"O Segredo de Suely" Capítulo 3
PUBLICIDADE
Bianca, de novo ela.
A única pessoa cujo nome ele conseguia pronunciar com doçura era o de Bianca.
Ela finalmente perdeu o controle: "Bianca morreu em um acidente de carro, o motorista fugiu. Se quer buscar o culpado, vá atrás dele! O que isso tem a ver comigo? E quanto ao meu filho? Meu bebê também era inocente. Bianca foi a assassina, ela matou o bebê que eu carregava!"
Anos atrás, quando ela estava com nove meses de gestação, Bianca a fez cair da escada, e ela não conseguiu salvar o bebê.
Enquanto ela estava em cirurgia, Bianca sofreu o acidente de carro durante a fuga.
Quando ela acordou no hospital, lutando pela vida após tanto esperar pelo bebê, o médico lhe disse que não fora possível salvá-lo.
Naquela época, quem compreendia a dor que ela sentia?
Lucas culpava-a pela morte de Bianca e a torturava dia e noite, mas a vida de seu filho, a quem ela deveria cobrar?
"Cale a boca! Mulher venenosa como você, perder o bebê foi o castigo que o céu te deu. Bianca é quem foi a vítima!"
"Aquele também era seu filho." Aquele bebê também tinha o sangue de Lucas; como ele podia dizer algo assim?
"Aquela garota tonta e bondosa, Bianca, só escolheu se afastar porque viu que você estava grávida. Se eu soubesse antes, teria sufocado essa criança, para que Bianca não tivesse sofrido aquele acidente!"
O mundo de Suely escureceu. O filho dela, diante de Bianca, se estivesse no caminho dela, nem o direito de viver possuía?
Um telefonema entrou no celular de Lucas. Ao desligar, Suely viu o primeiro sorriso de Lucas em cinco anos, enquanto ele dizia: "Você não queria o divórcio? Eu concordo."
Capítulo 6: Quem ousaria tocar nela
Lucas concordou com o divórcio, e antes que Suely pudesse reagir, ele já havia desaparecido.
Durante um mês inteiro, Lucas não apareceu na empresa.
A empresa fora fundada por ambos, mas Lucas abandonou suas responsabilidades, e Suely teve que, ignorando o mal-estar físico, forçar-se a cuidar de tudo sozinha.
"Diretora, sua aparência não está boa ultimamente. Não quer descansar um pouco?" a secretária disse com preocupação.
Suely balançou a cabeça: "Está tudo bem. Quando o Sr. Lucas vier, lembre-se de me avisar."
"O Sr. Lucas voltou hoje. E trouxe alguém com ele."
Suely calçou seus sapatos baixos e caminhou até a sala da presidência.
Ao empurrar a porta, o corpo de Suely paralisou.
Uma mulher estava sentada na cadeira de Lucas, de costas para ela. Contra a luz, a cadeira girou. O tremor no coração de Suely intensificou-se; ela conhecia aquela silhueta muito bem, ela sempre acompanhava seus pesadelos. Era...
Bianca exibiu um sorriso tímido: "Irmã Suely, voltei. Quanto tempo."
"Você... como você não morreu?"
Pá! Sua mão foi golpeada com força. Lucas olhava para Bianca com preocupação excessiva: "Ela te disse ou fez alguma coisa?"
Bianca balançou a cabeça, mordendo os lábios com hesitação: "Lucas, acho que não deveria ter voltado, não é? Não deveria atrapalhar a vida sua e da Suely. Na verdade, teria sido melhor se eu tivesse morrido."
PUBLICIDADE
"O que está dizendo? Não tenho nada com a Suely. Você é quem eu amo; não existe essa história de atrapalhar." Lucas ajoelhou-se diante de Bianca, segurando seus ombros.
Suely viu a cautela de Lucas, algo que ele nunca demonstrara diante dela.
"Como não temos relação? Nós somos... marido e mulher."
O carro de Bianca claramente caiu no precipício. Se ela não morrera, por que Suely suportara injustamente o rancor de Lucas por tantos anos?
Durante todos esses anos, ela suportou silenciosamente a vingança de Lucas como se fosse uma piada.
Assim que ela falou, a expressão de Bianca travou. Suely exibiu um sorriso; a opressão em seu peito finalmente pôde se acalmar um pouco.
"Em breve não seremos mais marido e mulher. Este é o acordo de divórcio, assine, Suely."
Lucas deu um passo à frente, bloqueando Bianca, e tirou um documento da gaveta da mesa, jogando-o diante de Suely.
O olhar de Suely caiu sobre o papel. As palavras "Divórcio" gravadas na capa eram tão ofuscantes.
Ela baixou os olhos e disse em voz baixa: "Eu não concordo com o divórcio."
"Suely, você acha que estou com paciência para brincadeiras?"
Suely mordeu os lábios e instintivamente segurou a barriga com a mão direita.
Ela não podia se divorciar; havia um bebê ali. Se algo acontecesse com ela no futuro, quem cuidaria da criança?
O silêncio tomou conta do escritório. Lucas franziu a testa, severo: "Você está brincando comigo?"
Suely não respondeu.
Os punhos de Lucas se fecharam.
Fora ela quem pedira o divórcio, mas agora, com o retorno de Bianca, o posto de esposa só poderia ser dela.
Lucas bateu palmas e dois guarda-costas entraram.
O rosto de Suely empalideceu.
Eles estavam forçando a assinatura.
Bianca caminhou até ela com um olhar de triunfo: "Irmã Suely, nós sentimos muito pelo que aconteceu no passado. Economizei alguns milhares de reais nesses anos e estou disposta a te dar esse dinheiro. Por favor, apoie a mim e ao Lucas."
"Cale a boca."
Bianca a humilhava e ainda fingia ser a vítima.
Lucas prendeu o pulso dela: "Essa posição nunca pertenceu a você. Você a ocupou por muitos anos, agora é hora de devolvê-la. Aproveite que estou de bom humor e assine. Darei uma pensão satisfatória; caso contrário..."
"Caso contrário, o que você pretende fazer com a nora da nossa família? Ou com o neto mais velho da nossa família?" Uma voz imponente ressoou.
Capítulo 7: A sogra
Dona Helena caminhou pela porta do escritório. Vestia um cheongsam elegante, o cabelo estava todo preso em um coque, e seu olhar penetrante varreu Bianca.
"Lucas, lembro-me de que você terminou com esta moça. Vocês ficaram juntos por tantos anos, e ela escolheu estudar no exterior para terminar com você. Imagino que ela tenha pensado muito bem sobre isso."
O rosto de Bianca empalideceu, e ela segurou o casaco de Lucas com desamparo: "Dona Helena, eu..."
PUBLICIDADE
Lucas, com pena, protegeu Bianca atrás de si e deu um passo à frente: "Mãe, Bianca era jovem, às vezes não pensava direito ao tomar decisões. Não a constranja."
Dona Helena sorriu: "Lembro-me de que Bianca tem a mesma idade que sua esposa. Suely já consegue ser uma vice-diretora respeitada na empresa."
Bianca sentiu o golpe e seu rosto corou de raiva.
"O que vocês estão fazendo? Recebendo o salário da nossa família e não protegem bem a jovem senhora da família Lin e o bebê que ela carrega? Não querem mais este emprego?" Dona Helena repreendeu em voz alta. Os guarda-costas se entreolharam e soltaram Suely. Dona Helena segurou a mão de Suely, ajudando-a a se levantar, e disse a Lucas: "Seu pai e eu estamos velhos. Não sei o que vocês, jovens, pretendem, mas a criança que Suely carrega é o neto mais velho que seu pai e eu esperávamos há muito tempo. Não permitirei que ninguém mexa com esse bebê."
"Bebê?" Lucas manteve a expressão sombria, olhos escuros fixos nela: "Você está grávida? Por que não me contou!"
Ele realmente não deveria ter acreditado nela.
Ela insistia no divórcio apenas para entorpecê-lo, para fazê-lo baixar a guarda.
Descobriu-se que ela estava grávida em segredo e até conseguiu o apoio de sua mãe.
Ela queria usar o filho para subir na vida; como poderia pensar em divórcio!
Maldita seja.
Mesmo agora, ela não se esquecia de calculá-lo!
O olhar de Lucas era frio e sombrio; Suely recuou alguns passos, protegendo a barriga.
O bebê era filho de Lucas, mas seu olhar gélido parecia fitar um inimigo.
Não era como se ela não tivesse tentado contar a Lucas.
Ela queria encontrar uma oportunidade para conversar bem com ele, mas Lucas nunca lhe dera essa chance.
Lucas prendeu o pulso de Suely e a puxou para perto, com uma voz gélida: "Você acha que está segura por ter conseguido o apoio da minha mãe? Acha que, usando esses métodos para obter a posição de Sra. Lin, poderá sentar nela para sempre? Pare de me enganar com essas mentiras. Quer me dizer que não foi você quem contou para minha mãe para usá-la como escudo? Suely, ninguém se atreve a me manipular assim. Espero que você consiga suportar a minha fúria."
Como herdeiro da família Lin, ele era um privilegiado. Na vida, só tropeçara duas vezes, e ambas foram por causa dessa mulher.
Será que ele não tinha feito nada contra ela?
Por isso ela se atrevia a calculá-lo sem escrúpulos!
Bianca chorou: "Suely, não achei que você fosse assim. Um bebê deveria ser o fruto de duas pessoas que se amam; por que transformar uma pequena vida em um peão para calcular os outros?"
Suely abriu a boca, as explicações estavam na ponta da língua, mas não saíam.
Suas mãos estavam firmemente cerradas.
Não!
Não!
Ela nunca usou o bebê como ferramenta; ninguém valorizava mais aquela vida do que ela.
No carro.
"Você é descuidada demais. Como não me contou algo tão importante quanto uma gravidez? Se a empregada de casa não tivesse visto o teste na lixeira e me avisado, eu não permitiria que o neto mais velho da nossa família sofresse qualquer dano."
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4107 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127