transferi os doze mil restantes para minha família.
Considerei isso o preço pela minha paz e como uma forma de retribuir os anos em que me criaram.
Após as transferências, levantei-me e tirei o avental do hospital.
Sem dinheiro, não tenho como continuar o tratamento.
E também não quero mais; de qualquer jeito vou morrer, então prefiro morrer com dignidade.
Vestindo a mesma roupa que usava no dia em que fui internada, deixei o quarto.
Ao sair do hospital, começou a nevar novamente.
Voltei para o meu apartamento alugado sob a neve, pensando em recolher algumas coisas antes de entregar o imóvel.
Mas, ao olhar ao redor, não havia nada importante.
Apenas um colar —
O presente que Mateus me deu no meu aniversário de vinte anos.
Desde que ele me deu, nunca o usei, porque não tinha coragem.
Neste momento, parada diante do espelho, coloquei o colar no pescoço com cuidado.
Ficou tão bonito.
Minha visão ficou embaçada pelas lágrimas novamente, mas desta vez era por causa da dor.
Os nervos da minha cabeça pareciam latejar, perfurando-me com tanta intensidade que caí no chão, sem forças para me levantar.
Só pude me encolher, abraçando a mim mesma com força.
Eu não conseguia enxergar nada, não conseguia ouvir nada.
Mas, no momento de dor mais aguda, caí subitamente em um abraço frio.
"Sofia? Sofia!"
A voz era muito familiar. Esforcei-me para abrir os olhos e encontrei o olhar tenso e preocupado de Mateus.
Ele me segurava e sua voz soava irritada: "Por que você fugiu sem dizer nada? Você não pretende mais se tratar?!"
Minha consciência estava se esvaindo, mas ainda assim balancei a cabeça: "Não... não vou mais me tratar. Mateus, me solte."
Mateus não me soltou, pelo contrário, perguntou: "E se eu me casar com você?"
"Sofia, se nos casássemos, você faria o tratamento direito?"
Capítulo 5
Não consegui responder a Mateus.
Logo após ele terminar a frase, senti uma pontada violenta na cabeça e desmaiei.
Quando acordei novamente, estava de volta ao hospital.
Assim que abri os olhos, ouvi a voz serena de Mateus: "Acordou. Ainda está doendo?"
Balancei a cabeça instintivamente, mas logo me lembrei do que ele tinha dito no meu apartamento.
Mateus queria se casar comigo, ele queria se casar?!
Mas por quê?
Ele não tinha recusado antes? Por que mudou de ideia de repente?
O pensamento passou pela minha mente por um segundo e logo encontrei a resposta.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4107 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127