"Divórcio Recusado: O General Beastman Perdeu a Memória" Capítulo 4
PUBLICIDADE
Vendo que ele ainda não reagia, comecei a perder a compostura: não só o acariciei e o beijei, como também mergulhei meu rosto no peito dele, soltando risadinhas bobas.
— Hehehe... que homão... que físico maravilhoso...
O corpo de Hugo começou a esquentar gradualmente. Os músculos sob minhas mãos tremiam de leve e sua voz soou rouca:
— Que... querida...?
Levantei o rosto com certa impaciência e soltei um estalo com a língua. Levantei a mão e dei um tapinha leve no peito dele.
— Eu deixei você falar? Seja obediente, entendeu?
Hugo parecia estar em transe.
As pontas de suas orelhas estavam vermelhas. De repente, suas orelhas de fera e sua cauda saltaram para fora, tremendo levemente no ar.
— En-entendi... Querida...
...As orelhas!
Meus olhos brilharam instantaneamente.
As orelhas de um grande lobo prateado estavam ali, expostas, macias e inofensivas.
De um branco prateado lindo, peludinhas, agitando-se de vez em quando.
Eu queria muito apertar.
Sentei-me montada na cintura do beastman, engoli em seco e sussurrei de forma sedutora:
— Bebê, posso dar um carinho nas suas orelhas?
O corpo de Hugo estava tão quente que parecia capaz de derreter gelo. Ele parecia estar prestes a chorar de tanta ansiedade:
— Pode... pode sim. Querida... por favor... me toca logo.
11
Uma noite se passou. Acordei me sentindo revigorada. Hugo foi extremamente obediente na noite passada.
Nas raras vezes em que ele tentava não colaborar, eu apenas dava um puxão em sua cauda, e ele ficava dócil imediatamente.
Embora meu corpo estivesse dolorido e exausto, eu já havia sido limpa.
Abri os olhos meio grogue e, antes mesmo de estar totalmente desperta, rolei para o lado e enterrei o rosto no peito de quem estava ao meu lado.
— Bebê, me deixa apertar suas orelhas... — resmunguei. — E a cauda também, eu quero a cauda.
Depois de passar um bom tempo acariciando aquela pelagem macia, recobrei a consciência de repente.
Levantei o rosto devagar e meus dedos foram se afastando lentamente, tomados pelo constrangimento.
— ...Sr. Hugo. O seu período de cio... terminou?
Hugo estava recostado ao meu lado. Seu torso pálido estava coberto de marcas.
Ele me olhava com os olhos baixos, comprimindo os lábios. No meio daquele silêncio bizarro, sentei-me devagar e tentei descer da cama.
— Bom, já que você está bem, eu vou indo... tchauzinho...
— Aonde você vai? — O homem atrás de mim disparou, com um tom de voz que misturava resignação e melancolia. — Vai atrás do seu outro "bebê"?
Eu: — ...
Dei uma risadinha sem graça: — Não, claro que não.
Hugo, com o rosto pálido, puxou o cobertor contra o peito com fragilidade, tentando esconder as marcas em seu corpo.
Sua expressão era desolada.
— Eu sabia que você iria embora assim que acordasse. Afinal, comparadas às dos beastmans gatos e coelhos, minhas orelhas são um pouco grandes demais.
PUBLICIDADE
Eu: — ...
Senti que algo estava errado, mas não sabia dizer o quê. Só me restou gaguejar algumas palavras de consolo:
— Não é nada disso. Suas orelhas são macias e lindas, eu gosto muito delas.
Os olhos de Hugo pareceram brilhar por um segundo, mas logo perderam a cor novamente.
— E as minhas patinhas... também são pretas, não são cor-de-rosa. Devem ser horrorosas.
— De jeito nenhum! — rebati imediatamente em voz alta. — Patinhas pretas também são fofas. O rosa tem sua beleza, o preto tem a dele. Cada uma tem suas características, não dá para comparar.
— É sério? — Hugo baixou os olhos de forma lamentável, com a voz enfraquecida. — Mas ontem, depois que você me convenceu a mostrar as patinhas, a primeira coisa que disse foi... "Por que não são rosa?".
Eu: — ............
Fiquei sem palavras. Desviei o olhar, inquieta.
— Eu... eu disse isso?
As orelhas e a cauda de Hugo murcharam, fazendo-o parecer a criatura mais triste do mundo.
Seus olhos lindos me fitavam, cobertos por uma fina camada de lágrimas.
— Mas, querida... mesmo que minhas orelhas sejam grandes e minhas patinhas pretas, eu deixo você apertar e fazer o que quiser. Você poderia... gostar delas só mais um pouquinho?
...Ai. Eu sempre fui uma mulher de coração mole. Como eu poderia resistir a um golpe desses? Vendo um beastman tão lindo me implorando daquela forma, perdi totalmente a pose. Aproximei-me depressa, cobrindo-o de beijos e carinhos enquanto o consolava.
— Claro que sim! Suas orelhas são um amor, suas patinhas são macias e sua cauda é tão fofa... É claro que eu amo tudo isso!
A cauda peluda de Hugo balançava de um lado para o outro para eu brincar, suas grandes orelhas prateadas tremiam de leve e ele até transformou as palmas das mãos em almofadinhas macias para eu apertar à vontade. Sua voz soou doce e suave:
— Então, querida, você poderia gostar um pouco mais de mim também e não se divorciar?
Eu estava tão encantada que mal processei o que ele disse. Assenti repetidamente.
— Sim, sim, tudo o que você quiser.
12
...Espere. Depois de um tempo, recobrei a razão abruptamente.
Perguntei hesitante: — ...Hugo. Você recuperou suas memórias?
Senão, por que ele diria de repente que não queria mais o divórcio? Hugo balançou a cabeça com um ar vulnerável.
— Não.
Ele me olhou e baixou os olhos lentamente. Seus cílios longos tremiam: — Embora eu não tenha recuperado a memória, meu coração dispara toda vez que te vejo. Só de pensar em me separar de você, sinto uma tristeza como se fosse morrer... Nem quando acordei na UTI me senti tão mal.
Hugo levantou a cabeça, olhando para mim com olhos de cachorrinho: — Querida, não vamos nos divorciar, está bem?
Engoli em seco. Não disse que sim, nem que não.
PUBLICIDADE
— Vou pensar no seu caso.
Na verdade, o principal motivo para eu querer o divórcio era porque ele era feroz demais.
E também porque eu quase nunca via suas orelhas e cauda. ...Agora, a situação parecia bem melhor.
Como um beastman de nível S, a forma original de Hugo era mais bonita do que qualquer outra que eu já tivesse visto.
Após hesitar por um momento, puxei a cauda dele com o rosto corado.
Gaguejei: — Es-está bem. Não vamos mais divorciar... Mas! — estufei o peito e disse em tom autoritário: — Você tem que continuar assim. Sempre que eu quiser, tem que mostrar as orelhas e a cauda para eu apertar. Se eu mandar parar, você para. Se eu mandar ser intenso, você é intenso. Entendido?
As pontas das orelhas de Hugo ficaram vermelhas.
Seus olhos brilhavam.
Ele assentiu sem parar.
Após um breve silêncio, acrescentei baixinho:
— Na verdade, de vez em quando, ser como antes também pode... Mas só de vez em quando, hein! Só de vez em quando!
Eu estava tão sem graça que não percebi. O beastman diante de mim curvou os lábios levemente.
Ele sorriu em silêncio. Em seguida, me envolveu em seus braços, baixou a cabeça e deixou inúmeros beijos suaves sobre mim.
— Entendido, querida. Agora, deixa eu te dar um beijo, pode ser?
13
Como a amnésia de Hugo não dava sinais de melhora, ele decidiu tirar todas as suas férias acumuladas para viajar comigo.
Afinal, o médico recomendara repouso e que ele ficasse perto de pessoas conhecidas.
Fiquei animada.
O trabalho de Hugo era exaustivo; desde que nos casamos, exceto pelos breves intervalos entre suas missões, quase nunca passamos longos períodos juntos.
Mas, considerando a posição dele, eu estava preocupada.
— Tem certeza? Não tem problema com a Aliança?
Hugo jogou o comunicador de lado, resmungando:
— Que se dane. Eu me mato em missões para sustentar minha esposa, e agora que quase a perco, quem se importa com o resto? Querida, vem cá me dar um beijo.
Eu: — ... Tudo bem.
Após confirmarmos as férias, avisei ao Lucas.
Sentindo um pouco de culpa por deixá-lo sobrecarregado, eu disse:
— Sinto muito por deixar o trabalho todo com você.
Lucas: — Sra. Sâmia! Não se preocupe! O Hugo foi promovido de novo e agora ganhei mais dois assistentes, não vou ficar sobrecarregado! Podem ir felizes para a lua de mel!
Eu: — Ah, que bom. Obrigada, Lucas.
Pensei um pouco e perguntei: — Mas me diga, por que exatamente o Hugo se feriu? Pode me contar?
Embora os ferimentos fatais tivessem cicatrizado, pensar que ele correu tanto risco ainda me dava aflição.
Lucas começou a falar sem parar, muito empolgado:
— Sra. Sâmia, você não tem ideia do quanto o General é incrível!
Segundo Lucas, durante uma patrulha de rotina, Hugo encontrou um enxame de Insetoides tentando um ataque surpresa à Aliança.
Se fosse qualquer outro, o ataque teria tido sucesso.
Mas Hugo agiu rápido: enviou o alerta e enfrentou o enxame sozinho, derrotando dezenas deles! Ele só se feriu porque um Inseto de alto nível se fingiu de morto para atacá-lo pelas costas.
Lucas suspirou: — Felizmente, os reforços chegaram logo após ele ser atingido. Ele recebeu tratamento imediato e, fora a perda de memória, está tudo bem. Eram criaturas extremamente ferozes e estavam preparadas. Se não fosse pela decisão rápida do General, a Aliança teria sofrido uma baixa terrível. O Comandante ficou tão radiante com o resultado que deu um aumento e uma promoção na hora!
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127 -
TerminadoCapítulo 10
A Madrasta Contratada pelo Don
Expulsa de casa com R$ 187 e uma mala molhada, Nora respondeu a um anúncio de emprego. Na mansão, ouviu um tiro, conheceu o homem mais temido de São Paulo e recebeu uma ordem impossível: fazer o filho traumatizado dele comer.Moderno|Romance9.7 mil palavras5 470 -
TerminadoCapítulo 10
O Chefe da Máfia Descobriu os Trigêmeos
Cinco anos após ser afastada pelo marido, Clara Montenegro retorna a um baile beneficente acompanhada dos trigêmeos que Gabriel Cruz nunca soube que existiam. O homem chamado de Chefe por aliados e inimigos reconhece o próprio rosto nos meninos antes que ela confirme a verdade.Moderno|Romance11.3 mil palavras5 127 -
TerminadoCapítulo 11
O Marido Golpista Tentou Dar o "Golpe do Baú" em Mim? Eu o Mandei Direto para a Prisão!
Ele jurou que me amava desde os tempos da faculdade. Mas o "cara humilde" que eu escolhi era, na verdade, um monstro que tramou a falência e a morte do meu pai só para roubar o meu império. Quer vingança? Eu dei a ele um gostinho disso. Por um ano, virei a empregada humilhada da minha própria mansão. Aguentei os abusos e as humilhações diárias da minha sogra e daquela cunhada insuportável, fingindo ser a coitada frágil que não sabia de nada. Mas a palhaçada acabou. Quando eles tentaram me internar à força num hospício para limpar o que restava do meu nome, eu tirei a máscara de boazinha. Com a Polícia Federal invadindo a sala e a imprensa inteira transmitindo tudo ao vivo, eles finalmente descobriram quem é o verdadeiro dono do jogo. E adivinha? Os parasitas vão apodrecer na cadeia.Outras|Moderno|Romance11.6 mil palavras5 55 -
TerminadoCapítulo 10
O Beijo Que Virou Dívida
À 1h17 da manhã, Sara viu dois homens apontarem uma arma para um desconhecido que sangrava contra a parede. Ela podia voltar ao bar, trancar a porta e chamar a polícia. Em vez disso, abriu os braços, chamou o homem de “amor” e o beijou diante dos assassinos. Três semanas depois, seu irmão apareceu com três dedos quebrados e uma dívida de R$ 75 mil. O nome do homem que controlava a cobrança fez Sara abrir a gaveta onde escondera um relógio parado: Gabriel Rossini. Ela entrou num clube sem placa carregando tudo que possuía. Quando o homem atrás da mesa levantou os olhos, Sara reconheceu o cinza, a cicatriz e a boca que havia beijado sob a chuva. Gabriel abriu a pasta do irmão dela e disse apenas: — Eu avisei que não esqueceria seu rosto.Moderno|Romance12.2 mil palavras5 109 -
TerminadoCapítulo 12
Depois Da Fuga, O Magnata Frio Me Coroou Rainha
Em uma noite de gala, traída pela própria madrasta e meia-irmã, Lucia Monteiro foi empurrada para o abismo. Mas, em vez da ruína, ela cruzou o caminho de Lorenzo Valente, o implacável magnata que governa assombras de São Paulo. Ao voltar para casa, sem nada além de humilhação, foi sumariamente expulsa pelo próprio pai, que rasgou os laços sanguíneos em nome da falsa moral. Cinco anos depois, Lucia retorna como uma renomada designer de alta joalheria, acompanhada por um filho prodígio. No baile de gala, a elite que antes a pisoteava agora treme de pavor. E o temido Lorenzo? Ele a puxa para seus braços diante de todos, sussurrando com devoção: "Te achei, minha fugitiva. Desta vez, ninguém ousa tocar em você."Moderno|Romance14.8 mil palavras5 234 -
TerminadoCapítulo 10
O Chefe Que Eu Ensinei a Andar
R$ 250 mil por três meses pareciam a solução para todas as dívidas de Teresa Ferreira. O contrato tinha uma exigência: dar banho, vestir e ensinar a andar novamente o homem mais temido de São Paulo. Massimo Pascale estava preso a uma cadeira de rodas desde um acidente que ninguém sabia explicar. As três profissionais anteriores haviam abandonado a mansão. Ele humilhava quem tentava ajudá-lo e não confiava nem na própria família. Teresa ficou. Enfrentou as ordens, obrigou Massimo a voltar às barras paralelas e descobriu alterações clandestinas em seus remédios. Alguém dentro daquela casa precisava que o chefe continuasse fraco. Quando as luzes se apagaram e homens armados invadiram o escritório, Teresa entendeu por que as outras enfermeiras tinham fugido. Massimo segurou sua mão dentro de uma passagem secreta e fez um pedido que nenhum dinheiro poderia pagar.Moderno|Romance12.1 mil palavras5 108 -
TerminadoCapítulo 11
Joguei-a na Favela, Ela Comprou Meu Império
No Brasil, um país banhado por sol escaldante e marcado por um abismo social cruel, a linha entre as classes é uma muralha intransponível. Anos atrás, Vitória Albuquerque, a implacável matriarca do Grupo Albuquerque em São Paulo, arquitetou um acidente brutal para roubar a herança da própria família, assassinando o irmão e jogando sua sobrinha de três anos, Sofia, como lixo nas vielas da Rocinha, no Rio de Janeiro. Anos mais tarde, Sofia cresce forte sob os cuidados de uma senhora humilde e retorna ao coração financeiro do país, a Avenida Paulista, carregando uma dupla carta na manga. Disfarçada, ela consegue uma vaga de estagiária na empresa da própria tia. Diante do bullying sádico da prima Bianca e da arrogância intocável de Vitória, Sofia avança passo a passo. Enquanto elas a tratam como uma formiga insignificante da ralé, a verdade é que Sofia já comprou, através de fundos offshore secretos, 85% das ações em circulação e a dívida oculta do conglomerado! Do primeiro banho de humilhação na fonte da empresa até o julgamento apoteótico no Baile de Gala no Copacabana Palace; da chantagem emocional disfarçada de "amor de família" até o frio aço das algemas da polícia — Esta é uma celebração definitiva sobre vingança, capital e sangue. Quanto mais alto os parentes tóxicos sobem, mais espetacular é a queda. — Bem-vindos ao acerto de contas comandado por mim. Desta vez, chegou a vez de vocês perderem absolutamente tudo.Outras|Moderno|Romance11.5 mil palavras5 86 -
TerminadoCapítulo 11
A Esposa Rejeitada é a Chefe da Máfia
O homem mais poderoso de São Paulo achava que havia se casado com uma boneca de porcelana quebrada. ????❄️ Para a máfia, Helena Albuquerque era apenas uma bastarda descartável, uma ferramenta de aliança usada para zombaria e desprezo. Sua própria família a pisoteava, e seu marido, o temido Don Matteo Moretti, prometeu fazê-la viver no inferno. O que eles não sabiam? Enquanto a humilhavam por usar roupas baratas, a mesma mulher que tremia (aparentemente) diante deles... é a Chef Suprema da organização mercenária mais temida da América Latina e a dona secreta da fortuna que sustenta o império de Matteo. ???????? Até onde vai a arrogância de um homem antes que ele descubra que sua esposa pode destruir o seu mundo com um simples estalar de dedos? ???? Leia a história completa agora e descubra a queda dos arrogantes! Link nos comentários/bio. ????Moderno|Romance10.5 mil palavras5 2266 -
TerminadoCapítulo 10
Meu Noivo Milionário Riu de Mim e Disse Que Eu Só Recusava Seus Presentes Para Parecer Diferente das Outras Interesseiras
Lívia nunca aceitou uma joia de Henrique. Não porque não o amasse, mas porque tinha medo de que, um dia, ele olhasse para tudo o que lhe dera e concluísse que também a havia comprado. Enquanto recusava relógios e viagens, ela passava meses economizando para presenteá-lo com coisas que jamais poderia pagar sem abrir mão de si mesma. Então, na noite em que levou ao noivo o relógio de aniversário comprado em doze parcelas, ouviu-o dizer aos amigos que mulheres espertas recusavam presentes caros justamente para esconder que eram interesseiras. Lívia chorou em silêncio do lado de fora. Depois entrou, entregou-lhe a caixa e encerrou o noivado diante de todos. Henrique acreditou que ela voltaria quando o dinheiro acabasse. O que ele não sabia era que a mãe de Lívia estava prestes a se casar com Augusto Ferraz, um empresário mais poderoso que a família Valença — e que Caio Ferraz, o filho que Augusto criara para herdar seu império, seria o primeiro homem a enxergar quanto custava, de verdade, cada presente barato que Lívia oferecia.Moderno|Romance13.2 mil palavras5 284