"Obcecado por Ela: Domando a Fera" Capitulo 2
PUBLICIDADE
(Três anos atrás)
O céu sombrio parecia uma pesada placa de chumbo, pressionando com força sobre o campus do Colégio de Santos.
Nina caminhava apressada pelos corredores abraçada aos seus livros, tentando evitar os olhares que pareciam cravar-se em suas costas.
No entanto, sua esquiva foi inútil; algumas garotas já a esperavam à frente com sorrisos maliciosos no rosto.
— Ora, se não é a filha do corrupto do caso do desabamento da ponte. Como ainda tem coragem de vir à escola? — disse a garota que liderava o grupo, cruzando os braços com um tom sarcástico.
— O pai dela aceitou dinheiro sujo, usou materiais de baixa qualidade na obra e a ponte caiu. Tanta gente morreu... Ele está na cadeia agora, e é bem merecido.
— Pois é, tantas vidas perdidas por causa da negligência do pai dela. E ela aqui, agindo como se nada tivesse acontecido. Como consegue viver com a consciência tranquila? — acrescentou outra garota com desprezo nos olhos.
Nina mordeu o lábio inferior e abaixou a cabeça, tentando passar rápido.
Mas as garotas não pretendiam deixá-la ir facilmente e colocaram o pé na frente, fazendo-a tropeçar.
Nina caiu no chão, os livros se espalharam e seus joelhos ralaram, deixando o sangue escorrer.
Antes que ela pudesse se recuperar, alguns rapazes se aproximaram assobiando e exibindo sorrisos mal-intencionados.
— Nina, ouvi dizer que sua família era muito rica. Será que o dinheiro que seu pai roubou foi todo usado para comprar maquiagem para você? — um dos rapazes agarrou o queixo dela, forçando-a a levantar o rosto.
— Me solta! — Nina lutava, com os olhos repletos de raiva e humilhação.
— Soltar você? Não vai ser tão fácil assim.
— O rapaz, com o rosto oleoso, soltou um sorriso sórdido e sussurrou ao ouvido dela:
— Por que não vem comigo esta noite? Garanto que vai experimentar sensações divinas. Com essa pele tão macia, deve ser uma delícia te tocar... Será que ainda não foi devidamente amada por um homem?
Palavras obscenas jorravam como o veneno de uma serpente.
As pessoas ao redor entenderam imediatamente e, após um breve silêncio, explodiram em gargalhadas... Risos carregados de malícia e leviandade, como se quisessem afogá-la.
Empurrada pela multidão, Nina foi levada ao terraço da escola.
Os rapazes tornaram-se ainda mais agressivos; um deles puxou o cabelo dela com força, jogando sua cabeça para trás.
Com dor e os olhos marejados, Nina gritou com todas as suas forças:
— Me soltem! Socorro! Alguém me ajude!
Mas a única resposta foram as risadas desenfreadas dos garotos. Outro rapaz estendeu a mão e começou a apalpá-la brutalmente no peito.
Ela torcia o corpo freneticamente, agitando os braços para tentar afastar a mão dele, mas era inútil.
Havia ainda quem a abraçasse por trás com força, com as mãos deslizando por sua cintura e coxas... As roupas de Nina ficaram desalinhadas sob as ações brutas deles.
PUBLICIDADE
Justo quando ela estava prestes a entrar em desespero, a porta do terraço se abriu e Murilo entrou com um cigarro na boca.
Ele era descendente de franceses — sua avó era francesa —, o que lhe conferia uma aparência única.
Era alto, com traços esculpidos como os de um ocidental, contornos faciais refinados, sobrancelhas profundas e uma zona T marcante.
Seus olhos, de um tom azul-escuro, brilhavam por trás da fumaça, exalando uma nobreza inata.
Totalmente destoante dos outros alunos em seus uniformes padrão, ele vestia roupas largas e casuais de grife, emanando um charme impossível de ignorar.
Nina percebeu a entrada de alguém e, como alguém que se afoga e agarra a última esperança, ignorou a dor aguda que sentia por todo o corpo.
Quase rastejando, ela moveu-se com dificuldade pelo chão em direção a Murilo.
Com os cabelos bagunçados e colados ao rosto coberto de lágrimas, ela gritou com um olhar de desespero e súplica:
— Por favor... me ajude...
Murilo olhou para a garota de roupas desalinhadas e rosto banhado em lágrimas.
Ele arqueou uma sobrancelha e um sorriso de escárnio surgiu em seus lábios.
Ele sacudiu a cinza do cigarro e resmungou suavemente em francês:
— Quelle pitoyable. (Que patético.)
Em seguida, disse em chinês:
— Quer que eu te ajude? Olhando para esse seu estado deplorável, você acha que eu me importaria?
Os alunos ao redor abaixaram a cabeça e ficaram em silêncio. Todos conheciam a identidade de Murilo; o novo aluno transferido era filho de um alto oficial do governo.
Nina ajoelhou-se diante dele com as mãos cerradas, as unhas quase cravando na palma.
— Eu... eu farei qualquer coisa. Só peço que faça com que eles parem de me humilhar. — Sua voz tremia, humilhada até o pó.
Murilo se agachou e levantou o queixo de Nina delicadamente, com um olhar de deboche.
— Qualquer coisa? Interessante... — Ele fez uma pausa. — Mas que valor você acha que o seu "qualquer coisa" tem para mim?
Dito isso, ele se levantou com uma expressão pensativa, como se avaliasse se aquela "troca" valeria a pena.
————————————
Os rapazes que agrediam Nina, vendo que Murilo não tinha uma intenção clara de salvá-la, tornaram-se audaciosos novamente.
Um deles, de cabelos tingidos de loiro, estendeu a mão direita e agarrou o braço de Nina com força, puxando-a para perto de si com um sorriso lascivo no rosto.
— Ei, não espere que este senhor vá te salvar. É melhor vir conosco obedientemente — disse o loiro.
Outro rapaz aproximou-se rapidamente; sua mão esquerda percorria o ombro de Nina sem pudor, enquanto a direita apalpava sua cintura.
— Uma belezinha dessas... não podemos deixar passar hoje — resmungou ele.
Enquanto a assediavam, não esqueciam de bajular Murilo.
— Jovem Mestre Murilo, um passo seu faz esta cidade tremer. Uma mulher como esta certamente não está à sua altura. Que tal se nós a levarmos? Garantimos que não causaremos o menor problema ao senhor.
PUBLICIDADE
Ao ouvir isso, Murilo exibiu uma ponta de desprezo imperceptível.
Nesse momento, a porta do terraço foi escancarada novamente, e Lucas surgiu ofegante na entrada.
Ao ver a cena, seus olhos se arregalaram instantaneamente, e ele rugiu:
— Soltem ela!
Nina viu Lucas e um brilho de esperança surgiu em seus olhos, mas logo se apagou; ela sabia que a família dele o proibia de ter qualquer relação com ela.
Lucas correu e empurrou o rapaz que a tocava.
Os agressores hesitaram por um segundo, mas logo se recuperaram e o cercaram.
— Ora, se não é o amigo de infância da Nina. O que foi, quer bancar o herói? Olhe bem para o seu tamanho antes de tentar algo — debochou o loiro.
Lucas cerrou os dentes e envolveu-se em uma briga com eles, mas, estando em desvantagem numérica, logo ficou sem forças e foi derrubado no chão.
Os rapazes não pararam; enquanto o chutavam, disparavam insultos:
— Seus pais não disseram para você não se envolver com essa garota? Ainda vem aqui bancar o valente... que petulância.
Nina, vendo Lucas ser espancado, começou a chorar desesperadamente.
— Parem! Não batam nele! — gritava ela em agonia. Mas os rapazes a ignoravam completamente.
A cena tornava-se cada vez mais caótica quando, em meio aos empurrões, um dos rapazes tropeçou e colidiu diretamente contra Murilo.
Murilo, que observava tudo com certo interesse, balançou levemente com o impacto.
Seus olhos azul-escuros tornaram-se frios instantaneamente, e seus lábios se apertaram sob o nariz altivo, revelando um claro desagrado.
Murilo acenou com a mão impacientemente.
— Chega. Calem a boca todos vocês.
Dito isso, ele deu alguns passos à frente e chutou o rapaz que estava em cima de Lucas.
Seu gesto não foi gentil; parecia menos um resgate e mais um desabafo de sua própria irritação.
— Que barulho irritante. Se querem brigar, façam em outro lugar — disse ele friamente, mantendo aquela expressão indiferente, como se nada daquilo tivesse a ver com ele e estivesse apenas incomodado com o barulho.
Os rapazes que agrediam Lucas, ao reconhecerem o rosto de Murilo, empalideceram de susto. Eles se perfilaram trêmulos, competindo para ver quem se desculpava primeiro:
— Jovem Mestre Murilo, mil perdões! Fomos ignorantes, não sabíamos que o senhor estava aqui. Por favor, perdoe nossa falta de consideração...
Enquanto falavam, começaram a esbofetear o próprio rosto, tentando provar sua sinceridade.
Murilo nem sequer os olhou diretamente; apenas franziu a testa e disse com nojo:
— Allez-vous-en. Não quero ver vocês de novo. (Vá embora.)
Sua voz era suave, mas carregava uma autoridade inquestionável.
Os rapazes, como se tivessem recebido um indulto, viraram-se apressadamente e fugiram de forma patética, desaparecendo na esquina.
Nesse momento, vendo que os agressores haviam partido, Nina correu e ajudou o ferido Lucas a se levantar com cuidado.
— Lucas, você está bem? Consegue andar? — perguntou ela preocupada.
Lucas estava pálido, mas forçou um sorriso.
— Estou bem, Nina... obrigado.
Os dois se apoiavam mutuamente, preparando-se para sair.
— Ei.
Uma voz fria ecoou atrás deles.
Nina estancou, virou-se e viu Murilo encostado na parede com as mãos nos bolsos, olhando para ela com um sorriso enigmático.
— Eu resolvi o seu problema, e você parece ainda não ter me agradecido — disse Murilo, arqueando uma sobrancelha em tom de deboche.
Nina arregalou os olhos, e um misto de pânico e incredulidade passou por seu rosto.
Seus lábios se abriram, querendo dizer algo, mas a tensão a deixou momentaneamente sem palavras.
Depois de um longo tempo, ela conseguiu gaguejar:
— Des... desculpe. Obrigada...
Sua voz era tão baixa quanto o zumbido de um mosquito, e sua cabeça estava tão baixa que quase encostava em seu peito.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4105 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127