"Sua Cópia Perfeita (Mas Eu Não Sou Ela)" Capítulo 2
PUBLICIDADE
Mal Ricardo saiu, a campainha tocou.
Aurora foi abrir a porta.
Do lado de fora, uma mulher elegante segurava uma caixa de doces finamente embalada.
— Olá, eu sou Lívia Monteiro… a mesma que te mandou aquelas mensagens.
Lívia sorriu — doce… mas provocante:
— O Ricardo tem cuidado muito bem de mim esses dias. Então fiz alguns doces para agradecer. Como diz o ditado, quem chega é visita… você não vai me impedir de entrar, vai?
Sem esperar resposta, ela passou por Aurora e entrou.
Começou a andar pela casa como se fosse dela.
Ao passar pelo jardim, parou.
— Essas rosas… são da minha variedade favorita. Não imaginei que ele ainda cultivasse.
Os dedos de Aurora tremeceram levemente.
Ela se lembrou de como Ricardo cuidava pessoalmente dessas flores todas as manhãs, sem deixar ninguém tocar nelas.
Ela sempre achou que era apenas um hobby.
Agora entendia.
Perto do lago, algumas tartarugas tomavam sol, preguiçosas.
— Ah! Elas ainda estão vivas! — Lívia exclamou, surpresa. — Eu criei essas quando era criança. Depois que fui para o exterior, nem cuidei mais… achei que já tinham morrido.
Aurora sentiu o peito apertar.
Ela lembrava de como Ricardo alimentava aquelas tartarugas todos os dias, sem falhar.
Na sala, o olhar de Lívia passou pelos bonecos expostos:
— Esses também são da minha coleção favorita.
Ela olhou ao redor:
— Até o estilo dos móveis… esse minimalismo nórdico… é exatamente o que eu gosto.
Aurora caminhava atrás dela.
Cada passo era como pisar sobre lâminas.
Aquela casa…
onde ela vivera por dois anos…
de repente, parecia completamente estranha.
No quarto, Lívia passou os dedos pelas gravatas e ternos no armário:
— Esses… foram todos presentes que eu dei a ele. Não acredito que ele ainda os mantém tão bem conservados.
Aurora lembrou de quantas vezes passara aquelas roupas com as próprias mãos.
Agora entendia.
Ele não deixava que ela tocasse nelas…
não por obsessão com limpeza.
Mas porque… eram marcas de outra mulher.
Por fim, Lívia parou diante da foto de casamento deles.
— Que coincidência… — inclinou a cabeça, sorrindo — eu e o Ricardo já conversamos antes sobre fazer três ensaios temáticos: deserto, oceano e floresta. Não imaginei que vocês também escolheriam exatamente esses três.
O rosto de Aurora ficou pálido.
Na época, foi Ricardo quem insistiu nesses temas.
Ela pensou que era gosto dele pela natureza.
Agora sabia.
Nem aquilo… era dela.
— O que você está fazendo aqui?
A voz de Ricardo soou de repente na porta.
Ele entrou apressado, a expressão endurecida.
Lívia imediatamente mudou para um sorriso doce:
— Fiz alguns doces e vim trazer pra você. Sua esposa me convidou com tanta simpatia… disse até que queria que eu ficasse para jantar.
As sobrancelhas de Ricardo relaxaram.
Ele olhou para Aurora:
— Esta é a Lívia… minha vizinha de infância. Somos como irmãos. Ela estava no exterior, acabou de voltar, por isso você nunca a viu.
PUBLICIDADE
Aurora apenas o encarou.
Irmãos?
Que bela mentira.
E Lívia entrou no jogo com perfeição:
— É isso mesmo. O Ricardo sempre cuidou de mim desde pequeno. Quando eu era criança e não queria comer, ele aprendeu a cozinhar só pra mim… carne agridoce, robalo no vapor, almôndegas ao molho… todos são meus pratos favoritos.
Os dedos de Aurora cravaram na palma da mão.
Todos aqueles pratos…
eram exatamente os que Ricardo mais fazia para ela.
Ela sempre acreditou que fosse por causa dela.
Ela não conseguiu forçar um sorriso.
Apenas disse que não estava bem e subiu para o quarto.
Pouco tempo depois, alguém bateu na porta.
Lívia entrou, segurando uma tigela.
— O Ricardo preparou um chá para proteger a gravidez. Pediu para eu trazer. Beba enquanto está quente.
Aurora recebeu a tigela.
O cheiro era forte.
— Ah, a propósito… — Lívia disse casualmente — o nome do bebê de vocês não é, por acaso… se for menino “Gael” e se for menina “Nina”?
Aurora congelou.
Esses eram exatamente os nomes que Ricardo havia escolhido quando soube da gravidez.
Então…
até o nome do filho…
também era uma lembrança de outra mulher?
Seu coração apertou violentamente—
— Ai!
Lívia “acidentalmente” derrubou a tigela.
O líquido escaldante caiu sobre o braço de Aurora, formando bolhas instantaneamente.
Aurora arfou de dor.
Sem tempo para reagir à falsa desculpa de Lívia, seu rosto ficou pálido enquanto descia as escadas para pegar pomada.
Mas, no momento em que passou pelo topo da escada—
Alguém a empurrou com força pelas costas.
— Ah!
Aurora caiu.
Rolou degrau após degrau.
Seu corpo bateu com força no chão do primeiro andar.
O sangue começou a se espalhar sob ela…
tingindo o tapete claro de vermelho.
No segundo seguinte—
Lívia também caiu atrás dela.
Na cozinha, Ricardo estava abrindo a geladeira.
Ao ouvir o barulho, correu imediatamente.
Ao ver a cena, suas pupilas se contraíram.
— Lívia!
Ele correu até ela, segurando seu corpo instável, examinando seu tornozelo com nervosismo:
— Você está bem?
— Eu… estou bem… — Lívia disse com fraqueza — veja a Aurora…
Só então Ricardo olhou para Aurora.
Ela estava caída no chão, envolta em sangue.
Mas, naquele instante—
Lívia “desmaiou” em seus braços.
— Lívia!
A voz dele, sempre controlada, agora estava cheia de urgência.
Ele a pegou no colo e saiu correndo.
Sem sequer olhar para Aurora novamente.
Aurora observou as costas dele se afastando.
Sua consciência começava a se dissolver.
Antes de cair completamente na escuridão…
ela pareceu ver a porta da geladeira entreaberta.
E, lá dentro… a caixa do “presente” revelava um canto…
Quando Aurora acordou novamente, a luz branca ofuscante a fez semicerrar os olhos, desconfortável.
O médico a examinava, e Ricardo estava ao seu lado, com uma expressão grave.
"Como está o bebê?", perguntou ele ao médico.
O médico ergueu os olhos, surpreso: "O bebê? O bebê da senhorita Ning não havia sido abortado prematuramente?"
PUBLICIDADE
Aurora derrubou o copo de água ao lado da cama.
O som do vidro se estilhaçando chamou imediatamente a atenção de Ricardo. Ele nem se preocupou com o médico e foi rápido até a cabeceira, os olhos cheios de preocupação e angústia.
— Meu amor, você acordou? Está doendo em algum lugar?
Ela balançou a cabeça levemente.
Seu olhar passou por cima do ombro dele, encontrando a expressão hesitante do médico.
Ricardo finalmente relaxou um pouco, e então se virou:
— Doutor, o que você disse agora? Eu não ouvi direito.
Ele tinha a sensação de ter perdido algo importante.
O médico abriu a boca para falar, mas Aurora fez um leve movimento negativo com a cabeça.
O médico entendeu.
Apenas suspirou e disse:
— A paciente precisa descansar bastante.
E saiu do quarto.
O quarto VIP ficou em silêncio.
Apenas Aurora e Ricardo.
Ele a olhava com carinho, estendendo a mão para tocar seu rosto — mas ela virou o rosto e evitou.
Ele pareceu entender algo, e imediatamente começou a se desculpar, em tom suave:
— Me desculpa, Auro… foi culpa minha. Eu não percebi que você também tinha caído da escada, eu achei que…
— Ainda bem que você e o bebê estão bem. Se algo tivesse acontecido, eu nunca me perdoaria.
— Eu prometo que isso nunca mais vai acontecer. Não fique brava comigo, tá?
Aurora olhou para ele.
Aquele olhar…parecia sincero.
Parecia arrependido de verdade.
E, por isso mesmo…soava ainda mais irônico.
Cada palavra dele era tão convincente.
Mas qual delas era verdade?
— Estou cansada.
Ela puxou a mão de volta e fechou os olhos.
Não queria continuar participando daquela encenação.
Durante a internação, Ricardo não se afastou dela por um segundo.
Preparava sopas com as próprias mãos, alimentando-a colher por colher.
Acompanhava cada exame, anotando cuidadosamente todas as orientações médicas.
À noite, bastava ela se mexer um pouco, e ele já acordava, perguntando se ela precisava de algo.
Até as enfermeiras comentavam:
— Nunca vimos um marido tão atencioso…
Mas Aurora permanecia em silêncio.
Frequentemente ficava olhando pela janela, perdida em pensamentos.
Ricardo acreditava que fosse por causa dos hormônios da gravidez.
E passou a cuidar dela com ainda mais cuidado.
No dia da alta, ele preparou uma surpresa grandiosa.
Levou-a ao restaurante mais sofisticado da cidade, reservando o andar inteiro apenas para ela ter tranquilidade.
Depois do jantar, acompanhou-a por diversas lojas de luxo — qualquer coisa que ela olhasse por um segundo, ele comprava.
À noite, à beira do rio, fogos de artifício explodiram no céu, formando as palavras:
“Eu te amo.”
— Gostou? — Ricardo a abraçou por trás, apoiando o queixo sobre a cabeça dela. — Preparei tudo isso especialmente pra você.
Aurora olhou para o céu iluminado.
Por um instante…pareceu voltar ao passado.
Naquele tempo, Ricardo também fazia tudo isso para fazê-la feliz.
E ela acreditava…que era a pessoa mais feliz do mundo.
Mas, quando sua mão tocou inconscientemente o próprio ventre — agora vazio—
todas as ilusões se quebraram.
— O que foi? — Ricardo percebeu a rigidez dela e a virou para encará-lo. — Você anda estranha… eu estou preocupado.
Ele segurou o rosto dela com cuidado, o polegar acariciando sua pele:
— Quer procurar um psicólogo? Depressão pré-natal é comum… não precisa aguentar tudo sozinha. Pode me contar qualquer coisa.
Aurora olhou nos olhos dele.
E, de repente, perguntou:
— Se eu for completamente sincera com você… você também consegue ser cem por cento sincero comigo?
Ricardo ficou surpreso por um momento.
Logo sorriu:
— Claro, meu amor. Somos marido e mulher… temos que ser sinceros um com o outro.
Aurora respirou fundo.
— Então me diga… eu ouvi dizer que você teve um grande amor no passado. Que mesmo depois de tantos anos, nunca conseguiu esquecer.
Ela o encarou diretamente:
— Agora… você já superou?
A expressão de Ricardo…congelou no mesmo instante.
PUBLICIDADE
você pode gostar
-
TerminadoCapítulo 11
MENINA DÁ METADE DO LANCHE A UM MENINO SEM-TETO... 25 ANOS DEPOIS, ELE VOLTA MILIONÁRIO
Aos nove anos, Gabriel Costa vivia nas ruas de São Paulo e esperava todos os dias diante do portão de uma escola particular. Foi ali que conheceu Valentina Almeida, uma menina rica que passou a dividir escondida metade do próprio almoço com ele. Quando Gabriel foi adotado por uma família de Curitiba, fez uma promessa antes de partir: "Quando eu crescer… eu volto para te buscar." Vinte e cinco anos depois, Valentina enfrenta a doença do pai, a falência do Grupo Almeida e um noivado que esconde interesses perigosos. É então que Gabriel retorna a São Paulo — não mais como o menino faminto do portão, mas como um empresário cuja fortuna ultrapassa R$ 950 milhões.Moderno13.8 mil palavras5 180 -
TerminadoCapítulo 11
MILIONÁRIO CHEGA MAIS CEDO À CASA DE CAMPO... E QUASE DESMAIA COM O QUE VÊ
Milionário chega mais cedo à casa de Campo e quase desmaia com o que vê. Alejandro para no jardim sem acreditar. Léo, seu filho, ri alto nos braços de Helena, a faxineira. O menino que diziam ser incapaz de sentir emoção, agora gargalha como nunca. Pela manhã, Carla insistiu em aumentar os sedativos, dizendo que Léo era um caso perdido. Mas ali, diante dos olhos do pai, a verdade aparece. Não era doença, era medo. Helena tenta soltá-lo, assustada, mas Léo se agarra a ela como proteção. Quando o carro de Carla surge na entrada, o sorriso some, o corpo do menino trava. Alejandro entende tudo naquele instante. Ele manda Helena agir normalmente e decide observar em silêncio. Aquela risada muda tudo. Naquela noite, ele jura proteger o filho, descobrir quem mentiu e acabar com o terror escondido dentro da própria casa. A guerra começa ali, no quintal, com um riso que salvou uma vida.Moderno13.7 mil palavras5 123 -
TerminadoCapítulo 12
Eles Pensavam Que Eu Era Uma Boneca Frágil… Até Ouvirem o Som do Gatilho
Na alta sociedade de São Paulo, Christian von Stock e Victória de Medeiros pareciam o casal perfeito: ele, um titã corporativo brilhante e irretocável; ela, uma herdeira gélida e deslumbrante. Mas o conto de fadas durou apenas até o momento em que a porta da imponente mansão se fechou. No segundo em que o último flash da imprensa sumiu, Christian revelou ser o seu pior pesadelo. Dono de uma mente brilhante e sádica, ele confiscou o passaporte, o celular e as contas de Victória, transformando-a em uma prisioneira na própria casa. Para garantir a obediência absoluta, ele escolheu a única fraqueza dela: Camila, sua irmã caçula com síndrome de down, agora vigiada de perto como refém. Aos olhos do mundo, eles eram a imagem da felicidade conjugal, com sorrisos ensaiados e jantares de gala. Entre quatro paredes, era uma guerra psicológica diária onde a respiração de Victória era controlada e a liberdade, uma lembrança distante. Christian acreditava ter quebrado o espírito de sua esposa, transformando-a em uma boneca dócil. O que ele não sabia era que, sob a pele da mulher acuada, Victória contava cada segundo, memorizava cada código de segurança e aguardava pacientemente o momento certo. Ela fingiu submissão. Ela jogou o jogo dele. E, quando o monstro finalmente cometeu o erro de subestimá-la, a frágil esposa sumiu. No lugar dela, emergiu a lâmina afiada pronta para destruir o império dele de dentro para fora. Uma mente brilhante, uma gaiola de ouro e um jogo de gato e rato onde a única regra é sobreviver para ver quem quebra primeiro.Outras|Aventura|Moderno15.3 mil palavras5 148 -
TerminadoCapítulo 10
Minha Mãe Deixou Minha Esposa Desmaiada no Chão
Arthur voltou de viagem dois dias antes e encontrou a mesa cheia, o filho de oito dias chorando e Elena desacordada no tapete. A mãe dele continuava cortando o jantar. Se você encontrasse sua esposa nessa situação e descobrisse que alguém da sua própria família havia falsificado sua assinatura, qual seria sua primeira atitude? Leia até o fimModerno10.3 mil palavras5 130 -
TerminadoCapítulo 11
Mostraram Suas Verdadeiras Faces… Sem Saber Que Eu Fingia Estar Paralisada
Fingi Estar Paralisada Por 10 Dias… Meus Filhos Disputaram Minha Fortuna, Mas A “Intrusa” Ficou... Aos 66 anos, Beatriz Montenegro Sampaio construiu um dos maiores impérios imobiliários de São Paulo. Rica, poderosa e acostumada a controlar tudo, ela acreditava conhecer os próprios filhos. Até ser envenenada durante sua festa de aniversário. Ao descobrir que sobreviveria sem sequelas permanentes, Beatriz toma uma decisão perigosa: fingir que ficou paralisada e sem conseguir falar para descobrir quem permaneceria ao seu lado quando ela não pudesse mais oferecer poder, dinheiro ou proteção.Moderno15.1 mil palavras5 352 -
TerminadoCapítulo 11
“Ela Não É Minha Filha”… Até o DNA Revelar Um Segredo Pior
No aniversário da pequena Sofia, Isabela presencia uma cena que muda para sempre sua relação com a poderosa família Montenegro. Mas o golpe mais cruel vem do próprio marido, Alexandre, que olha para a menina e declara diante de todos: "Ela não é minha filha." Isabela, porém, já conhece a verdade. Um exame de DNA confirma que Sofia é filha biológica de Alexandre com 99,9998% de probabilidade. Só que existe uma segunda página no resultado — e ela revela algo ainda mais devastador... Até onde sua própria mãe foi capaz de ir para proteger os segredos da família Montenegro?Moderno13.4 mil palavras5 287 -
TerminadoCapítulo 11
O Chefe da Máfia Mais Temido Viu Minhas Mãos Tremendo… E Fez Uma Única Pergunta
Isabela Oliveira Martins só queria sobreviver a mais um turno em um restaurante sofisticado nos Jardins, em São Paulo. Mas, ao servir a mesa 17, suas mãos começaram a tremer diante do homem que todos no salão pareciam temer: Dante Vasconcelos Montenegro, um poderoso e misterioso chefe da máfia. Quando Dante percebe as marcas no pulso da garçonete, segura sua mão e pergunta baixinho: "Quem fez isso com você?" Isabela não consegue responder. Porque o homem de quem está fugindo é Marcelo Ferraz, seu ex-namorado controlador, alguém que parece sempre saber onde ela está. O que Isabela ainda não sabe é que seu encontro com Dante está longe de ser uma coincidência do destino. Uma investigação começa a revelar que Marcelo se aproximou dela por causa de Antônio, seu pai, morto quinze anos antes em circunstâncias nunca esclarecidas. E quanto mais Isabela procura respostas, mais descobre que os Ferraz e os Montenegro escondem um passado construído sobre dinheiro, traições e silêncio. Até Dante guarda um segredo sobre a noite em que Antônio morreu. Agora, Isabela terá que descobrir em quem pode confiar — sem permitir que outro homem decida seu destino. Porque talvez seu pai não tenha morrido apenas por descobrir um crime.Bilionário|Máfia|Moderno14.3 mil palavras5 4105 -
TerminadoCapítulo 10
Três Dias Após o Funeral, Ouvi Meu Marido Planejar Minha Herança
Três dias depois de enterrar a mãe, Eliza ouviu o marido dizer ao telefone: “Assim que eu acessar as contas, a gente venceu.” Ela não desceu a escada nem exigiu explicações. Apertou o botão de gravar. Na manhã seguinte, o último vídeo de Margaret revelou que Garrett pesquisava a herança antes mesmo do casamento — e que Sienna, irmã de Eliza, havia aberto a primeira porta.Moderno9.7 mil palavras5 197 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Que Entrou Molhada no Baile
Com fome e encharcada, Lívia, de nove anos, entra escondida no baile beneficente do Hotel Imperial procurando a mãe. Helena Albuquerque, viúva de uma das famílias mais ricas de São Paulo, joga água no rosto da menina e a acusa de roubo. Quando Lívia cai, um colar de safira se solta de seu pescoço. Dentro da pedra existe uma fotografia que Helena não vê há vinte anos — e a prova de que a criança humilhada diante da elite é a neta que ela nunca soube que tinha.Moderno10.0 mil palavras5 110 -
TerminadoCapítulo 10
A Menina Deu Seu Último Remédio ao Temido Homem
Uma reação alérgica derruba Adrian Moretti dentro da própria mansão. Ellie Carter, filha de uma funcionária e portadora de alergia severa, usa nele seu último autoinjetor de epinefrina. Quando Adrian voltou a respirar, descobriu que aquela era a última dose dela. Minutos depois, a menina disse algo ainda mais impossível: viu um velho colocar “lágrimas azuis” no vinho. O que começou com uma injeção levou a uma chave costurada dentro de um coelho, ao assassinato encoberto de David e à filha que Adrian acreditava ter enterrado.Moderno|Romance10.1 mil palavras5 127