"Destino Trocado: O CEO e a Garota Misteriosa" Capítulo 52: O Sonho
PUBLICIDADE
Yasmin teve um sonho. Um sonho absurdo, úmido e inebriante.
No sonho, alguém segurava seu queixo, e a polpa áspera de um dedo roçava centímetro a centímetro sua bochecha macia. Um hálito seco, quente e desconhecido a envolvia. Ela era como um cordeiro sendo moldado pelas mãos de alguém, prensada contra a parede, envolvida, invadida e tingida aos poucos por aquela presença.
Ela tentava ver o rosto da pessoa, mas a onda avassaladora de desejo a arrastava. Seus olhos estavam turvos, o calor escapava pelo canto dos lábios em forma de suspiros, transformando-se em uma névoa que subia diante de seus olhos, confundindo sua visão. Por isso, ela não conseguia ver nada com clareza; apenas vislumbrava um contorno vago. Parecia uma montanha, parecia névoa, parecia o brilho límpido da lua.
A ponta do nariz empinado da outra pessoa roçava seu rosto, e beijos densos vinham um após o outro. Ele a saboreava como se tivesse medo que ela derretesse, mas também como se temesse que ela fugisse; por isso, ele a mordia com ferocidade, mas uma ferocidade contida. Como um dragão que cobiça um tesouro, mas que também o protege como a coisa mais preciosa do mundo.
Ela foi erguida pela cintura, suas pernas envolveram o quadril dele, abdômen contra abdômen. Mais abaixo, ela sentiu um calor tão intenso que, como se tivesse se queimado, encolheu-se ainda mais nos braços dele. Uma risada rouca ecoou em seu ouvido enquanto mãos grandes a sustentavam. Ela estava imersa naquele abraço largo e, por um instante, sentiu como se os dois tivessem se fundido em um só ser.
— Yasmin...
— Yasmin...
— Yasmin...
Seu nome era chamado repetidamente, numa voz grave, envolvente e carregada de amor, fazendo sua alma estremecer.
Ela foi deitada em uma cama larga, e o corpo imponente e opressor aproximou-se dela. Sua mão foi erguida, aberta e pressionada contra o cobertor macio, sendo então coberta e entrelaçada por outra mão.
Ela virou a cabeça; o mundo diante dela estava envolto em névoa, nada era nítido. Em meio ao balanço, aquela mão grande acompanhava o movimento: era proporcional, alongada, com articulações bem definidas e um brilho pálido e frio. Devido à força, os nós dos dedos estavam esbranquiçados, e havia uma pequena sarda na base do polegar, como uma mancha em uma pedra de jade.
Ou como um sinal de cinábrio, marcado a fogo em seu coração.
Foi uma noite inteira de balanço constante.
...
Yasmin estava sentada na cama, com uma expressão atordoada e o olhar fixo no vazio.
De repente, ela arrancou o cobertor de cima de si e, logo em seguida, suspirou aliviada ao soltá-lo.
Ainda bem, ainda bem...
caso contrário, ela passaria a maior vergonha da vida.
Dona Sônia abriu a porta com uns papéis na mão. — O médico disse que você já está praticamente recuperada. Arrume suas coisas, podemos ter alta daqui a pouco.
PUBLICIDADE
— Ah.
Yasmin respondeu mecanicamente, saindo da cama com a mesma expressão aérea. — Vou me lavar.
Ela levou suas coisas para o banheiro e ficou encarando o próprio reflexo no espelho por um longo tempo, incapaz de voltar a si.
Veja só, uma pessoa realmente não pode ficar solteira por muito tempo, senão começa a ter esse tipo de sonho.
Ela abriu a torneira, mas seus pensamentos voavam longe. Aquele sonho tinha sido real demais. Tão real que ela chegava a duvidar se não tinha acontecido de verdade, e além do mais...
Ela tentou recordar o rosto do sonho. Estava borrado, ela não conseguia lembrar de nada. Mas, quanto mais ela tentava lembrar, mais um outro rosto se tornava nítido em sua mente.
A mesma pele pálida e fria, lábios finos, nariz reto, olhos profundos e aquele jeito de quem raramente sorri. A imagem dele com o olhar baixo, parecendo preguiçoso e aristocrático ao mesmo tempo, como um gato nobre e elegante.
Aos poucos, esse rosto foi se sobrepondo ao do sonho.
Ele se curvava, com os olhos de fênix levemente erguidos em um olhar sedutor, os lábios curvados num sorriso confortável. Ele segurava o rosto dela, e o toque dos lábios secos contra a bochecha macia era constante, enquanto ele chamava o nome dela inúmeras vezes, sem se cansar.
— Yasmin...
Chuááá—
O som da água transbordando da pia interrompeu os pensamentos de Yasmin. Ela fechou a torneira às pressas. Ao olhar para cima, viu no espelho seu rosto corado como um pimentão; sentindo-se "queimada", ela mergulhou o rosto na água fria imediatamente.
Enlouqueci...
Ela afundou o rosto na bacia, pensando desesperadamente.
Eu realmente enlouqueci. Como... como pude ter um sonho tão absurdo? E ainda... ainda colocar o rosto de um homem que só vi duas vezes na vida?
Yasmin levou quase meia hora para sair do banheiro. Do lado de fora, Sônia já tinha arrumado tudo e, vendo a demora da filha, apressou-a: — Ande logo com isso. Ainda temos que visitar o rapaz que você atropelou; ele também recebe alta hoje. Se você demorar mais, eles já terão ido embora.
As palavras da mãe tocaram em algum nervo sensível de Yasmin. Ela olhou para Sônia assustada, com a voz alterada: — O quê? Ver ele?!
— Por que está gritando? Você atropelou o rapaz, não tem que ir lá ver como ele está? Assim fica mais fácil negociar a indenização depois. Já é bem grandinha e eu ainda tenho que me preocupar com essas coisas.
— Eu não quero ir — disse Yasmin.
Sônia jogou as roupas para ela. — Deixe de conversa fiada. Vá trocar de roupa agora, e depois nós vamos.
Sob o olhar ameaçador da mãe, Yasmin trocou de roupa contra a vontade.
Sônia levou a cesta de frutas e conduziu Yasmin até a cobertura. A cesta fora comprada no supermercado ao lado; as frutas eram caríssimas, o que mostrava que ela tinha tido cuidado na escolha.
PUBLICIDADE
No elevador, ela deu as últimas instruções: — Quando vir o rapaz, lembre-se de falar com educação. Eles têm dinheiro, não pediram para a gente pagar as despesas do hospital, mas isso não significa que não tenhamos responsabilidade. Ele não me pareceu alguém difícil de lidar, então tente fazer amizade...
À frente de Yasmin estava a parede do elevador de aço inoxidável, e seu rosto refletia nitidamente nela. O vestido longo amarelo-claro a deixava com um ar puro e encantador; o cabelo negro caía solto pelas costas, e os olhos estavam brilhantes. Com medo de parecer abatida, ela tinha passado um pouco de batom antes de sair — um tom tomate clássico que dava um toque de vivacidade ao amarelo do vestido.
Seu olhar caiu sobre o próprio pescoço.
Ela tinha emagrecido bastante, o que tornava seu pescoço ainda mais fino e delicado. Aquela extensão branca e brilhante parecia ainda sentir a pressão de uma mão grande, com o polegar pressionando levemente seu pomo de adauto, enquanto um rosto se enterrava na curva de seu pescoço, com o hálito quente soprando atrás de sua orelha em um sussurro íntimo.
— Yasmin!
Sônia deu um beliscão na cintura dela. — Estou falando com você! Está ouvindo?
— Ahn? — Yasmin olhou para ela, perdida. — O que você disse?
Sônia: “...”
— O que há com você? Por que acordou tão avoada hoje?
Yasmin esfregou o pescoço. — Tive um pesadelo, ainda não me recuperei.
O elevador parou, e Sônia a conduziu para fora.
Alice e o marido, Ricardo Magalhães, estavam arrumando as malas. Arthur estendeu a mão para ajudar, mas levou um tapa de Alice. — Sua saúde acabou de melhorar, não fique se esforçando.
Arthur ficou sem palavras. — Mãe, eu já estou bem. Além disso, eu não sofri nenhum ferimento físico.
Uma batida soou na porta, e ele virou a cabeça instintivamente.
Embora Sônia estivesse na frente, o olhar dele caiu imediatamente sobre Yasmin, que estava logo atrás.
O vestido amarelo, como uma borboleta voando, colidiu com o coração dele sem aviso prévio.
Alice parou o que estava fazendo. — Vocês vieram?
Sônia entrou com a cesta de frutas. — Soube que vocês iam receber alta e vim dar uma passada.
— Mas que isso... — disse Alice. — Não precisava trazer nada, nós já estamos de saída.
— Não tem problema, vi que vocês trouxeram motorista, não vai atrapalhar. Todos esses dias eu estive ocupada cuidando da Yasmin e não tive tempo de ver... — Seu olhar recaiu sobre o rosto de Arthur, com uma certa hesitação.
Arthur disse: — Olá, senhora. Pode me chamar de Arthur.
Sônia sorriu. — Não tive tempo de ver o Arthur nem uma vez. Pensei que, como vocês já estão indo embora, talvez não tivéssemos outra oportunidade. Por isso resolvi incomodar um pouco antes de partirem.
Ela puxou Yasmin para frente. — Esta é a minha filha desajeitada, Yasmin. Se não fosse por ela, nada disso teria acontecido, e nossas famílias não teriam esse "vínculo". Para nós, pais, o dinheiro é o de menos, contanto que os filhos estejam bem.
PUBLICIDADE
Essas palavras tocaram o coração de Alice, que também abriu um sorriso e as convidou para sentar.
— É verdade, o que os pais mais querem é a segurança dos filhos. — Ela olhou para Yasmin. — Yasmin, certo? Que menina linda. Eu também deveria ter ido te visitar.
Diante de Alice, Yasmin sentiu-se estranhamente tímida. — A senhora é muito gentil. O erro foi meu, acabei prejudicando o seu filho. Já fico feliz por não estar brava comigo.
— Quanto ao dinheiro... — Ela olhou para Arthur e, ao encontrar o olhar dele, desviou a cabeça imediatamente. — Ele já negociou comigo, eu vou pagar.
Sônia perguntou: — Negociou? Quando vocês negociaram?
— Foi... ontem.
Os olhos de Alice brilharam. — Ele foi procurar você?
Yasmin ficou ainda mais sem jeito. — Ah... sim, ele foi me procurar.
Alice soltou um riso quase imperceptível e olhou para Arthur.
O homem alto estava curvado, servindo água quente para fazer chá. Enquanto pegava os sachês, seu olhar recuava silenciosamente para Yasmin. Ao perceber que ela estava olhando, ele travou por um segundo e depois baixou o olhar como se nada tivesse acontecido.
Ele serviu o chá e colocou diante de Yasmin e Sônia, no lado direito — um lugar onde não esbarrariam por acidente, mas que era fácil de alcançar.
Vendo que Yasmin estava inquieta, ele tirou uma tangerina de algum lugar e colocou diante dela.
— Coma uma tangerina. Minha mãe tem um temperamento muito bom, não precisa se preocupar.
Yasmin estendeu a mão instintivamente para pegar, e as pontas de seus dedos se tocaram. Ela baixou o olhar e viu a mão dele.
Proporcional, alongada, com articulações bem definidas e um brilho pálido e frio. Havia uma pequena sarda na base do polegar, como uma mancha em uma pedra de jade, ou como...
Um sinal de cinábrio.
Exatamente como no sonho.
Yasmin recolheu a mão bruscamente, como se tivesse se queimado. A tangerina rolou pelo chão, sujando-se de poeira.
Ela recuou como se tivesse encontrado uma fera selvagem e, só após ver o olhar confuso de Arthur, percebeu o que tinha acabado de fazer. Três pares de olhos no quarto estavam fixos nela; ela sentiu que poderia cavar um buraco e se esconder ali mesmo.
Ela deu uma risada forçada para explicar: — Acho que levei uma picada agora há pouco, levei um susto.
Arthur estendeu a mão instintivamente, mas a recolheu antes de tocá-la.
— Então veja logo se você se machucou.
Yasmin sabia muito bem que não havia se machucado. Ela esfregou a mão de qualquer jeito. — Talvez tenha sido uma alucinação minha, ahaha...
Sônia lançou um olhar severo para ela e explicou: — Ela teve um pesadelo ontem à noite e está avoada o dia todo hoje.
— Entendo... — Alice, com um brilho no olhar, sentou-se propositalmente entre Arthur e Yasmin. Ela pegou a mão de Yasmin para examinar. — Tudo bem, deve ter sido impressão. Ter pesadelos realmente nos deixa mais suscetíveis a sustos.
Ela abraçou Yasmin de leve, observando cuidadosamente as feições da moça, e começou a falar com uma voz doce:
— Posso te chamar de Minmin? Só de olhar para você, sinto que temos afinidade. Quantos anos você tem?
Com Alice entre os dois, o coração de Yasmin parou de palpitar tanto. Ouvindo a pergunta, ela respondeu honestamente: — Tenho vinte e quatro.
— Nossa... meu Arthur tem vinte e seis, só dois anos mais velho que você. Coitadinha, acabou de se formar e já passou por um susto desses, deve ter ficado aterrorizada, não?
— Até que não — disse Yasmin. — O problema é que o carro de vocês é caro demais. Acho que vou ter que trabalhar para a sua família pelos próximos anos.
Alice segurou a mão dela. — Não se preocupe com o dinheiro. Eu nem sabia que você estava sem dinheiro. Carros assim nós temos aos montes na garagem. Sua mãe me disse que ela volta para casa agora que você recebeu alta e que vocês não moram juntas. Deve ser difícil lutar sozinha aqui na cidade, não?
— A gente se acostuma. Eu fiz faculdade aqui também, então já conheço bem a cidade depois de tantos anos.
— Entendi... que boa menina, e tão linda. Não como esse meu filho tonto, que só sabe me dar dor de cabeça e, nessa idade, nem namorada tem. Uma moça bonita como você, Minmin, com certeza deve ter muitos pretendentes, certo?
A voz dela era gentil e o tom pausado; Yasmin não percebeu nada de errado e respondia tudo o que ela perguntava.
— Bom, aparecer, aparecem alguns.
Sentado no sofá, Arthur não conseguiu mais ficar quieto e começou a lançar olhares diretos para Yasmin.
Alice continuou: — Então seu namorado deve ser muito bonito, né? Por que ele não veio te buscar no hospital?
Yasmin coçou a cabeça. — Eu tive um namorado antes, mas terminamos. Depois disso, foquei no trabalho e decidi esperar as coisas estabilizarem antes de pensar nisso de novo.
Alice sentiu que a pessoa atrás dela deu um suspiro profundo de alívio.
O sorriso dela se intensificou, e ela disse a Yasmin: — Com certeza, é melhor namorar quando se está estável, faz bem para ambos.
— Ah, outra coisa — ela acrescentou. — Vejo que essa indenização não vai ser paga de uma hora para outra. Que tal o seguinte: deixe este meu filho tonto adicionar o seu WeChat, assim vocês podem manter contato para resolver qualquer pendência.
— Pode... pode ser.
E assim, Yasmin pegou o celular e, de forma inexplicável, adicionou o WeChat de Arthur.
Só quando saiu do quarto e olhou para a foto de perfil na tela do celular é que ela teve a sensação, em meio ao transe, de que tinha caído em uma armadilha.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4104 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127