"Renascendo para Mim Mesma: Adeus, CEO" Capítulo 2
PUBLICIDADE
"..." Ana Clara não respondeu, pois viu, a pouca distância atrás de Melissa, um homem com o rosto coberto de fúria.
Embora Ana Clara achasse um pouco desonesto abandonar Melissa agora, a amizade delas talvez perdesse para o medo mortal que ela sentia daquele homem.
Após uma breve pesagem de riscos, ela fugiu.
Melissa estava achando estranho o fato de a amiga ter corrido como um coelho quando a náusea voltou. Ela se curvou novamente, sentindo como se até as entranhas fossem sair.
Nesse momento, um lenço de linho azul-marinho foi estendido ao seu lado. Melissa pegou, murmurou um agradecimento, limpou a boca e jogou o lenço no chão como se fosse lixo.
Atrás dela, o rosto do homem escureceu ainda mais.
Finalmente sentindo-se aliviada após vomitar, Melissa se virou e encostou na parede. Seus olhos mal conseguiam abrir. Esforçou-se para focar no homem à sua frente, estendeu a mão e deu um sorriso largo: "Seus olhos são lindos."
Gustavo olhou para a mão quase tocando seu rosto e não se moveu. Ficou ali, inexpressivo, esperando para ver qual seria o próximo truque dela.
"Ei, lindo... está livre?" Melissa recolheu a mão e, tentando imitar o que via na TV, puxou a gravata dele, encostando-se em seu peito em uma provocação desajeitada: "Uma noite dessas, um homem e uma mulher sozinhos... eu sou bem bonita, você não sente nenhum tipo de impulso?"
Na vida passada, ela amou Gustavo loucamente, mas em três anos de casados, ele se recusou a tocar em um único dedo dela. Para ser sincera, ela sentia um certo rancor. Sempre ouviu dizer que aquilo era prazeroso, então, para evitar repetir o erro, ela queria uma noite casual primeiro; assim não entregaria seu coração inteiro a ele novamente.
Ao ouvir aquilo, Gustavo finalmente perdeu a paciência e a afastou com um gesto brusco: "Melissa, você se tornou tão vulgar antes mesmo de casarmos?"
"Casar?" Ela soltou uma risada rascante. "A coisa mais estúpida que já fiz foi querer casar com o Gustavo. Existem tantos homens bons no mundo, por que eu teria que me prender a uma única árvore? Se ele não se importa nem se eu morrer, por que eu deveria me manter casta para ele?"
"Isso é mais um dos seus novos joguinhos?"
"Lindo, você fala demais. Se não quer, eu procuro outro. Não acredito que não vou achar ninguém para uma noite casual hoje." Dizendo isso, ela tateou a parede e começou a caminhar aos tropeços.
Gustavo observou suas costas, com as sobrancelhas levemente franzidas.
Capítulo 4: Eu sou o marido dela
"Oi, lindo. Está livre?"
Na porta do bar, o movimento estava no auge. Ela mal olhou para a aparência do sujeito; apenas puxou um homem que passava e falou com empolgação.
O homem também estava ali em busca de diversão. Ao vê-la tão aberta, pensou que fosse uma profissional e não hesitou: passou o braço pela cintura dela e respondeu com malícia: "Claro. Onde vamos?"
PUBLICIDADE
"Vamos..." Melissa começou a falar, mas antes de completar a frase, seu pulso foi agarrado com força. Ela foi puxada brutalmente dos braços do homem.
"Ei, qual é o seu problema? Não sabe esperar a vez?" O homem, vendo os braços vazios, reclamou indignado.
Gustavo olhou para a mulher que parecia prestes a desabar ao seu lado e disse com uma voz fria como gelo: "Eu sou o marido dela."
Sem esperar reação, ele a arrastou dali.
A cabeça de Melissa já estava girando e, com aquele puxão brusco, ela não resistiu: vomitou tudo em cima dele.
...
Talvez por causa do álcool, Melissa teve um sono profundo. No sonho, Gustavo estava apaixonado por ela.
Na verdade, todos pensavam que ela havia se apaixonado por ele à primeira vista em um baile e que usara as ações que o Vovô Antônio lhe deixara como moeda de troca para se casar com ele.
Mas ela o amava desde criança. Naquela época, ele era o centro das atenções de todos; ela só ousava admirá-lo de longe, sem esperança de se aproximar.
Talvez tenha sido sua obsessão que prejudicou Gustavo e destruiu a si mesma.
Ela já deveria ter entendido: ele não a amava. Não importava o que fizesse, ele nunca a amaria.
Melissa abriu os olhos e viu um quarto familiar. Por um instante, pensou ter voltado para três anos no futuro.
Aqui era... o quarto de Gustavo.
Na vida anterior, após o casamento, ela se mudou para cá cheia de expectativa. Ele não disse nada, mas, a partir daquele dia, passou a dormir no escritório.
Foi então que ela percebeu que Gustavo parecia detestá-la profundamente.
Melissa massageou as têmporas. A dor de cabeça era excruciante. Ela não lembrava quanto tinha bebido na noite anterior. Onde estava a Ana Clara? Será que a amiga a abandonara no meio do caminho?
Melissa bagunçou o cabelo e desceu as escadas descalça.
Na sala de jantar, Gustavo tomava café da manhã. Mesmo ouvindo o barulho, ele não levantou a cabeça.
"Senhor Cavalcante, por que eu estou no seu quarto?" Ela parou diante da mesa, com a voz estranhamente fria e distante.
Diante daquela "acusação", Gustavo apenas lhe lançou um olhar gelado: "Você não sabe o que fez?"
"Não sei. Se fiz algo impróprio, peço que o Senhor Cavalcante seja claro, para evitar que boatos ruins se espalhem no futuro. Isso seria ruim para todos."
Senhor Cavalcante? Um tratamento bem formal.
"Melissa, não pense que não conheço seus truques. Já disse: o que você quer, eu posso te dar, mas você deve se dar ao respeito. Não aparecer no cartório ontem e fingir loucura à noite... essa tática de se fazer de difícil não funciona comigo."
Melissa forçou um sorriso de desdém: "O senhor está enganado. Se não fui ao cartório, foi porque achei que não temos mais nada a dizer. Assinei o acordo de transferência das ações assim que saí do hospital ontem. Ele será enviado ao seu escritório hoje à tarde, no máximo. Só espero que esta seja a última vez que nos vemos. Ah, e obrigado por me abrigar ontem, independentemente do que aconteceu."
PUBLICIDADE
Após dizer isso, ela se virou e saiu a passos largos.
Sem olhar para trás.
Ela já tinha amado o suficiente, sofrido o suficiente. Não queria mais sentir aquela dor que rasgava o peito na vida passada.
Capítulo 5: Nunca houve nada entre nós
Somente após ela sair é que Gustavo pousou os talheres, com o olhar transbordando impaciência.
Ele se levantou e, ao ver um par de sapatos femininos parado na porta, franziu levemente o cenho.
Após caminhar uns dez metros, Melissa percebeu que estava descalça. Mas era impossível voltar para buscar os sapatos agora. Como diz o ditado: quem não tem nada, não tem nada a perder.
Ela tinha seu último orgulho.
O asfalto duro machucava seus pés, e as pequenas pedras pelo caminho a faziam mancar. A dor física começou a substituir a dor no coração.
Nesse momento, um carro preto veio por trás, parou brevemente ao seu lado e um par de sapatos foi arremessado para fora.
Em seguida, o carro acelerou e partiu.
Melissa olhou para os sapatos que rolaram no chão e pararam diante dela como se fossem lixo. Soltou uma risada amarga, sentou-se no chão e os calçou.
...
Assim que Gustavo chegou ao escritório, Henrique bateu à porta com uma expressão hesitante: "Senhor, há algo estranho acontecendo..."
"Diga."
"Recebi hoje cedo o acordo de transferência de ações enviado pelo advogado da Senhorita Duarte. Antes, ela se recusava a ceder as ações por nada, mas agora as transferiu sem pestanejar. Fiquei com medo de haver algum problema e mandei conferir; todas as ações estão regulares e disponíveis."
Gustavo fez uma pausa em seus movimentos, lembrando-se das palavras de Melissa naquela manhã.
Vendo que ele não falava, Henrique perguntou: "Senhor? Como devemos proceder?"
"Mande a Melissa vir me ver."
"...Senhor, esqueci de mencionar um detalhe. Há uma cláusula adicional no acordo enviado pelo advogado."
Gustavo sorriu com desdém. Ele sabia que aquela mulher nunca mudaria de personalidade tão de repente.
Henrique hesitou antes de falar: "A cláusula diz que, a partir do momento em que o senhor aceitar esta transferência, o senhor nunca mais poderá aparecer diante da Senhorita Duarte. Caso contrário, todas as ações serão doadas para instituições de caridade."
Ao notar o rosto do patrão ficando cada vez mais sombrio, Henrique sentiu o suor frio nas costas. Realmente não entendia o que Melissa estava tramando. Antes ela fazia de tudo para estar perto do senhor, e agora parecia tratá-lo como um inimigo mortal?
Gustavo comprimiu os lábios. No momento em que ia falar, o celular sobre a mesa vibrou. Ele atendeu e sua expressão suavizou um pouco. Disse calmamente: "Tudo bem, entendi."
Ao desligar, olhou para Henrique: "A Sophia Ramos voltou. Vá buscá-la no aeroporto."
No caminho de volta, Melissa ligou primeiro para Ana Clara. Após recriminá-la por "vender a amiga" na noite anterior, pediu que ela organizasse um encontro à noite, convidando amigos solteiros para socializar.
Diante dessa mudança brusca, Ana Clara sentiu-se um pouco perdida. Onde estava aquela Melissa que só tinha olhos, coração e palavras para Gustavo?
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4104 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127