"Destino Trocado: O CEO e a Garota Misteriosa" Capítulo 39: Jantando
PUBLICIDADE
Arthur correu para a cozinha na velocidade mais rápida de sua vida, apenas para dar de cara com Alice, que segurava uma espátula, em meio a um cenário de confusão.
Arthur: “...”
Alice levantou as mãos para provar sua inocência: — Eu juro que não fiz nada. Foi a panela que voou sozinha.
Arthur caminhou até o fogão e o desligou, sentindo que viver com Alice era como estar em um filme de ação constante todos os dias.
— Pois é, né? Uma panela vazia no fogo, sem um pingo de óleo... se ela não voasse, quem voaria?
Alice: “...”
Ela fez um biquinho de injustiçada: — Mas eu estava procurando o óleo!
Arthur lançou um olhar gélido para ela: — Que tal você olhar para baixo?
Alice olhou para os próprios pés e encarou uma garrafa enorme de óleo de soja.
Arthur pegou a espátula da mão dela: — Chega. Vá brincar com o cachorro, eu assumo daqui.
Mas Alice ainda parecia relutante: — Mas eu disse que ia cozinhar para você.
Arthur prendeu o cabelo com agilidade e, ao ouvir aquilo, soltou um leve riso. Seu olhar estava límpido e brilhante.
— Eu recebi sua intenção e estou muito feliz, Alice. — Ele pegou o avental e o amarrou na cintura. — Você não precisa fazer nada. Só de estar aí parada, eu já gosto muito de você.
Alice nunca imaginou que ele diria algo assim; seu coração se aqueceu e ela ficou genuinamente emocionada.
Até que o homem completou: — É que eu tenho medo de que, se eu deixar você cozinhar, os vizinhos vão dormir e nós ainda não teremos jantado.
Alice: “...”
Alice sentiu uma vontade súbita de mordê-lo. Ela queria só ver o que esse "Jovem Mestre Arthur" do "sei cozinhar um pouco" seria capaz de preparar.
A porta de vidro fosco da cozinha foi fechada, mas desta vez as posições se inverteram.
Alice se jogou no pequeno sofá, abriu um pacote de salgadinhos e ficou observando o filhote no canto, que mordia uma bola de borracha. Foi então que ela lembrou que o bicho ainda não tinha nome.
Ela largou o salgadinho e fez um sinal para o cão: — Vem cá.
O filhote obedeceu prontamente, abandonando a bola e correndo para se esfregar na perna de Alice.
Alice fez um carinho nele: — E aí, que nome eu te dou? — ela murmurou para si mesma. — Que tal usar o sobrenome do seu pai e te chamar de Diogo?
—
Tsc!
Não, eles brigaram feio. O filho de um divórcio traumático tem que ficar com o sobrenome da mãe: Real.
— Mas Real o quê?
—
Au au!
— Real Au-Au?
O cachorro piscou os olhos azuis cheios de "sabedoria", encarando-a com inocência.
Alice abraçou o cão e pegou o celular: — Ainda bem que seu pai aqui sabe usar o Google. Deixa eu pesquisar uns nomes bonitos.
PUBLICIDADE
Alice começou a digitar lentamente: "Real..."
O filhote em seu colo começou a se mexer, inquieto. Vendo que Alice não lhe dava atenção e estava focada no celular, ele esticou a pata e tocou no aparelho retangular.
Alice afastou a pata dele e o avisou: — Não pode mexer no celular do papai.
Ela ia voltar para a pesquisa, quando viu que a barra de busca agora tinha duas palavras extras. Lidas juntas, diziam:
Real Brutamontes.
Alice travou por um segundo, e então seus olhos brilharam.
— Que tal te chamar de
Real Brutamontes
?
O cachorro não entendeu, mas cooperou soltando um "Auuuu!".
— Real Brutamontes?
—
Auuuu!
— Brutamontes?
—
Uu!
— ...
Quando Arthur saiu da cozinha, deparou-se com a cena de humano e cão uivando um para o outro; quem visse de fora pensaria que era uma toca de lobos.
Ele colocou a travessa enorme de comida na mesa, buscou o arroz e os hashis, e chamou Alice:
— Chega de brincar, venha comer.
Alice levantou-se animada com o cachorro nos braços: — Eu escolhi um nome para o nosso filho!
As palavras "nosso filho" soaram estranhamente agradáveis aos ouvidos de Arthur, mas ele continuou de cabeça baixa, mantendo uma expressão indiferente.
— Hum, qual o nome?
Alice disse pausadamente:
—
Real Brutamontes.
O hashi na mão de Arthur caiu. Ele olhou para Alice, duvidando seriamente da própria audição.
— O quê?
— Real Brutamontes! — disse Alice. — Não é um nome de respeito? Foi ele mesmo quem escolheu.
Brutamontes soltou um "Au", expressando total concordância com Alice.
Arthur: “...”
Será que não sobrou ninguém neste mundo com quem a Alice se importe?
Ele se abaixou com uma expressão atordoada para pegar o hashi caído. Alice continuava ao lado: — E aí, o que achou? Até que é bom, né?
Arthur apenas perguntou: — Por que o sobrenome "Real"?
Alice respondeu como se fosse óbvio: — Você que deu à luz, quer que ele tenha qual sobrenome?
Arthur sentiu, pela primeira vez, que o sobrenome "Real" era algo difícil de pronunciar. — Ele é só um cachorro, não precisa carregar sobrenome. E além do mais...
Um nome como "Brutamontes" não combinava com um cachorro, pelo menos não com o conceito de cachorro que ele tinha.
— Você não entende — disse Alice. — Nome feio ajuda a criar com saúde. Nosso Brutamontes era um cachorro de rua; ele não aguentaria o peso de um nome muito sofisticado. "Brutamontes" é perfeito.
Se Alice não estivesse rindo enquanto falava, Arthur quase acreditaria nela.
Mas, desta vez, ele não discutiu. Consolou-se mentalmente: afinal, ele estava apenas ocupando o corpo de Alice temporariamente e um dia trocaria de volta. O cachorro era dela; ela que o chamasse como quisesse.
Ele foi à cozinha trocar os hashis por um par limpo: — Lave as mãos e venha comer.
PUBLICIDADE
Alice lavou as mãos e sentou-se diante daquela travessa fumegante de ensopado de frango. Para ser honesta, estava com uma cara ótima.
Ela sentou-se à frente de Arthur e deu a primeira mordida, ansiosa. — Foi você mesmo quem fez? Está muito bom!
Arthur manteve a expressão calma, mas seus olhos brilharam mais do que o normal. — Faz tempo que não cozinho, minhas habilidades estão enferrujadas. Ficou um pouco salgado.
— Está excelente! — Alice deu um tapinha no ombro dele. — Quem diria que o seu "um pouco" na verdade era tanto. Diferente de mim, que se sei três, digo que sei dez.
Um sorriso surgiu no canto dos olhos de Arthur: — É por isso que pessoas como você costumam levar "tapas na cara" da realidade.
Alice: “...”
Vou deixar passar só porque ele fez o jantar
, pensou ela, mastigando o frango.
Após o jantar, a hora de dormir tornou-se um novo dilema.
O apartamento que Arthur alugara era minúsculo — apenas dois quartos e uma sala. O quarto extra estava entulhado de tranqueiras e não tinha sequer uma cama. A única cama da casa era a do quarto principal. O único outro lugar para dormir era o pequeno sofá espremido na sala.
Arthur decidiu ceder a cama para Alice.
Ele pegou um cobertor grosso no armário para levar para a sala: — Você dorme na cama, eu fico no sofá.
Alice o segurou: — Você acabou de ter um filho, como eu teria coragem de te deixar dormir no sofá?
Arthur: “...”
Ele disse com o rosto gélido: — Eu não tive filho nenhum!
E o Brutamontes certamente não pulou de dentro da barriga dele.
Alice insistiu: — Mesmo assim, não faz sentido o dono da casa dormir no sofá. E, pensando na estrutura física, você ainda é a "moça" da história. Se alguém visse, eu sairia nas manchetes amanhã.
— Então você vai para o sofá?
Alice esticou sua perna longa de 1,80m: — Olha para mim. Essa perna parece que cabe num sofá?
Arthur suspirou: — Então o que fazemos? Você não quer dormir, e não me deixa dormir. Se não houver outro jeito, eu reservo um hotel para você; tem vários por aqui.
Alice não disse nada, apenas ficou olhando para ele com os olhos baixos.
Arthur sentiu arrepios com aquele olhar.
— O... o que foi?
Desta vez foi Alice quem suspirou: — Arthur, você é um cabeça de vento? Eu estou sendo tão óbvia.
Uma corda no coração do homem vibrou, mas ele achou aquele pensamento absurdo demais. Ele engoliu em seco e forçou um sorriso.
— Não estou entendendo o que você quer dizer.
Ele pegou o celular: — Você não quer pagar, é isso? Eu reservo para você.
Alice segurou a mão dele: — Você não entende mesmo ou está fingindo?
Arthur olhou nos olhos dela e, de repente, perdeu a fala.
PUBLICIDADE
Alice se inclinou em direção a ele: — Arthur, eu não posso dormir com você?
— Eu... — Arthur inconscientemente apertou os dedos, com uma expressão vazia no rosto. — Eu... não quis dizer isso. Eu só... só...
— Só o quê? — ela perguntou de forma direta e audaciosa, deixando-o sem saber como reagir.
— Minha mãe disse que dormir com uma garota sem estar casado é agir como um canalha.
Alice esticou a mão e enganchou o dedo no dele: — E se for eu quem está insistindo em ser "canalha"?
Arthur olhou para os dedos entrelaçados; era um gesto íntimo e implícito. Só então ele percebeu que, desde que confessaram seus sentimentos, tirando aquele beijo meio forçado no início, este era o primeiro contato físico real deles.
Seu coração batia rápido. Olhando para as pontas dos dedos unidas, ele sussurrou:
— Minha mãe disse que a vontade da companheira deve vir sempre em primeiro lugar.
Alice riu da explicação dele: — E então?
Ele não respondeu, mas as orelhas vermelhas o traíram.
Por um momento, Alice sentiu que ela era a verdadeira "canalha" da história.
Essa sensação ficou ainda mais forte na hora de ir para a cama.
Ela já estava deitada do lado de dentro, coberta por um lençol fino, observando Arthur hesitar como uma noiva no dia do casamento, enrolando para não subir na cama. Ela teve que falar:
— É só para dormir. Nós trocamos de corpo; mesmo que eu quisesse fazer algo, eu não teria coragem de encarar o meu próprio rosto.
Embora o jeito tímido dele fosse tentador, ainda era o rosto que ela usara por vinte anos; Alice não era tão perversa a esse ponto.
Ela se encolheu mais para o lado: — Vem logo dormir. Tem um espaço enorme no meio, eu não vou encostar em você.
Arthur subiu na cama em silêncio, puxou o cobertor e apagou a luz. Após um longo tempo, sua voz ecoou na escuridão.
— Alice, eu vou assumir a responsabilidade por você.
Hã?
Alice ficou confusa: — Por que você vai assumir a responsabilidade agora?
— Nós dormimos juntos.
Alice riu: — Cara, nós estamos apenas dividindo um cobertor para dormir.
— Hum — murmurou Arthur, abafado. — De qualquer forma, nossas almas estão dormindo juntas.
Alice: “...”
— Tá bom, tá bom... você assume a responsabilidade. Agora durma, amanhã cedo tenho que pegar o voo de volta.
Na verdade, Arthur já estava exausto. Ele passara os últimos dias com o coração na mão por causa da gravidez. Agora que estava aliviado, pegou no sono em pouco tempo.
Alice esperou bastante até ouvir a respiração ritmada do outro lado. Ela colocou a cabeça para fora e o observou; com a luz fraca que vinha de fora, conseguiu distinguir o contorno dele dormindo.
— Arthur? — chamou baixinho.
Como não houve resposta, ela se aproximou silenciosamente.
A noite estava profunda; o Brutamontes soltava pequenos roncos ao pé da cama. Alice esticou a mão e segurou a dele de leve. Vendo que ele não reagia, ela abriu os dedos e entrelaçou os seus aos dele com firmeza.
Seu movimento era habilidoso, como se o antigo dono daquele corpo já tivesse feito o mesmo gesto para ela muitas vezes.
Alice ajeitou-se no travesseiro, fechou os olhos e sua voz soou quase inaudível no quarto silencioso:
— Boa noite. —
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4104 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127